Sobre O Mundo de Gaya

O Mundo de Gaya surgiu da ideia de criar um espaço com mensagens de alegria, reflexões e pensamentos positivos que levassem todos à pensar e refletir sobre o mundo em que vivemos. Longe de profetizar dogmas, crenças ou religiões, nosso Mundo tem uma visão Universalista e pretende apenas levar Luz para todos aqueles que a busquem. Através deste canal pretendemos uma maior interação com todos aqueles que partilham deste pensamento. Utilizando várias ferramentas de comunicação pretendemos estar cada dia mais perto de nossos seguidores. Nosso Mundo conta com colaboradores dos mais diversos segmentos, assim, visamos auxiliar à todos aqueles que buscam uma forma de vida mais saudável, ou como dizemos: “Um Novo Olhar Para Uma Nova Vida.” Sejam todos bem-vindos ao nosso Mundo, aqui você só irá encontrar a mais plena forma de Amor. #PAZeLUZ

O CAMINHO DA GUERREIRA

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Aumenta cada vez mais no atual caminho da espiritualidade feminina a necessidade do fortalecimento do poder pessoal, para remover as marcas sofridas dos séculos de opressão, anulação e subjugação pelas estruturas e valores patriarcais, que impuseram regras de comportamento e crenças através de força, intimidação e agressão.

Nas antigas sociedades matrifocais prevaleciam valores de solidariedade e parceria entre homens e mulheres, visando a sustentação, defesa e florescimento das comunidades. A mudança para as culturas e estruturas patriarcais levou à substituição da Deusa Mãe – criadora e nutridora da vida – pelo Deus Pai, longínquo e punitivo; a ordem religiosa e social tornou-se androcrática e hierárquica e a mulher foi relegada ao papel de vilã, vitima ou escrava, sendo considerada como desprovida de alma e de direitos, por não ter sido criada à imagem do Deus masculino.

Para legitimar o poder patriarcal adotou-se o axioma de que Deus era unicamente masculino, portanto, apenas os homens eram Seus reflexos e somente eles poderiam se comunicar com o divino. Esse dogma oprimiu a alma feminina nos últimos três milênios e destruiu a autoconfiança nos seus direitos e valores, permitindo assim a violência e opressão nos níveis físico, emocional, mental e espiritual. Como consequência resultou um mundo com predominância de valores e ações masculinas, a egrégora desse poder aparecendo disfarçada nos valores culturais, sociais, familiares, espirituais e científicos.

Até hoje em certas tradições místicas e práticas mágicas persiste o conceito patriarcal da liderança espiritual masculina, negando o direito e a capacidade da mulher em dirigir rituais, fazer iniciações, ter visões e revelações ou receber mensagens espirituais fide dignas. A razão oculta da permanência desta supremacia patriarcal continua sendo o medo milenar e atávico dos homens em relação ao poder inato das mulheres no nível mágico e oracular. Esses dons sempre pertenceram a elas, mas lhes foram negados e ao exercê-los, elas sofreram punições ou mortes, por isso o desafio atual das mulheres no caminho da Deusa é superar seus medos, sair do ostracismo e assumir seu poder.

As mulheres contemporâneas precisam de uma tradição isenta de valores e conceitos masculinos, em que não se sintam controladas, podadas ou oprimidas, mas que também não ative nelas a rivalidade e arrogância, conscientes ou não. A autoestima feminina será reconquistada quando a mulher se sentir livre do controle patriarcal, tendo direito para usar suas habilidades psíquicas e criativas, sem se preocupar com a aprovação, aceitação ou rejeição masculina. Todavia, ela deverá evitar os padrões comportamentais nela incutidos pelo patriarcado com a milenar tática de “dividir para conquistar”, competindo com suas irmãs ou perpetuando os jogos de poder. As mulheres atuais devem se unir em uma mesma busca espiritual, conscientes de que o “empoderamento” de uma irmã não ameaça as outras, pelo contrário, contribui para fortalecer a todas.

Quando uma mulher contemporânea decide não mais se deixar dominar, enquadrar ou controlar por idéias, limitações ou crenças patriarcais, ela poderá sentir medo em assumir a responsabilidade pelas mudanças necessárias e as inerentes conseqüências na sua vida. A fé, a devoção e a entrega das suas decisões, opções e ações para uma imagem divina feminina lhe irão permitir a necessária ajuda e proteção, por perceber-se como sagrada e merecedora da liberdade alcançada ao assumir as rédeas da sua vida. Amparada pela conexão com os arquétipos divinos femininos, ela se tornará uma guerreira a serviço da Deusa, de si mesma e de suas irmãs.

O caminho da sacralidade feminina conduz a uma reavaliação de valores, conceitos, atitudes e objetivos, levando ao resgate do poder pessoal, intrínseco e ancestral, que permitirá definir com segurança os objetivos e escolhas. No entanto, o “empoderamento” feminino não significa imitar ou assumir modos, atitudes e comportamentos masculinos, pois a mulher não almeja tornar-se um homem, nem tomar o lugar dele.

O seu propósito é resgatar o poder feminino inato, que lhe permitirá expressar a vasta gama dos seus dons e possibilidades, escolhendo o papel que quer cumprir na sociedade, em família ou no caminho espiritual como “Filha da Deusa”. Como tal ela é forte, mas compassiva, determinada, porém flexível, guerreira mas companheira das suas irmãs de caminhada; ela saberá quando investir ou ceder, usar a espada ou o manto de penas, a armadura ou as asas de cisne. Ao descobrir sua verdadeira identidade, a mulher consciente da sua sacralidade agirá de forma segura, responsável e firme, defendendo seus interesses e limites, mas sem agredir, desrespeitar ou competir com suas irmãs, pois em cada uma ela reconhecerá um reflexo da Deusa. Juntas e de mãos dadas elas irão percorrer, irmanadas, o caminho espiritual que conduz as filhas terrenas ao abraço acolhedor e protetor da Grande Mãe.

Para favorecer e ampliar o crescimento multifacetado da mulher atual, torna-se imperioso que ao restabelecer sua conexão com a Deusa, ela conheça e aplique os conceitos das cinco áreas tradicionais da ancestral sabedoria feminina, ou seja: o caminho da mestra, da curadora, da visionária, da sacerdotisa e da guerreira, que abrangem os aspectos físicos, emocionais, psíquicos, mentais e espirituais femininos.

Ao longo da dominação milenar patriarcal foram permitidos e aprovados os aspectos de mãe e mestra, o ensino sendo a profissão designada pro excelência para a mulher e sua missão existencial, a condição de mãe. Para entrar no campo da cura a mulher está batalhando até hoje, apesar de que as mulheres sempre foram as curandeiras, parteiras e herbalistas. A história de diversas culturas atesta também que as visionárias eram sempre mulheres, que guiavam as decisões dos chefes de tribos, os conselhos das comunidades, as opções de guerra ou paz, prevendo o desfecho das batalhas e as calamidades naturais, que transmitiam as mensagens das divindades e dos espíritos ancestrais. Porém, o patriarcado reprimiu e depois proibiu a atividade visionária das mulheres e negou sua inata capacidade de conexão com o plano divino.

Da mesma forma, foi condenada e cerceada a atuação da mulher como guerreira, mesmo conhecendo sua inata e feroz capacidade defensora dos seus filhos, bem como sua astuta atuação mediadora nas negociações de paz. O aspecto mais combatido e perseguido foi o sacerdotal, por temer sua associação com os poderes mágicos da Lua, dos ciclos, dos espíritos e das energias naturais. As religiões patriarcais como a hebraica, muçulmana e cristã destruíram a tradição sacerdotal feminina, sendo que a Inquisição criou a odiosa “caça às bruxas”, perseguindo e aniquilando as mulheres devido ao seu reconhecido e temido poder sagrado e mágico. Almejava-se também a negação dos direitos ancestrais das mulheres, que lhes permitiam possuir bens, escolher parceiros, ter a opção de gerar ou não, nomear filhos, transmitir conhecimentos, desenvolver e praticar seus dons espirituais e criativos, reverenciar e celebrar as Deusas e a Mãe Natureza.

