ETERNIDADE

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O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim. Tudo o que tenho foi um dia emprestado pelo Criador para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.

Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão. Há muito o que dar e o que receber; há muito o que aprender, com experiências boas ou negativas.

É isso… tente ver as coisas negativas que te acontecem com como algo que aconteceu por uma razão precisa. E não se lamente pelo ocorrido; além de não servir de nada reclamar, isso vai vendar seus olhos para continuar o caminho. 

Quando você não consegue tirar da cabeça que alguém te feriu, está somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início. 

Nem sempre as pessoas te ferem voluntariamente. Muitas vezes é você quem se sente ferido e a pessoa nem mesmo percebeu; e você se sente decepcionado porque aquela pessoa não correspondeu às suas expectativas. Às suas expectativas!!! E sabe-se lá quais eram as expectativas do outro? Você se decepciona e decepciona também. Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que te atingem.

Quando alguém te disser que te magoou sem intenção, acredite nele! Vai te fazer bem. Assim talvez ele poderá entender quando você o magoar e, sinceramente, disser que “foi sem querer”.

Dê de você mesmo o quanto puder! Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui. 
Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo. 

Seja uma bênção! Deus não vem em pessoa para abençoar, Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão. 

Todos nós podemos ser Anjos!

A eternidade está nas mãos de todos nós. Viva de maneira que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de te encontrar.

 

Autoria Desconhecida

Fonte: Loba Branca – https://www.facebook.com/Lobabranca14072012

O PODER DA ESCOLHA

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No momento em que começa a andar, um guerreiro da luz reconhece o Caminho.

Cada pedra, cada curva, lhe dá as boas vindas. Ele identifica-se com as montanhas e riachos, vê um pouco de sua alma nas plantas, nos animais, e nas aves do campo.

Então, aceitando a ajuda de Deus e dos Sinais de Deus, deixa que sua Lenda Pessoal o guie em direção as tarefas que a vida lhe reserva.

Em certas noites não tem onde dormir, em outras sofre de insônia. “Isto faz parte”, pensa o guerreiro. “Fui eu quem decidiu seguir por aqui”.

Nesta frase está todo o seu poder. Ele escolheu a estrada por onde caminha agora, e não tem do que reclamar.

Paulo Coelho

A CRIANÇA INTERIOR

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Realmente, o que nos aconteceu, foi nos perder de nossa criança. Nossa criança interior, que significa autenticidade genuína; resposta a partir do coração e não da mente poluída, materialista e condicionada por crenças e paradigmas.

Retornar à nossa criança, é agir com congruência, é só isso, é só isso… é responder as situações a partir de nossa verdadeira vontade. Mas o medo está ali, o medo está a espreita, e o medo chama a mente para responder, e a mente está sempre querendo ganhar algo, ou ser incluída ou ser melhor, ou aparecer!

Mas para perceber a criança é preciso aguçar a sensibilidade corporal, pois para sabermos se estamos congruentes é preciso sentir se todo o nosso sistema está indo na mesma direção ao respondermos a algo; e isso se consegue fazendo silêncio. O silêncio faz com que consigamos perceber isto.

E no final tudo faz sentido… o velho e bom silêncio a que os mestres tanto se referem, e também o velho provérbio de Jesus: “Vinde a mim as criancinhas, pois delas será o reino dos céus”. 

Elas são puras, são puras pois ainda não foram corrompidas pela mente e pelo maior mostro que a mente constrói, o Medo. Vinde a mim os que tem a mente pura, mente limpa do medo, a mente ensolarada pelo amor. A mente que obedece ao EU observador. Vinde a mim os que tem puro o coração, como o coração de uma criancinha. Vinde a mim você que está inteiro “congruente” como uma criança.

Por isso seja puro como uma criança, responda às situações seguindo o seu coração, em uníssono com todo o seu corpo e no fluxo de sua respiração. Não pense, por favor não pense.

Por: Karla de Araújo

A PORTA DA VIDA

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A porta da vida está aberta e convida,
pessoas com coragem para arriscar,
a rir, chorar, trabalhar, se esforçar, amar,
ser ouvido ou incompreendido,
receber atenção ou sofrer uma desilusão,
ser amado ou perder-se numa paixão,
a vida pede atenção.

A vida oferece muitas possibilidades…
Até para quem já não acredita mais em nada,
sempre haverá algo novo sob o sol,
um fio de esperança que poderá te levar ao paraíso,
uma nova oportunidade de ser e crescer.

Só não vale ter medo de si mesmo,
só não vale não se conhecer, não se respeitar.
Tem que pegar todas as experiências,
boas e ruins, doces e amargas,
e colocar no grande caldeirão da alma,
para entender o que vale e o que não vale a pena.
Assim, você terá uma bússola precisa,
que vai indicar o seu Norte, a sua direção,
que não tem tempo nem idade,
rumo a realização dos seus sonhos,
rumo a felicidade.

