Dez dicas para se tornar uma pessoa resiliente…

01-05-2018-Resilience

“Ser resiliente é ter a capacidade de possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade de um indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente as adversidades”.

Dez dicas para se tornar uma pessoa resiliente:

Em vez de se perguntar “porque isso aconteceu comigo?”, Procure se incluir na situação.

  1. Crie significado para sua realidade de vida. Isso dará a você a esperança de um futuro melhor.
  2. Procure conhecer a verdadeira dimensão de seus problemas. Os boatos só alimentam a tensão e o desespero.
  3. Separe o que você é do que faz.
  4. Tente visualizar seu futuro próximo e antecipar os acontecimentos para fazer frente as transformações de cenário.
  5. Não perca tempo reclamando. Procure resolver os problemas.
  6. Fique atento aos seus sentimentos e às necessidades de seu corpo, sono, cansaço, fome etc.
  7. Para não se tornar uma pessoa rígida e inflexível, tenha a criatividade como parceira constante.
  8. Cultive e valorize seu poder de escolha.
  9. Encare e gerencie suas adversidades como situações passageiras.
  10. Não esqueça que Deus está junto de você nessa caminhada.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.” (Hebreus 13: 5)

Ore sempre para que Deus supra suas necessidades, agradeça-O por isso e sinta-se satisfeito com o que têm. Desta forma sentirá que têm uma vida menos complicada, embora não tenha tantas coisas como antes. Lembre-se você jamais terá segurança num emprego, num cargo ou em uma conta bancária; a sua única e verdadeira segurança, deve estar sempre em Deus.

 

Por: 

A VIDA É CURTA

 

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Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.

Diz assim: A vida é curta. 
Quebre algumas regras.

Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.

Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.

Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade.
Por isso, tão necessárias.

É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.

Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.

Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.

Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.

Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.

Por que quebrar regras para se aproveitar a vida?
Quem disse que para se curtir cada momento da existência com alegria, precisamos infringir leis?

Aproveitar a vida não significa fazer o que se quer, quando e onde se queira.
Esta é a visão materialista, pobre e imediatista do existir.

Aproveitar a vida consiste em fazer o que se deve fazer, determinado pela consciência do ser espiritual, que sabe que está no mundo por uma razão muito especial.

O ser maduro, consciente, encontra no caminho do bem, da família, do amor, sua curtição, sem precisar sair por aí quebrando regras e infringindo leis.

* * *

A vida é curta ou longa.
A escolha está em quem vive.

Ela é curta para os que desperdiçam tempo na ociosidade.
Longa para os que se dedicam a uma causa nobre.

A vida é curta para os que acompanham os filhos crescerem de longe.
Longa para os que aproveitam cada instante, cada beijo de bom dia, cada beijo de boa noite.

A vida é curta para os que acham que os vícios não fazem mal.
Longa para os que desenvolvem hábitos sadios para seus dias.

A vida é curta para os que acham que a vida é uma só.
Longa para os que já descobriram que o Espírito é imortal, já existia antes desta vida e continuará existindo depois.

A vida é curta para quem não perdoa.
A mágoa mata mais cedo.
É longa para os que buscam a reconciliação, evitando a vingança destruidora.

A vida é curta para quem não sorri.
A depressão mata mais cedo.
É longa para quem cultiva o bom humor perante as situações difíceis da existência.

A vida é curta para os vilões.
Longa para os heróis.

A vida pode ser curta ou longa.
Cabe a você escolher.

 

Por: Ramanat Águia Dourada – Xamã Terapeuta da Alma

https://www.facebook.com/mauricio.r.miranda.9

Como está seu sentimento de Auto Aceitação?

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Muitas vezes experimentamos um sentimento de falta de auto aceitação e colocamos em risco a nossa auto estima. Não se aceitar é recusar manter uma relação saudável consigo mesmo.

Aceitar a si mesmo é estar alinhado, estar do seu próprio lado – apostar em si , confiar no seu taco, estar a seu favor, contar consigo mesmo.

Na maioria das vezes em momentos em que a vida nos lança em desafios, experimentamos uma dúvida interna sobre nossa própria capacidade. O que acontece quando não confiamos em nossa competência e não nos aceitamos?

A sensação de rejeição é comum na maioria das pessoas nos dias de hoje. Enquanto uma pessoa experimenta esse sentimento num nível superficial outra pode experimentá-lo num nível tão profundo que paralisa seu processo auto evolutivo. Quando isso acontece a pessoa deixa de crescer com as oportunidades da vida. E se esse sentimento de rejeição não é resolvido, nenhum tratamento surgirá efeito, nenhum novo aprendizado será adequadamente integrado, nenhum avanço significativo acontecerá. Muitas vezes anos de terapia não trazem resultados efetivos enquanto a pessoa não aprende uma forma de se auto aceitar.

Quando aceitamos e experimentamos plenamente os sentimentos negativos, conseguimos nos livrar deles permitindo que eles se expressem. Assim, quando eles se tornam visíveis para nós eles desocupam o centro do palco nos permitindo experimentar um sentimento de liberdade e alívio.

Se estou tendo pensamentos perturbadores. Ok, eu aceito que estou tendo esses pensamentos. Aceito a plena realidade de minha experiência, sem resistir a ela.

Se sinto dor, raiva ou medo, é isso que estou sentindo. Eu posso dizer pra mim mesma: “Tudo bem sentir isso”. Aceitar o que eu sinto, sem tentar explicar. Aceito a realidade da minha experiência.