Na ativação dos cinco caminhos da ancestral sabedoria feminina, a mulher atual assimila facilmente os conceitos de ensino, cura e percepção sutil, mas enfrenta maiores desafios e oposições (internos e externos) para assumir sua capacidade sacerdotal e mágica, devido ao contexto e ambiente religioso, familiar e social em que vive. Porém, o aspecto mais difícil e desafiador para aceitar e exercer é o da guerreira, devido à associação cultural e histórica da luta com violência e agressão. No entanto, a energia de combate e defesa é um dom intrínseco e um direito natural da mulher para se defender de abusos, ameaças, dominação, opressão, injustiças e violências contra si e seus filhos.

O reconhecimento do direito sagrado de assumir o poder da guerreira é o primeiro passo para que a mulher contemporânea alcance seu “empoderamento” e se reconecte com todos os aspectos e faces da Deusa. A Deusa não se apresenta apenas com a sua face de luz, bondade, e compaixão, pois Ela também é a Senhora das batalhas, a Rainha do mundo subterrâneo e a Ceifadora da vida, das fases, dos ciclos e dos relacionamentos naturais e humanos.

O desafio da mulher que quer reaprender como despertar e direcionar seu poder de guerreira consta em falar e agir sem se tornar agressiva, rude, impositiva, desleal ou injusta, reproduzindo traços indesejáveis do comportamento masculino. O “patriarcado interior” é um resquício negativo e nocivo que a mulher deve detectar e eliminar do seu subconsciente e da sua conduta diária, seja em que situação ou nível se manifeste.

Nem sempre o real arquétipo mítico das Valquírias é bem compreendido e assimilado, sua avaliação costumeira permanecendo na interpretação tradicional como auxiliares armadas do deus Odin e condutoras aladas das almas dos guerreiros mortos em combate. Todavia o seu simbolismo é muito mais complexo e amplo, pois a sua verdadeira natureza é de sacerdotisas da deusa Freyja na sua manifestação de Valfreyja, a Senhora do amor, da guerra e da magia.

Conhecidas sob diversos nomes – Waelceaig, Waelcyrge, Valkyrje ou Alaisiagae – elas eram “realizadoras dos desejos humanos” (como Oskemeyjar), “mulheres vitoriosas” (Sige wif), “portadoras dos escudos” (Shield Women) ou apenas as Idisi, as magas ancestrais que enfeitiçavam ou desfaziam maldições e amarras (materiais e mentais), faziam encantamentos (para mudar o tempo, proporcionar vitórias e proteger as mulheres) ou apareciam em sonhos ou visões transmitindo mensagens e alertando sobre perigos iminentes.

Uma mulher que precisa ativar ou reforçar seu poder pessoal desenvolvendo a determinação, assertividade, resiliência, espírito combativo e destemor, irá encontrar na conexão com sua “Valquíria interior” um poderoso auxílio para seu crescimento mágico e espiritual. Para descobrir e ativar a “Valquíria interior” é necessário criar e projetar uma aura de confiança, segurança, altivez e invulnerabilidade, prestando atenção às sutis invasões do seu espaço, às provocações ou falta de respeito em relação à sua pessoa ou atuação, seja humana, sacerdotal ou mágica, atos estes provenientes de homens ou mulheres, que, se forem permitidos ou aceitos passivamente, enfraquecem a essência verdadeira do ser. Muitas vezes as próprias mulheres não aceitam a postura e as ações de uma irmã quando ela revela o seu “empoderamento”, julgando-a agressiva ou hostil, quando ela se posiciona e defende seus ideais, sonhos ou valores, em qualquer um dos caminhos que ela esteja trilhando.

Invocar o auxilio e a força das Valquírias requer também a coragem de mudar, pois Elas são deusas de transformação e renovação. Elas ensinam que a mudança e a morte fazem parte das nossas vidas e que comportamentos, valores, atitudes e objetivos ultrapassados ou prejudiciais (a si ou aos outros) devem “morrer”, seguindo o ciclo dinâmico e o pulsar da vida. Precisamos nos abrir e permitir o processo de desapego, sem impedi-lo ou desviá-lo pelos medos, remorsos, mágoas ou dúvidas, colaborando voluntariamente com a mudança para que ela seja suave e não repentina, nem traumática.

Usando o poder da Valquíria para assumir o controle da sua vida, defender seus direitos e limites, fortalecer e expressar seu magnetismo pessoal irá permitir à mulher moderna novos meios e formas de afirmação e realização, resgatando seu ancestral e sagrado poder de guerreira, para o seu bem e em benefício do Todo

 

Por: Mirella Faur

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AS DIVINDADES REGENTES DA CHUVA

 