(Paulo Roberto Gaefke)

Saiba mais: https://omundodegaya.wordpress.com/misttico/

In Lak’ech Ala K’in – O Código Vivo do Coração

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Na tradição dos Maias, há um cumprimento que muitas pessoas que trabalham com a sabedoria Maia conhecem. É a lei In Lak’ech Ala K’in, que significa eu sou outro você (uma interpretação moderna). Também significa eu sou você, e você é eu (uma interpretação tradicional Maia). Temos vindo a entender que esta saudação Maia é uma honra para o outro. É uma afirmação de união e de unidade. In Lak’ech Ala K’in espelha o mesmo sedimento de outras lindas saudações como Namasté para a Índia Oriental, Wiracocha para os Incas e Mitakuye Oyasin para os Lakota. Não importa de que cultura vindes. Mas quando uma destas saudações sagradas é dada, há sempre um movimento de colocar as mãos sobre o coração.

Quanto mais ando no caminho dos Maias, mais compreendo a profundidade que In Lak’ech Ala K’in ensina. O cumprimento tornou-se mais do que um simples, honorável cumprimento. Ele evoluiu para um código moral, e para uma forma de criar uma realidade positiva para toda a vida. Como nos aproximamos de 2012 com todas as suas destruições e profecias sombrias, temos uma obrigação moral para com o Espírito de viver no código de In Lak’ech Ala K’in.

É do conhecimento comum de hoje em dia que cada acção que tomamos nas nossas vidas afecta todas as coisas vivas. Entendemos que, se agirmos negativamente, as nossas acções terão um impacto negativo em toda a vida. Quando agimos de maneira positiva, afectamos toda a vida de uma maneira positiva. Quando vivemos no código Maia do In Lak’eck Aka K’in, sabemos que cada acção que empreendemos é por respeito para com toda a vida, e estamos a viver e a dar dos nossos corações.

Podemos dar os nossos corações de uma maneira positiva todos os dias dizendo In Lak’ech Ala K’in uns aos outros, às árvores, ao céu, aos pássaros e às estrelas. Podeis saudar cada nascer do sol dizendo In Lak’ech Ala K’in. Cada e todos os dias que temos juntos são sagrados, então reconhecei este dia dando o vosso coração. Lembrai-vos que, quando dais desta maneira, estais também a dar-vos a vós próprios! Não estais a dar a vossa energia para algo separado de vós. Estais a dá-la a outra parte de vós mesmos!

Eu compreendo o desafio de permanecerdes positivos nestes dias em que a energia está tão comprimida que nós mal podemos respirar, mas há um simples exercício que pode mudar tudo isso à volta para vós. A cada dia, caminhai na gratidão simplesmente. Podemos dizer In Lak’ech Ala K’in ao que nos dá a vida todos os dias, e esse é o coração do Grandioso Espírito. Em vez de somente aproveitardes o Grandioso Espírito quando pedis por conhecimento e orientação, dai de volta o vosso coração, amor e apreciação. Ficareis surpreendidos com os resultados. Se nós abrirmos os nossos corações e enviarmos gratidão, isso abre todas as portas que estavam anteriormente fechadas para nós. Lembrai-vos que sois uma parte do Grandioso Espírito! Quando dais ao Grandioso Espírito estais a dar-vos a vós próprios.

Podemos praticar o In Lak’ech Ala K’in incansavelmente porque quando e o que damos aos outros é darmos energia a nós próprios. Quando damos, recebemos. Então, como sabemos se estamos a dar correctamente? É realmente simples. Quando somos energizados pela nossa dádiva, sabemos que estamos a dar do nosso coração e do código do In Lak’ech Ala K’in. Se nos sentimos esgotados ou exaustos, é possível que tenhamos dado por medo, falta, obrigação, ego ou uma necessidade de ser aceite ou gostado. Quanto mais se pratica o In Lak’ech Ala K’in, mais claras se tornam as nossas motivações em relação às nossas acções, e mais vamos receber. Lembrai… o que vai vem exactamente do mesmo modo que foi enviado. Se não gostais do que a vida vos está a enviar, olhai para o que estais a enviar à vida.

Quando começamos a praticar o In Lak’ech Ala K’in, mais dos vossos antigos modos de dar não vos servirão mais. Por exemplo, não podemos mais agir como vítimas e não podemos viver com medo também. Descobrimo-nos a não nos preparamos mais para o desastre; em vez disso, antecipamos um futuro glorioso. É tempo de reescrevermos as profecias. Elas ficaram obsoletas. O passado irá tornar-se apenas um sonho mau e o futuro irá tornar-se uma maravilhosa visão do que nós vamos criar neste momento.

Quando praticamos In Lak’ech Ala K’in, deixamos de ser neutros no nosso mundo porque compreendemos que o Espírito trabalha com os que tomam medidas. Começamos a tomar medidas ao acrescentarmos à experiência positiva desta dimensão. Então, que tipo de trabalho quereis? Não fiqueis sentados apenas à espera que o mundo apareça na vossa frente. O Espírito ajuda aqueles que se ajudam a si mesmos. É connosco.