Se estou desencorajada diante das situações da vida, posso reconhecer isso e após aceitar esse desencorajamento posso me perguntar: O que eu quero no lugar disso? Eu posso criar um estimulo interno que me leve a buscar uma ajuda e o primeiro passo pode ser algo tão simples como pegar o telefone e ligar para um amigo ou um especialista do comportamento humano. Nas profundezas dessa dor posso refletir e me perguntar o que eu estou criando para minha vida agora? O que eu realmente quero? Eu posso assumir responsabilidade sobre este sentimento negativo e utilizar essa mesma força que criou a dor para criar algo mais congruente com a minha natureza, com o meu Eu Superior.

Provavelmente perguntas assim poderão favorecer um contato maior com o seu verdadeiro Ser e se permitir ser mais leve e congruente consigo mesmo. Dependendo do que nós pensamos, falamos ou acreditamos, nós somos suporte para nós mesmos ou somos nossos maiores adversários. Tudo tem uma conseqüência que interfere no nosso comportamento diante de nós mesmos e da vida.

Uma vez ouvi uma metáfora de um velho amigo que me encorajou acreditar em mim e mudar meu ponto de vista naquele momento. Ele comentava “ As vezes, nós seres humanos nos comportamos na vida como verdadeiros mendigos, sentados num tesouro, pedindo esmolas” Muitas vezes ignoramos esse tesouro interno, que na Programação Neurolinguistica (PNL) chamamos de recursos internos. Um dos pressupostos da PNL é: “Nós temos todos os recursos que precisamos para fazer qualquer mudança na nossa vida e para ser feliz”. Muitas vezes nos sentimos incapazes disso. Distorcer a nossa imagem pra nós mesmos é negar a nossa força interna e as conseqüências disso afetam diretamente nossas atitudes na vida.

Lembre-se do intervalo que existe entre o estímulo e a resposta. Você pode assumir um compromisso consigo mesmo e exercer sua liberdade de escolha.Qual a imagem que você tem de você mesmo? Como você se define? O que aconteceria se no lugar de se criticar, se anular, você passasse a escolher valorizar a si mesmo, tratar-se com respeito, acreditar no seu direito de ser feliz?

Eu posso me permitir ouvir a voz da força da vida em mim. É essa a força mais nobre que poderá me apoiar para fazer uma mudança positiva.

Será que a natureza; a sabedoria divina existente em nós não seria bastante sábia para que possamos confiar mais Nela e relaxar?

 

Sobre a Autora: Luiza Lopes é educadora, consultora de empresas e especialista em Programação Neurolinguística.

Referencia: Indesp – Instituto de Desenvolvimento Pessoal

DE REPENTE

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De repente tudo vai ficando tão simples que assusta. A gente vai perdendo algumas  necessidades, antes fundamentais e que hoje chegam a ser insignificantes. Vai reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e pessoas que valem a pena. As opiniões dos outros são unicamente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Nada vai mudar. De repente passamos a valorizar o que tem valor de verdade, e a amar de forma diferente de todas já vividas.

De repente vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada. E de repente isso não faz a menor falta, pois o que nos resta é ser apenas feliz. Percebemos que o hoje é apenas agora, e nada, absolutamente nada além disso. Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado, mas sim a vida que cada um escolheu experimentar. De repente não existe pecado, mas sim ponto de vista. O improvável passa a ser regra.

O extremo passa a ser meio termo, pois no dia a dia percebemos que nada é exato, e tudo chega a ser inconstante demais para ser determinante ou absoluto. De repente o inverso vira verso. Por fim entendemos que tudo que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só.

De repente a saudade se torna um sentimento devastador e descobrimos que o coração fala mais alto, então este sentimento único e profundo fica acima de qualquer razão. De repente tentamos compreender sentimentos, jamais compreensíveis aos olhos de outras pessoas. Descobrimos o verdadeiro valor da verdade e com ela chega a plena certeza de que ter dignidade, transparência e retidão de caráter são qualidades obrigatórias para se viver bem com os outros, com o mundo e, principalmente, consigo mesmo.

De repente descobrimos que os planos traçados e escolhidos por nós são unicamente nossos, pois de repente, em meio aos nossos planos, chegam as escolhas de Deus.

 

Por: Elaine Matos – Jornalista, Publicitária e Radialista 

Via: Tom Cau – https://www.facebook.com/tomcau

SEJA DONO DE SI MESMO

“É intolerável ser ninguém.”

E este é o milagre, quando você aceita ser ninguém, quando você se torna tão comum quanto todos os outros, quando não quer mais reconhecimento, quando pode existir como se não existisse.

Estar ausente é o milagre. As pessoas têm medo de ser ninguém porque toda sua personalidade terá então desaparecido. Nome, fama, respeitabilidade, tudo isso terá desaparecido, daí o medo. Mas a morte irá levá-las, de qualquer forma. Aqueles que são sensatos permitem que essas coisas se vão por conta própria. Então não haverá mais nada para a morte levar. Então todo o medo desaparecerá, porque a morte não pode chegar até você, já que nada terá restado para ela.

A morte não pode matar um ninguém.Você está aqui, de certa forma, e ainda assim não está.Você está aqui por causa da velha associação com o corpo, mas olhe com cuidado e verá que não está. E esse reconhecimento, onde há puro silêncio e puro estado-de-ser, isso é sua realidade, que a morte não pode destruir. Essa é a sua eternidade, sua imortalidade.

Não há nada a temer. Não há nada a perder. E se você pensar que perdeu algo – nome, respeitabilidade, fama -, todas essas coisas não possuem valor. São brinquedos de crianças, não servem para as pessoas maduras. Você deve amadurecer, você deve ‘ser’ apenas.
Seu ser-alguém é tão pequeno. Quanto mais você é alguém, menor é. Quanto mais você é ninguém, maior se torna. Seja absolutamente ninguém e você será um com a própria existência.

(Osho)