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A chuva é um símbolo universal de fecundidade e fertilidade, considerada doadora e sustentadora da vida animal, vegetal e humana, um verdadeiro fluido divino criador da vida. Na maioria das antigas culturas e tradições nativas o princípio feminino era representado pela água, regida pela Lua. São as “águas da vida” que cercam o feto e é o oceano primordial que representa a fonte da vida. Rios, correntes, fontes, lagos, mares são associados com a “Senhora das águas que correm”, revelando a natureza fluida e mutável da Deusa. Quando reverenciada como uma força benéfica, a água e a chuva eram associadas com um sistema complexo de rituais e magias, para controlar e direcionar sua energia, principalmente nas regiões áridas. Nas comunidades primitivas, a pessoa mais importante era o xamã encarregado dos rituais de chuva. Em todo o mundo antigo, entre etnias diversas e radicadas em lugares diferentes, eram constantes os rituais dedicados à chuva para que esta caísse sobre a terra, a fecundasse e a tornasse fértil.
Filha das nuvens e das tempestades, a chuva era também relacionada com o fogo, além da água. Na Índia, Indra é a manifestação divina do raio que dá origem à chuva e torna férteis os campos, as mulheres e os animais. As mulheres grávidas na Índia são comparadas à chuva, como nascentes auspiciosas de toda a riqueza e abundância. No Islam, são os anjos enviados por Deus que transportam as gotas de chuva, uma ideia que também existe na Índia, onde os seres sutis são transportados para a terra em gotas de chuva. Na China, a chuva é manifestação do céu que é um princípio ativo, masculino e fecundante. No Oriente, tanto na China como na Índia, considera-se que a chuva é de origem lunar e de natureza Yin, enquanto o orvalho, também lunar, é de natureza Yang. Na Grécia, a lenda da princesa de Argos Danae conta que esta, tendo sido encerrada pelo pai num local subterrâneo para evitar que tivesse filhos, foi fecundada por Zeus, que entrou no recinto transformado numa chuva de ouro que pingou de uma fenda no teto.
A conotação sexual da chuva como sémen dos deuses é também encontrada entre os índios da América Central, que consideram a chuva como “a semente do deus da trovoada”. Estes povos utilizam a mesma palavra para designar a chuva, a água e a vegetação. Entre os Astecas, o deus da chuva era também o deus dos raios e dos trovões. Os Incas acreditavam que a chuva era retirada da Via Láctea, considerada um grande rio no céu, pelo deus das trovoadas. Para muitas civilizações centradas na agricultura, a chuva é também sangue, o que justifica os muitos rituais de sacrifício de animais e mesmo de seres humanos (crianças e mulheres) que têm como objetivo a fecundação da Terra.
Para quase todos os nossos antepassados, eram os deuses que controlavam a quantidade de chuva que tínhamos, muita chuva (inundações) ou pouca chuva (seca) poderiam provocar a morte. O mais interessante era que as lágrimas eram frequentemente associadas aos deuses da chuva. Talvez isso decorreu de uma tendência das tribos ancestrais sacrificarem crianças para os deuses da chuva. Na Bolívia, em uma área chamada Tiahuanaco, existe um antigo monumento chamado “Portal do Sol”. Sobre o arco fica o Deus do céu, de cuja cabeça saem os raios do Sol. Ele carrega na mão um atirador de flechas, do qual lança raios e de seus olhos correm lágrimas que representam a chuva. Alguns pesquisadores especulam que o nome moderno Tiwanaku é relacionado ao termo aimará taypiqala, que significa “pedra no meio”, em alusão à antiga crença de que ficaria no centro do mundo. Entretanto, o nome pelo qual Tiwanaku era conhecido pelos seus habitantes se perdeu, uma vez que esse povo não deixou linguagem escrita. O mais antigo testemunho está no “Portal do Sol”, erguido em honra ao deus solar Viracocha, nome que significa “Aquele da espuma do mar” (porque, segundo as antigas lendas, o referido deus teria vindo do mar, sobre as ondas).
“Lágrimas do céu” é um tema encontrado também no sudeste dos Estados Unidos. Às vezes é chamado de “culto do Sol” e seu conjunto de emblemas, rituais e símbolos religiosos está espalhado de Flórida para Oklahoma e Wisconsin. Os emblemas incluem conchas gravadas, esculturas em pedra e em argila, jarros de cerâmica e outros itens que são decorados com rostos de cujos olhos escorrem lágrimas.
A chuva, combinada com trovões, inspirou antigos mitos e histórias. Muitas vezes, estes dois eventos foram usados como elementos para punir os “ímpios de coração”. Havia muitas maneiras de provocar a ira dos deuses, como mentira, incesto, roubo, maus-tratos dos animais, desperdício de alimentos ou o não cumprimento de um juramento. Seca, fome e destruição de lavouras eram as punições favoritas da vingança dos deuses. No Antigo Testamento, esta punição foi realizada em grande escala, Deus abriu as portas do céu para que chovesse sobre os ímpios por quarenta dias e quarenta noites.
No mito mexicano da deusa Chalchihuitlicue, relata-se que “A Senhora da “saia de jade” foi responsável pelo Grande Dilúvio, que destruiu o mundo na última era. Vendo o desequilíbrio humano, ela decidiu salvar alguns escolhidos e construiu uma ponte (para que eles pudessem passar) do quarto mundo ao quinto. Depois enviou chuvas torrenciais para afogar todos que tinham cometido atos de maldade e violência contra seus semelhantes ou os seres da natureza. Os povos que a honravam faziam procissões para seus templos pedindo chuvas suficientes para fertilizar a terra, mas sem inundá-la. Uma reminiscência das antigas celebrações das deusas astecas da chuva foi preservada no México na comemoração da Virgem de Zapopan. Na Guatemala, a “cerimônia da chuva” era celebrada com danças de mulheres segurando moringas cheias de água, batendo tambores e sacudindo chocalhos, enquanto invocavam as chuvas purificadoras e fertilizadoras. Em uma antiga gruta da cultura olmeca perto de Cuernavaca, encontra-se esculpida na rocha uma representação da deusa da chuva, regente da fertilidade, a própria gruta tendo o formato de uma serpente. Os índios Pueblo realizam até hoje cerimônias para invocar o “Povo das Nuvens” e atrair a chuva, enquanto os Hopis fazem elaborados desenhos com areias coloridas representando nuvens e danças alegres que festejavam a chuva. Os dançarinos apaches se vestem até hoje com trajes que imitam os animais sagrados como salamandra, sapo, tartaruga, peixe e entoam canções e orações para propiciar a chuva. Os índios Chaco acreditam que a chuva é um espirito que anda montado no cavalo, enquanto outras tribos norte-americanas acreditam que ao jogar uma certa espécie de aranha na água, ou molhar a cauda do búfalo e salpicar água na terra, este fato irá atrair a chuva. Os Aimarás ainda seguem um ritual especial quando a seca é prolongada. O xamã da tribo vai até o lago Titicaca e enche várias vasilhas com água, sapos e plantas aquáticas, deixando oferendas para os espíritos do lugar de onde os tirou. Homens em balsas o acompanham tocando flautas e tambores e orando para os espíritos das montanhas. Depois, uma procissão de homens e mulheres conduzida pelo xamã sobe a montanha Ampatu e deixa as vasilhas com água e sapos em dois altares em pleno sol, orando para que o Pai e a Mãe da Montanha enviassem a chuva. Com o calor solar, a água evapora e os sapos gritam em desespero, lamento que compadece os espíritos da montanha e com pena dos sapos torrando, eles enviam a chuva refrescante.
No Japão no primeiro dia do Festival dos Mortos, milhares de pequenos barcos são preenchidos com comidas e mensagens para os parentes falecidos e os ancestrais. Pede-se aos espíritos que entrem nos barcos que são soltos na água, passando sob um símbolo xintoísta em forma de arco, representando a Grande Mãe, o Portal para entrar e sair da vida, o retorno para a Fonte divina, o “Santuário das almas errantes”. Na China homenageava-se nas fontes d’água, na época das chuvas e inundações, a deusa Xiumu Niangniang, a “Mãe das águas”, pedindo-lhe que as suas dádivas viessem na medida certa. Também na província de Hong Kong comemorava-se a deusa d’água Tien Hou, a “Rainha do Céu”, Regente do oceano e da estrela do Norte, que protegia os marinheiros e pescadores, consultando os ventos e flutuando no meio das nuvens para descobrir e salvar aqueles que corriam perigo. Sua irmã Chuan Hou, a “Deusa da alvorada” regia os rios, a pesca, os animais aquáticos e as viagens marítimas. Os hindus celebravam Ranu Mbai, a Regente da chuva, da fertilidade e da primavera, quando as mulheres estéreis a reverenciavam levando vasilhas com água de chuva para as suas estátuas, molhando-as e pedindo que fertilizasse e abençoasse seus ventres com o dom de gerar a vida. Na Austrália, os aborígenes honravam Wonambi, a “Deusa da chuva e fertilidade”, vista como uma serpente guardiã do arco-íris, enquanto na Finlândia, Rana Neida era louvada como a protetora das renas prenhes e propiciadora da sobrevivência das tribos. Na África do Sul comemorava-se o “Dia da chuva sagrada” celebrando a deusa Mbaba Mwana Waresa, Guardiã da chuva e do arco-íris. Mokosh era uma antiga deusa eslava regente da terra e da água, cujo culto sobreviveu até o século XVI na Sérvia; ela reinava sobre as águas do céu e da terra, a umidade, fertilidade, os animais aquáticos e a pesca. Era simbolizada por pedras com formato de seios e acreditava-se que ao sacudi-las, o leite delas se manifestava como chuva. Na época de seca, as pessoas iam em peregrinação para os rochedos a ela consagrados, pedindo saúde, sorte e prosperidade. No folclore russo seu nome sobreviveu como Mokushka, espíritos femininos que sobrevoavam as casas, protegendo ou assombrando as pessoas e tecendo durante a noite em teares invisíveis.
Na antiga Grécia e Roma os regentes da chuva eram Zeus ou Júpiter, cujos sacerdotes sacudiam galhos de carvalho – sua árvore sagrada – para atrair a chuva e jogavam pequenas imagens dos deuses para pedir que trouxessem a chuva. Nos países anglo-saxões, os druidas lançavam jatos de água sobre moças nuas ou sobre bonecas de pano vestidas com folhas, prática ainda existente em alguns lugares remotos da Europa. Havia procissões conduzidas pelos druidas para certas fontes sagradas ou locais mágicos, onde eles batiam na superfície da água ou jogavam água sobre pedras especiais. A igreja cristã apoderou-se destas tradições, os padres substituíram os druidas e continuaram as procissões levando imagens de santos. Mesmo cristianizadas, com o passar do tempo, estas práticas foram consideradas pagãs e proibidas. Na Rússia celebravam-se as Russalkas, espíritos femininos da água, cuja dança noturna proporcionava o crescimento e a maturação das plantas. Elas se apresentavam como lindas moças vestidas com roupagens de folhas verdes e serpentes nos cabelos, que traziam as chuvas para o campo. No final do verão elas se escondiam no fundo dos rios onde permaneciam até a primavera seguinte e recebiam oferendas de pão e sal por se acreditar que eram espíritos de virgens afogadas. Com a cristianização, as Russalkas foram sincretizadas com a Virgem Maria resultando assim a figura de Mari-Russalka, protetora das águas e dos salgueiros. Na Romênia, nos períodos de seca, as moças das aldeias se cobriam com folhas e galhos verdes e dançavam nas ruas pedindo chuva, enquanto a multidão jogava sobre elas baldes com água e recitava orações para as Paparudas, os espíritos das águas.
Na Índia monges budistas atraem a chuva vertendo água em pequenos orifícios feitos no chão dos templos; as mulheres amarram um sapo a uma peneira giratória e cantam pedindo chuva, despejando água sobre o sapo. A crença no poder da serpente trazer a chuva é revelada pelos dois grandes festivais na estação chuvosa, quando imagens de serpentes são banhadas e orações de gratidão entoadas. Para os antigos hebreus, a chuva era a benção divina como retribuição pela obediência humana às leis de Deus. No Gênesis menciona-se a “separação das águas”, o reservatório da chuva sendo o tesouro divino cujas chaves eram guardadas por Deus. As secas eram vistas como punição pelos pecados da volúpia, cobiça, avareza, maldade, mentiras, roubos e pelas práticas pagãs.
Vários animais são vistos como guardiões ou totens das divindades da chuva como sapos, serpentes e répteis. Em certos lugares, determinadas pedras eram honradas como intermediárias para pedir a chuva ao serem imploradas, molhadas ou submersas. Se a chuva fosse forte demais, elas eram colocadas perto do fogo para secarem. O comportamento de diversos animais podia indicar a chuva: gritos de pássaros, procissão de formigas, voo baixo de corvos, gansos, andorinhas, vagalumes, enquanto o agravamento de certas dores ou doenças humanas também servia como alertas.
No período neolítico a Deusa era venerada como a “Fonte de água que sustentava a vida” e que caia do céu em forma de chuva ou brotava da terra como fonte, rio ou lago. Asim como a constelação da Via Láctea representava a energia nutridora fluindo dos seios da Mãe Celeste, a Mãe Terra era cercada pela água dos mares, que, ao evaporar e cair como chuva a fertilizava e sustentava a vida de todos os seres. A água era o poder gerador, fertilizador e nutridor da Grande Mãe, que ela oferecia ou guardava. Vasilhas que continham água ou leite simbolizavam a própria Deusa, como comprovam as estatuetas das deusas da Mesopotâmia segurando o vaso da vida. O hieróglifo da deusa celeste egípcia Nut era um jarro. Inúmeros vasos moldados com seios e decorados com linhas paralelas, ondulantes, em ziguezague, espirais ou semelhantes às letras V e M (que eram os símbolos da água), encontrados na Creta e Grécia, personificam as deusas celestes, cujo leite nutridor caia dos seus seios em forma de chuva. Os jarros representavam o ventre da Deusa, de onde fluía a água doadora da vida como leite ou chuva.
O pássaro era um animal consagrado à Deusa na sua representação como “Regente do abismo profundo das águas cósmicas”, materializadas como mares, rios, fontes, lagos. Tanto os pássaros que sobrevoavam a terra, quanto os que mergulhavam na água, eram elos entre as duas dimensões que cercam o mundo humano e unem as “águas de cima e as de baixo”. A Deusa Pássaro, antiga representação da “Mãe doadora da vida” é uma imagem composta de mulher e pássaro, com corpo ovoide e pescoço comprido, cujas estatuetas existiam desde o período neolítico e o seu culto durou entre os séculos 13-5 a.C. na maior parte das civilizações, principalmente no Sul da Europa e Ásia. Nestas imagens a Deusa aparecia com formas de cisne, garça, mergulhão, pato, ganso, coruja, pomba ou como vasos com imagens de pássaros ou mulheres com máscaras de aves. Leite, água, chuva e orvalho eram atributos femininos e lunares, fertilizadores e nutridores. Na antiga Suméria, o céu era a própria Deusa, as nuvens carregadas de chuva sendo seus seios plenos de vida. Inanna era reverenciada como Rainha do céu e Regente da chuva, que, ao cair sobre a terra, fazia as sementes germinarem. Um lindo verso de um hino dedicado a Ela descreve assim as dádivas de Inanna: “Eu piso sobre as nuvens e a chuva cai, eu piso sobre a terra e as sementes se abrem e florescem”
Para muitos de nós, a chuva tornou-se um empecilho, as crianças não podem brincar lá fora, temos de levar guarda-chuva e às vezes brincamos dizendo que para fazer chover, basta lavar o carro. Para os agricultores, a seca pode significar sérias e reais dificuldades, não apenas financeiras, mas da própria sobrevivência, enquanto as inundações destroem lavouras e moradias. A maioria de nós, quando longe dos problemas e dos lugares atingidos, sente as consequências da falta ou excesso de chuva pelo noticiário da noite, ou no supermercado, pela carência de produtos ou aumento de preço dos legumes ou frutas. Nossos antepassados tinham outra visão e os seres e eventos da Mãe Natureza eram sagrados. Por isso, as tradições ancestrais devem ser lembradas e honradas, e nós como seus herdeiros, devemos ensinar aos jovens e crianças serem mais compreensivos e sensíveis aos mitos e lendas relacionadas com “as lágrimas do céu”.

Por: Mirella Faur

A ERVA DE CADA SIGNO

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ÁRIES

É comum o ariano não saber se controlar – a impulsividade é uma de suas características mais marcantes. MIL FOLHAS é o nome da erva que atua no sistema nervoso e diminui a ansiedade. Pode ser feito chá para beber ou jogar no corpo após o banho.

TOURO
Aquele que nasce sob o signo de Touro, geralmente não consegue demonstrar seus sentimentos sem valorizar suas idéias com facilidade. Quando a garganta fica travada, a MALVA entra em ação, aliviando esse incômodo. Ela pode ser usada em chás, banhos ou gargarejos.

GÊMEOS
Comunicador incansável, o geminiano expõe-se muito à agitação. Essa inquietude pode se refletir em problemas de estômago e pele. A HORTELÃ PIMENTA é indicada nos casos de estresse ou diante dos lapsos de memória. Além de fazer chá, suas folhinhas podem ser mascadas.

CÂNCER
A sensibilidade à flor da pele deixa a pessoa de Câncer vulnerável em ambientes carregados de energias negativas. A ARTEMÍSIA usada em banhos e chás pode auxiliá-la nesse sentido, pois ajuda a superar os medos, a renovar os ânimos e a espantar os maus fluídos.

LEÃO
O ego exagerado de quem nasceu sob o signo de Leão, gera um enorme cansaço físico. Nessas horas, é de uma injeção de disposição de que ele precisa. O ALECRIM – utilizado em banhos e chás – é revigorante e dá um chega para lá na depressão.

VIRGEM
O perfeccionismo é muito desgastante e prejudicial quando levado ao extremo. Quem é do signo de Virgem tem que se policiar com freqüência para que isso não aconteça. Um chá de ERVA-DOCE é ótimo para acalmar.

LIBRA
Algumas incertezas são suficientes para abalar o sistema nervoso do libriano. Aumentar a autoconfiança e colocar as idéias em ordem é do que necessita para conquistar tudo aquilo que deseja. A ALFAZEMA proporciona o equilíbrio e pode ser usada em banhos ou chás.

ESCORPIÃO
Na maioria das vezes, a pessoa regida por Escorpião demora para identificar suas reais vontades, além de ter dificuldade para dar o primeiro passo. Por isso, sempre acaba tendo de remediar ao invés de prevenir. A CARQUEJA é uma erva que garante a iniciativa.

SAGITÁRIO
A busca de novos desafios é constante na vida das pessoas de Sagitário, que muitas vezes sentem-se esgotadas. Tensão e dores musculares tornam-se freqüentes, deixando-o ainda mais abalado. Um banho ou um chá de SÁLVIA combate esse estresse.

CAPRICÓRNIO
A rigidez consigo mesmo e com todo mundo pode levar aquele que nasceu sob o signo de Capricórnio a viver cheio de bloqueios. É hora de dar um jeito e começar a aproveitar melhor suas oportunidades. A erva CAVALINHA, em forma de chá ou no banho de imersão, expulsa a negatividade.

AQUÁRIO
A mente de quem é de Aquário não tem sossego! É difícil desligar-se dos problemas que o cercam antes de encontrar uma solução. Isso pode levar à insônia, à indigestão ou à falta de apetite. A MELISSA, além de calmante, ajuda a eliminar vícios físicos e mentais.

PEIXES
O pisciano é do tipo que vive no mundo dos sonhos. Levar a vida com um pouco de ordem, disciplina e os pés no chão é o seu grande desafio. Colocar os pés de molho em água quente com MANJERICÃO é a dica para manter a mente em sintonia com a realidade do dia-a-dia.

Márcia Vianna

 

Eliminando Imagens Negativas da Mente

imagens na mente

Muitas pessoas falam sobre pensamentos negativos que tomam suas mentes o tempo todo. Para isso, existem técnicas de programação da mente que ensinam como chavear a nossa imaginação. Algumas destas técnica são complexas, enquanto outras são simples, como esta:

Quando qualquer imagem negativa aparecer em sua mente, imagine sempre a transformação dessa imagem, a eliminação da mesma e a substituição por outra imagem, da mesma frequência, mas positiva. Isso é chavear a imagem, fazer com que a última imagem seja sempre a positiva. Isso pode ser usado também com o pensamento (ideia, vontade, etc.).

• Mentalize uma nuvem muito branca envolvendo você. Relaxe e concentre-se apenas nessa nuvem branca. Depois, mentalize que esta pegando um pedaço dessa nuvem e com ele está apagando de sua mente a imagem negativa.

• Forme outra imagem, com os mesmos personagens, cenário, elementos, mas que seja positiva. Inverta tudo que havia de negativo na cena. Inverta, troque as palavras, use a criatividade e a imaginação.

• Mentalize agora essa nova imagem crescendo, envolvendo você, e coloque-se no cenário, vivenciando a cena, agora, com emoção positiva, tudo de bom que está acontecendo. Apague, recrie, vivencie e esqueça …

Via: Conhecimentos Ocultos

O GRANDE FLASH DE LUZ ESTÁ CHEGANDO…

flash luz

A consciência humana, apesar da expansão que experimenta atualmente, ainda é tão limitada que mal compreende o que está acontecendo e o que está por vir em relação à passagem da Terra de um Mundo 3D para uma Dimensão 5D e acima. Isso também ocorre pelo fato da Terra nunca ter passado por isso antes. É natural então que a própria Ciência não tenha nenhuma referência a fim de criar argumentos plausíveis. Para ela, tudo aquilo que ainda não foi comprovado, não existe.

Mas você que está expandindo a consciência, entende muito mais deste assunto que os próprios cientistas, céticos, infelizmente fechados para admitir que somos seres espirituais em experiência humana. Os céticos, só conseguem atestar para essa verdade, no além túmulo. Após descartar o corpo de matéria, o Espírito liberta-se do véu que embaçava a sua consciência transpessoal e reconhece enfim que é um ser quântico, imortal.

Todos os Planetas cuja vibração corresponde à Terceira Dimensão, oferecem aos Espíritos que os habitam, experiências limitadas, isto é, sujeitas ao esquecimento de suas origens. A Terra, a nossa casa planetária, nos mostrou isso de forma clara. Ao menos isso, todos nós já sabemos.

Mas há sempre a possibilidade de mudanças, pois os Universos, as Galáxias, as Estrelas e os Planetas continuam o seu movimento natural e infinito. Há uma progressão que faz parte dos projetos do Criador. E a Terra, esse minúsculo grãozinho de areia, não foge às regras.

O nosso Sistema Solar, ao se mover nas bordas da Via Láctea, entrou num quadrante onde a Luz fotônica é muito intensa. A Terra, em particular, adentrou esse espaço definitivamente em 2012. Comparando, é como se a noite escura cessasse e o dia surgisse para iluminar as trevas antes reinantes.

As informações que estão além da Ciência, chegam necessariamente através de canalizações de consciências mais alargadas. Através dos canais mediúnicos que a cada dia mais se abrem em função da consciência mais expandida dos seus portadores, podem chegar de muitas maneiras, mas em geral, ou vêm através da comunicação direta com Espíritos mais elevados ou diretamente da Fonte.

Tudo segue uma ordem harmoniosa e firme em seus propósitos. A Transição Planetária não pode ser feita de um momento para outro. Isso causaria a destruição do próprio Planeta e de tudo o que há nele. Nenhum ser vivo conseguiria mudar o seu velho DNA base carbono para o seu novo GNA base cristalina. Então, a Transição prossegue dentro de um controle externo administrado por Espíritos benevolentes que aqui estão para tal fim.

Desde 2012 a intensidade da Luz proveniente do Cinturão de Fótons banha a Terra e seus habitantes. Essa Luz está num crescendo contínuo, pois ainda não é possível suportar picos mais intensos. Na média, chega ao ponto máximo que se pode resistir, por isso, ela é o motivo de tantos sintomas de desconforto sem causa aparente

Aos poucos, não somente os corpos físicos se adaptam à maior intensidade de Luz, mas a consciência também vai se alargando e, desta forma, provocando o despertar em massa. Houve algumas ondas, não muito intensas é obvio, desde 2012 até aqui. Mas agora, tudo foi preparado para a grande ONDA que está para chegar.

No último mês de novembro, após a meditação coletiva de 11-11, um GRANDE FLASH DE LUZ ADAMANTINA, desprendeu-se num pulso intenso do Sol Central Cósmico e está vindo em direção à nossa Galáxia e, por conseguinte, ao nosso Sistema Solar e chegará à Terra na Primavera do Hemisfério Norte, que será o Outono aqui para nós do Hemisfério Sul.

Teremos então em 2020, uma grande onda de despertar de consciência. Já há uma parcela expressiva da humanidade desperta, mas agora, uma segunda Onda elevará ainda mais o coletivo necessário para que a Transição ocorra de uma forma mais harmoniosa.

Para os já despertos, essa Onda será muito gratificante. Trará para a consciência muito conhecimento e lembranças que ainda não era imaginado existir. É um passo adiante na escalada evolutiva de cada um.
Para os que estão prontos para despertar, será um misto de alegria e de preocupações, pois uns compreenderão o processo mais facilmente, e outros, terão um pouco mais de dificuldades ao menos no início. Mas depois, tudo estará mais harmonioso.

Já para aqueles que não estão prontos, a maioria nem sequer compreenderá o que está acontecendo. Embora as dificuldades e o desconforto que essa Luz vai causar neles, entendem que isso é normal, pois o CAOS está cada vez mais intenso. Mesmo que alguns não suportem as vibrações mais elevadas em virtude de seus corpos e consciências mais densas, haverá certamente, também os que nem sequer perceberão as mudanças. Para estes, qualquer assunto como isto escrito aqui, será sempre uma ilusão, ou uma “viagem” como gostam de dizer.

Essas informações têm sempre o propósito de esclarecer e ajudar aqueles que têm sede de saber e avidez por conhecimento. Não há nenhuma razão para sentir medo ou preocupações desnecessárias, pois que tudo está acontecendo para a nossa libertação do Mundo de Expiações e Provas. Há todo um aparato e uma proteção amorosa por parte dos nossos Irmãos Galácticos, a fim de nos guiar e proteger de dores e desconforto desnecessários.

O coração do Universo pulsa agora muito mais forte e a cada pulsar, uma Nova Onda de Luz vai chegar à Terra, promovendo todas as mudanças necessárias a fim de que possamos todos subir mais uma oitava dimensional. Chegou enfim o Final de um Tempo Sombrio e um novo horizonte surge logo ali adiante. A Era da Luz está à um passo de nós. Bem aventurados os que herdarão a Nova Terra!
Eu sou Vital Frosi e minha missão é o esclarecimento!
Namastê!

Via: Vital Frosi

Mertiolate – Cicatrizante e antisséptica, planta trata aftas e gengivites

MERTIOLATE

Conhecido pelo alto poder cicatrizante e antisséptico, o Mertiolate, nome popular da planta Jatrofa Multifida, que é ornamental, tem importantes propriedades medicinais que a fazem ser indicada para cultivo em quintais e jardins.

Usado em medicamentos para uso tópico, higieniza ferimentos e outras lesões superficiais da pele ou da boca, sendo sua principal ação combater as bactérias, evitando infecções.

Pode ser usado na limpeza de cortes, feridas, arranhões, infecções superficiais da pele, umbigo do recém-nascido, pé-de-atleta e unhas encravadas. Também é indicado para uso oral em gengivite, infecção na boca, aftas, prevenção de placa bacteriana e estomatite.

Aplica-se quantidade suficiente do medicamento sobre a área afetada, de 3 a 4 vezes ao dia. Se for necessário, proteger o local com gaze ou outros curativos.

Contra gengivite, enxagua-se a boca com 15 ml da solução de Mertiolate a 0,12%, durante 30 segundos. O procedimento deve ser feito 2 vezes ao dia, após a utilização de fio dental e escovação.

Origem
Ocorre naturalmente no México,  América Central e Brasil. É um exemplar popular na paisagem ao sul da Flórida (EUA). Em Santa Catarina (Brasil) é encontrada apenas como planta cultivada e ornamental.

Nome em outros idiomas

  • Inglês: coral plant, physic nut
  • Alemão: korallenstrauch

Descrição [1,2]
Arbusto perene ou semi-decíduo, ligeiramente suculento, ou árvore com uma coroa solta e espalhada. Pode crescer até 6 m de altura, embora em cultivo é provável que alcance entre 2 a 3 m.

As flores são muito pequenas de cor vermelho-brilhantes e agrupadas em cachos. A folha tem de 10 a 20 cm de largura, dividida em segmentos ou lóbulos estreitos, afilados, longos e podem ter as extremidades lisas ou dentadas.

Os frutos são amarelos e normalmente contém 3 sementes. Apresenta seiva abundante leitosa ou incolor.

A planta é coletada na natureza como medicamento e fonte de óleo. Foi introduzida como ornamental na região dos trópicos da Europa, mas há muito tempo é cultivada como uma sebe. A inflorescência vermelha tem grande demanda por floristas e confecção de pequenos buquês usados por mulheres na cintura, ombro e pulso.

Uso popular e medicinal [1,2]
O óleo da semente é às vezes usado como catártico (acelera a evacuação de fezes), embora possa causar forte irritação e até intoxicação. O óleo é aplicado internamente e externamente como abortivo.

As sementes são usadas como purgativo e emética (provoca vômito). Seu uso foi quase abandonado na medicina tradicional mexicana, embora conste da Farmacopeia deste país.

O látex é usado externamente no tratamento de feridas infectadas, úlceras, infecções cutâneas e sarna. Na Indonésia um dos nomes locais é iodium (iodo), que reflete o uso popular como remédio para feridas.

Na Indochina as raízes secas são dadas em decocção contra indigestão e cólica. São também prescritas como um tônico para tratar orquite (inflamação dos testículos) e edemas (inchaços).

As folhas contêm saponinas, são usadas como purgativo e no tratamento de disenteria e sarna.

No noroeste do Estado do Paraná (Brasil), onde é conhecida por mertiolate ou bálsamo, tem sido utilizada na cicatrização de feridas. A seiva incolor extraída da folha é aplicada diretamente sobre a lesões. Em alguns casos é ingerida para tratamento de úlceras gastrointestinais.

Um trabalho acadêmico verificou a atividade cicatrizante do exudato das folhas aplicado localmente sobre lesões induzidas em ratos.  Conclui-se que o exudato apresentou uma tendência em acelerar o processo de cicatrização, porém os autores sugerem mais estudos para desvendar o mecanismo de melhora da ação cicatrizante ocasionado pela planta.

  Cuidado
Todas as partes da planta são venenosas. As sementes maduras e secas contêm um óleo perigoso. Overdose pode ser contrabalanceada com um copo de vinho branco. Suco de lima e estimulantes são os melhores antídotos em casos de envenenamento pelas sementes.

O contato da seiva com a pele pode causar dermatite.

 Referências

  1. Useful Tropical Plants: Jatropha multifida – Acesso em 28 de maio de 2017
  2. Revista Brasileira de Farmácia (2008): Verificação da atividade cicatrizante do exudato de folhas de Jatropha multifida – Acesso em 28 de maio de 2017
  3. Image: Courtesy of Jörn Uwe Germer (The Virtual Botanic Garden – Virboga)
  4. The Plant List: Jatropha multifida – Acesso em 28 de maio de 2017

O EXPURGO DAS BAIXAS VIBRAÇÕES

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Na medida que as vibrações se elevam da 3D para 5D e acima, uma verdadeira revolução energética acontece sem que os nossos olhos físicos possam ver. Tanto à nível individual como coletivo; tanto no reino hominal quanto nos demais. Seja animal, vegetal ou mineral, tudo se ajusta de acordo com as energias da Nova Terra.

No nível individual, duas grandes mudanças ocorrem simultaneamente: a primeira e mais importante, se dá ao nível de consciência. A segunda, é em relação aos corpos físicos humanos.

Ao nível de consciência, temos todas as facilidades para provocar o despertar e erguimento do véu. Este processo alarga cada vez mais a nossa visão e entendimento de quem somos, de onde viemos, porquê estamos aqui e para onde devemos ir. A elevação da consciência é o primeiro passo para entender todos os demais movimentos e também para tornar mais suave tais ajustes energéticos.

A consciência desperta compreende melhor as mudanças que ocorrem também em nossos corpos formados na velha energia 3D, ou seja, base carbono, e que aos poucos vai se transformando em corpos base silício (cristalino).

Passar por esta metamorfose pode ser leve e suave ou pesada e dolorida, depende da compreensão e da maneira como se resiste às mudanças. A maioria das dores sentidas nessa transformação é provocada pela resistência que cada um tem em mudar. Quanto mais se resiste, mais o nó aperta!

À nível individual, a resistência em mudar tais vibrações provoca dores e sintomas diversos, pois cada indivíduo tem a sua energia própria e os seus pontos mais vulneráveis. Quando a resistência se prolonga demasiadamente, tais sintomas podem se transformar em doenças. A doença afrouxa os nós que prendem o ser humano às velhas energias 3D e desta forma, libera mais rapidamente, pois é como se ele dissesse: “sim, eu aceito a mudança”.

E, finalmente, também chega-se ao momento de “ruptura”, nos casos em que nenhuma das situações anteriores são aceitas. Neste caso extremo, não há outra alternativa. As energias se tornam cada vez mais incompatíveis com a Nova Terra e, sem a ressonância necessária, o Espírito desencarna e vai corporificar em outro Orbe compatível com a sua vibração.

Lembrando sempre que nem todos os que estão deixando a matéria agora serão exilados. Muitos cumpriram com a sua missão de alma e deixam agora os seus velhos corpos físicos para retornarem logo adiante em corpos de Cristal, compatíveis com as energias de 5D e acima.

Á nível coletivo, muda um pouco o processo, pois muitas vezes, a dor de um afeta também as dores dos demais. Geralmente, entre grupos familiares, ocorre uma situação onde um membro da família passa por uma provação muito grande, colocando todo o grupo na dor comum. Isso apressa um pouco o nivelamento energético não somente deles, mas também de todo o Planeta. É bom que se observe, nestes casos, se a situação persistir por muito tempo, há certamente um ou outro que está resistindo às mudanças internas. Mesmo assim, a maioria consegue passar pelo processo de expansão de consciência de uma forma, diríamos, rápida, considerando os demais Espíritos encarnados.

Os demais Reinos, animal, vegetal e mineral, também estão fazendo a sua troca de energias para níveis mais elevados condizentes com a Nova Terra. Para um bom observador não é difícil notar como os animais estão diferentes. Há uma mudança visível também nos vegetais, principalmente quanto ao seu desenvolvimento, à floração, frutificação e até com a sua saúde fitossanitária.

A Terra também é um ser vivo, que respira, pulsa e se transforma. Ela também tem consciência. E esta consciência agora se eleva à Dimensões superiores. É tanta mudança que, já está chegando informações dos Amparadores Angélicos, dizendo que a intensidade de Luz fotônica será tanta, que transformará o nosso Planeta numa Super Nova, ou seja, uma Estrela em formação. Talvez nos dando o entendimento de como tudo se transforma neste Universo: as Luas se transformando em Planetas; Planetas em Estrelas e Estrelas em Sóis.

Toda a velha energia 3D que foi criada aqui na Terra precisa ser expurgada. Então para onde ela vai? Naturalmente, não se pode pegar essa energia ruim e colocar em algum lugar. Lembremos que tudo aquilo que se cria, tem um dono. E não é diferente com a Terra. Certo que as energias negativas foram os humanos que criaram. Por isso, os humanos sempre arcaram com as consequências em suas liberações.

Os movimentos telúricos, ou seja, terremotos, tsunamis, furacões, enchentes, granizo, secas intensas, incêndios, o próprio movimento das marés e dos ventos relativamente calmos, é que fazem a limpeza dessas energias densas. Funcionam como uma assepsia num ferimento. Dói mas depois vem a melhora.

Na medida que a Terra se afirma nas energias de Quinta Dimensão, a humanidade também vai sendo beneficiada. Além da cura e do bem estar coletivo, pois nessa Dimensão 5D não haverá dor e nem sofrimento, a Terra não precisará mais expurgar e nem curar suas feridas, pois elas já não existirão mais. Assim, não haverá mais catástrofes naturais. Até o clima será ameno, sem os extremos de calor e frio. Isso também explica o derretimento do gelo nas calotas polares, foto incontestável nos dias de hoje.

Todo o processo de mudança climática, mesmo aquilo que alguns afirmam que são provocados pelo homem, na verdade é um processo natural de ajuste da própria Terra. Claro que de forma individual, todo o homem que agredir o meio em que vive, ou desrespeitar as regras do bom convívio com a mãe natureza, obviamente não terá a energia compatível para herdar a Nova Terra. Não haverá nova encarnação aqui para tais Espíritos. É uma questão de incompatibilidade na ressonância energética. O expurgo é espontâneo e natural. E tudo é assim, quer queiramos ou não!
Eu sou Vital Frosi e minha missão é o esclarecimento.
Namastê!

A ENERGIA TRANSFORMADORA DOS CHAKRAS

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O que são os chakras e para que servem.

O Sistema de Chakras tem origem nas antigas tradições da Índia.

Antigos textos da literatura iogue da Índia discorrem sobre a existência de centros de energia no interior do nosso corpo sutil. As informações contidas nesse legado histórico nomeia esses centros de energia como “chakras” – palavra que em sânscrito significa “círculo”, representando os chakras como vórtices rodopiantes de energias sutis.

Os primeiros registros escritos foram encontrados em antigas escrituras hindus, cujas datas são estimadas por volta de 600 a.C. É muito provável que esse conhecimento tenha sido transmitido oralmente, passando de geração em geração, muito tempo antes de ser registrado, embora não haja informações precisas nem uma estimativa do início dessa possível ocorrência.

Com o desenvolvimento de tecnologias de energia sutil, capazes de detectar a presença e mensurar as funções dos campos energéticos, os cientistas ocidentais começaram a validar a existência dessas estruturas, buscando compreender seus mecanismos de ação. Anteriormente, os chakras e os meridianos eram tidos como fruto da ingenuidade de pensadores orientais primitivos e ingênuos.

A energia superior é usada para benefício do corpo humano.

Os chakras são estruturas do corpo sutil envolvidas na captação e na transmutação das energias superiores, de forma que possa ser aproveitada pelo corpo humano.

Observados pelo ponto de vista fisiológico, os chakras parecem estar envolvidos com o fluxo dessas energias superiores para as estruturas celulares do corpo físico através de canais específicos de energia sutil.

Para proporcionar o aproveitamento dessa energia, os centros de energia  atuam como se fossem transformadores de energia. Desta maneira, reduzem a forma e a frequência da energia captada para adequá-las ao nível de energia imediatamente inferior. Em seguida, ela é traduzida em alterações hormonais, fisiológicas e, finalmente, celulares por todo o corpo.

Os sete chakras principais.

Existe um consenso que define sete grandes chakras principais associados ao corpo físico.

Do ponto de vista anatômico, cada grande chakra está associado a um grande plexo nervoso e a uma glândula endócrina. Os grandes chakras estão situados numa linha vertical que sobe da base da espinha até a cabeça.

O mais baixo, chamado de chakra raiz, fica perto do cóccix.

O segundo chakra, chamado de chakra sacral ou esplênico, situa-se ou logo abaixo do umbigo ou próximo ao baço. Estes dois chakras são considerados distintos em algumas escolas de pensamento esotérico.

O terceiro chakra, o chakra do plexo solar, fica situado na metade superior do abdômen, abaixo da ponta do esterno.

O quarto, conhecido como chakra do coração, pode ser encontrado na parte média do esterno, diretamente sobre o coração ou o timo.

O quinto chakra, que é o chakra da garganta, está localizado no pescoço, próximo ao pomo de Adão, ficando diretamente sobre a tireoide e a laringe.

O sexto chakra, o chakra da testa, situa-se na parte média da fronte, ligeiramente acima do cavalete do nariz.

O sétimo chakra, o chakra  está localizado no alto da cabeça.

O sistema de energia possui diversos chakras secundários.

Existe menção, em alguns textos esotéricos, quanto à existência de doze grandes chakras. Além dos sete acima mencionados, existem dois na palma das mãos, dois na sola dos pés, e um associado à medula espinhal e ao mesencéfalo.

Além dos grandes chakras principais, existem também numerosos chakras secundários associados às principais articulações do corpo, tais como os joelhos, os tornozelos, os cotovelos, etc. Estima-se que, entre todos os chakras principais e os secundários, pode haver cerca de 360 chakras atuando no corpo humano.

Cada um dos sete grandes chakras, além de suas funções no equilíbrio do organismo físico, está também associado a um certo tipo de capacidade de percepção psíquica, conferindo-lhes a função de ser uma espécie de órgão sutil de percepção.

Por: José Batista de Carvalho

O QUE SIGNIFICA A PIRÂMIDE

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Enoch diz que cada nível de evolução possui uma Pirâmide de Luz, através da qual a Criação humana deve passar para a Criação maior.
A Pirâmide mostra que a Mente Universal é onipresente em cada vibração do fluxo consciencial. Para onde quer que você olhe, você descobrirá que o fluxo consciencial conduz à esta constante Universal.
Se observar cristais de sangue sob um microscópio eletrônico, você encontra a forma do campo piramidal nas formas cristalinas do sangue. Um exame das unidades piramidais nos átomos de hidrogênio também revelará a geometria da Estrela de David como uma forma vivificadora.
Cada uma das incorporações de “Luz divina” representa a Pirâmide cosmológica do Eu Superior divino entrando em união com a bio-Pirâmide humana no Universo físico.
Quando as duas Pirâmides de Luz se unem para formar uma Estrela de David, nasce um novo Universo estelar de inteligência. (Corpo Merkabah) . Consequentemente, o EU SOU do Universo Superior conecta-se ao EU SOU do Universo inferior através dos Senhores de Luz que conduzem esta unificação para uma harmonia de Luz conhecida como a Casa de David.
As forças conscienciais da Grande Pirâmide (de Gizé) estão alinhadas com pontos estelares específicos (Órion e Pleiades) que trabalham com áreas de distorção temporal planetária. . Estas áreas do campo magnético da Terra, encontram-se em certos pontos de energia ou vórtices. . Estes são os controles limiares centrais, a região da “programação positiva” usada pelos Senhores de Luz Elohim para conectar as muitas Galáxias ao nosso Universo-Pai.
Dentro de nosso quadrante galáctico, estes controles limiares são necessários na coordenação da navegação celestial entre Universos. Nós devemos também entender as Plêiades como um dos centros Chaves para a propagação da Luz.
As Plêiades são uma medida para todos os principais cronômetros – todos os templos astrofísicos. Estes cronômetros na Terra estão localizados em malhas magnéticas e focados na Grande Pirâmide. 
A Terra é controlada por grandes eixos de energia geomagnética e que cada eixo de energia tem, doze eixos, todos interconectados a certas partes do campo estelar do planeta. Linhas de força invisíveis estabelecem um padrão sistemático para a formação de partículas de matéria e antimatéria na programação e controle de inteligência individual. 
Assim os astrônomos devem entender por que os antepassados consideraram a Pirâmide como o acesso para as Estrelas e a forma pela qual as inteligências estelares vêm servir à Criação humana. 
O Homem entenderá como as geometrias da Pirâmide unem espaço, tempo e matéria para formar o foco ideal de transmissão da energia estelar. A Irmandade da Luz estabeleceu Pirâmides em certos planetas deste Sistema solar em relação a Saturno (base dos controladores). 
“O Homem deve considerar-se como parte de um campo de inteligência ionizado mais extenso, operando como parte destas inter-relações. Contudo, como ele é mais do que um hospedeiro da unidade linear da centropia, sendo uma potencialidade energética na conversão da centropia a zero, alcançando um ponto de energia pura, ele pode quebrar o elemento matéria-energia através de certas formas de expansão mental.” 
Esta projeção de Luz mental é conhecida como a ‘Iluminação do Corpo de Luz.
Resumo baseado nas AS CHAVES DE ENOCH – JJ HURTAK
Por: Vilma Capuano

O caminho do Louco: O processo de Individuação e os 22 arcanos maiores do Tarot

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O Tarot é muito mais do que um jogo. Os 22 Arcanos maiores do Tarot nos contam uma história simbólica sobre o nosso próprio inconsciente, nosso próprio Processo de Individuação, isto é, nosso processo de evolução interior. Compreender os arquétipos presentes em cada carta é compreender várias partes de si mesmo e de sua jornada!

Um dos conceitos base da psicologia analítica é o conceito de arquétipo. arquétipo é um registro simbólico que existe em nosso inconsciente, sobre imagens e símbolos universais na historia da humanidade. Um exemplo: Mãe. Quando falamos a palavra “mãe” já vem milhões de idéias e informações na nossa mente, pois o nosso inconsciente tem uma ideia do que é “mãe”. A mãe é um arquétipo. Não importa se a nossa mãe não foi perfeita, nós com certeza temos um ideal, uma ideia na nossa mente do que é uma mãe perfeita. Da mesma forma existe o arquétipo do herói, do sábio, do rei, da rainha, da mulher bruxa, da mulher princesa, e de tantos outros infinitos ideais.

Jung percebeu que acessar esses arquétipos, através de contos de fada, de filmes, de imagens ou na clínica, ajudava muito o processo de autoconhecimento de uma pessoa, porque através do acesso a essa idéia, a pessoa sai do discurso racional diretamente para o inconsciente. Peça para uma pessoa que você mal conhece falar dela mesma, provavelmente ela vai ficar desconfiada, sem graça, se sentindo exposta. Agora peça para essa mesma pessoa que você mal conhece falar de um personagem de um filme ou de um conto de fada que ela mais gosta. Normalmente a pessoa fala sem problemas, e até se empolga contando detalhes daquele personagem, e assim ela está na verdade falando dela mesma.

Quando nos identificamos com uma historia ou personagem nos identificamos porque existe naquela historia elementos nossos, da nossa personalidade, da nossa vida, que muitas vezes estão inconscientes e aquela historia ou personagem em questão nos chama a atenção e nem sabemos direito porque. crianças fazem muito isso, brincam que “são” os personagens de uma historia. Se observarmos com atenção com certeza essa escolha de “quem são” diz muito sobre quem são de fato e o que sentem.

Por isso o Tarot é uma ferramenta incrível para o trabalho na clínica, os arcanos do Tarot são pura e simplesmente arquétipos, que acessam direto nosso inconsciente. E quando tiramos uma carta ainda estamos trabalhando com um outro conceito Junguiano o da sincronicidade.

Segundo Jung não existem coincidências, mas sim sincronicidades. Se dois eventos acontecem sem uma causa especifica e carregam um significado pessoal, isso é uma sincronicidade e o universo está querendo “falar com você”. Com o conceito de inconsciente coletivo, Jung nos traz a visão de que não estamos totalmente separados do universo, tudo está conectado. E a ampliação da nossa consciência depende desse mergulho dentro desse mundo não racional.

O inconsciente e o consciente existem num estado profundo de interdependência recíproca e o bem-estar de um é impossível sem o bem-estar do outro. Esta percepção talvez seja uma das mais importantes contribuições de Jung para uma nova e mais significativa compreensão da natureza da consciência: Só poderia ser renovada e ampliada, na medida em que a vida exigisse que ela fosse renovada e ampliada, pela manutenção de suas linhas não-racionais de comunicação com o inconsciente coletivo.

Por esse motivo Jung dava grande valor a todos os caminhos não-racionais ao longo dos quais o homem tentara, no passado, explorar o mistério da vida e estimular o seu conhecimento consciente do universo que se expandia à sua volta em novas áreas de ser e conhecer. Essa é a explicação do seu interesse, por exemplo, pela astrologia, e é também a explicação da significação do Tarot.

Ele reconheceu de pronto, como o fez em muitos outros jogos e tentativas primordiais de adivinhação do invisível e do futuro, que o Tarot tinha sua origem e antecipação nos padrões profundos do inconsciente coletivo, com acesso a potenciais de maior percepção à disposição desses padrões. Era outra ponte não-racional sobre o aparente divisor de águas entre o inconsciente e a consciência, que poderia ajudar a ampliar o crescente fluxo de movimento entre a escuridão e a luz.

Simbolicamente o Arcano de numero 0, O Louco, representa cada um de nós, viajando por todo esse mundo, interno e externo, dos outros 21 arcanos. O louco representa o arquétipo do andarilho, que se joga na vida por um impulso que vem da alma, muitas vezes sem saber racionalmente ao certo pra onde essa caminhada vai o levar, apenas sente que deve ir. Quem busca o autoconhecimento, ou na linguagem Junguiana a Individuação, sabe que é exatamente essa a sensação. Mergulhamos em nós mesmos em uma jornada sem volta, num processo que sentimos que precisamos seguir. Muitas vezes somos chamados por outros de loucos, inclusive.

Em alguns baralhos o arcano “O Louco” aparece como “The Fool”, que significa o tolo, essa tolice vem no sentido de ingenuidade, pois esse arcano representa o inicio de uma jornada onde estamos muito animados e empolgados, mas ainda não sabemos o que nos espera. Porém ao fim dessa jornada o tolo se torna o sábio, e é exatamente essa transformação que o autoconhecimento nos proporciona.

O Caminho do Louco é o caminho que todos nós fazemos na vida, dentro e fora de nós. É o “sair da caverna” do Platão, descobrir que existe todo um universo lá fora e uma jornada a seguir, caminhar e descobrir suas maravilhas e terrores. Se observarmos em seqüência todos os arcanos perceberemos que eles contam uma história semelhante à jornada do herói dos contos e mitologias, e assim como na jornada do herói, cada etapa desse caminho fala também sobre nossos processos internos nos deparando com o processo de autoconhecimento no caminhar da vida. Por isso o uso do Tarot dessa forma mais terapêutica é tão eficaz, pois nos ajuda a compreender padrões de comportamento e a nos direcionar na caminhada da vida.

Então boa caminhada para todos os loucos e heróis que seguem o árduo porém recompensador caminho da busca por se “re-conhecer” e simplesmente ser quem você é.

 

Vanessa Martins é formada em Psicanálise Freudiana e Pós Graduada em Teoria e Prática Junguiana na Universidade Veiga de Almeida no Rio. Trabalha com atendimento clínico individual, adulto e infantil, tendo ministrado diversos cursos e workshops no Rio e em Campos.