Quando praticamos o código moral do In Lak’ech Ala K’in, estamos a produzir e a enviar a energia positiva e vital que pode, literalmente, transformar o nosso conturbado mundo num Paraíso. Quando vivemos do In Lak’ech Ala K’in, estamos a colocar em prática a nossa capacidade natural de criar a nossa realidade. Estamos a afectar a consciência colectiva da humanidade de uma maneira positiva. Os Maias Cósmicos, também conhecidos como as “Estrelas Anciãs” ou “Conselho Invisível”, compreenderam este poder natural para criar a sua realidade. Os seus calendários sagrados mapearam as leis naturais do universo. Agora, é a nossa vez de chegar a este entendimento. Chegou a hora de nós mudarmos o mundo.

Quanto mais a humanidade começar a viver no In Lak’ech Ala K’in, menos vamos pensar em termos da nossa separação. Não pode haver competição, ciúmes ou inveja entre nós, porque somos pedaços uns dos outros. Podemos partilhar e ajudar-nos uns aos outros com as nossas conexões, ideias e recursos sem medo que não haja o suficiente para andarmos por aí. Quando vivemos na realidade da unidade, abundância e inteireza, haverá unidade, abundância e inteireza! Quanto mais de nós participarmos na criação de um mundo melhor, mais depressa ele chegará. Teremos paz, amor, harmonia e unidade e teremos, finalmente, chegado a casa.


Direitos de Autor 2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir este artigo na condição de que o seu conteúdo seja mantido completo e os créditos sejam atribuídos plenamente ao(s) autor(s), e que seja distribuído livremente. CENTRO DO SOL – Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ 86339 USA Ph: 982-282-6292 Ph/Fax: 928-282-4622 – Email:alunajoy@1spirit.com.website:www. AlunaJoy.com

Fonte: sipiritlibrary

Tradução: Ana Tavares Belo

EVOLUÇÃO – O CAMINHO PARA AS ALMAS GÊMEAS

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Parece-me que a ânsia de encontrar a Alma Gêmea tem se tornado, cada vez mais, desenfreada. Homens procuram incessantemente uma mulher que os complete, que os tornem mais inteiros; no entanto, negam esse desejo e se perdem em meio aos seus próprios paradoxos, às suas próprias contradições. Da mesma forma, mulheres procuram, todo tempo, por um homem que lhes faça felizes, que as tornem mais plenas e que dê um sentido mais belo para suas vidas. Mas também aprenderam a mascarar esse desejo e a se conformarem com relações superficiais, passageiras, que não as levam a nada e também não acrescentam nada… E perdidos e confusos por suas contradições internas, homens e mulheres não percebem que o caminho é óbvio, mas que o óbvio é, geralmente, mais difícil de ser compreendido do que o complexo.

Nossas mentes se acostumaram às questões complexas, cheias de “senão” e “porquê”. Quando precisamos lidar com o óbvio, o simples, não conseguimos chegar a uma conclusão. Sabe por que? Porque o simples não tem explicação; necessita apenas de sentimento. Não fomos treinados para sentir. Quem sente é considerado tolo, mole, sem juízo. Inteligente e perspicaz é quem tem habilidade para pensar!

Tolice, bobagem! Somos seres feitos para pensar e sentir, na mesma proporção; mas como temos vivido durante séculos voltados para o pensamento, neste momento precisamos urgentemente de homens e mulheres capazes de sentir. O planeta está carente de sentimento, de simplicidade, de amor!

E é exatamente essa ansiedade que criamos em torno da procura pela nossa Alma Gêmea que torna o caminho sempre mais desconhecido do que poderia e deveria ser.

O caminho me parece óbvio. Não fácil, mas óbvio! O próprio nome revela o segredo; preste atenção: alma gêmea…

Estamos na procura da nossa Alma Gêmea, ou seja, estamos na procura de uma alma e as almas, até onde eu sei, não têm forma definida, não têm cor de pele, enfim, não têm as mesmas características de um corpo físico.

Portanto, não podemos saber, antecipadamente, se nossa Alma Gêmea está num corpo branco ou moreno, alto ou baixo, gordo ou magro, de cabelos lisos ou cacheados, enfim, não temos informações sobre o corpo de nossa Alma Gêmea, mas ainda assim podemos ter informações preciosas sobre a alma dessa pessoa. Claro! Ela é gêmea da nossa!!!

Sendo assim, creio que só existe um caminho que nos leva a esse encontro, ao encontro da nossa Alma Gêmea: o de dentro, o que nos leva ao profundo e verdadeiro conhecimento de nossa própria alma. E se não acredita nisso, pense: o caminho é absolutamente lógico: como poderá reconhecer uma alma que é gêmea da sua se nem olha para a sua alma, se você está interessado em conhecer os cantos mais preciosos e ricos da sua própria alma. O reconhecimento é impossível!

O autoconhecimento é a única ferramenta eficaz para que o encontro seja certeiro. Estamos a falar da nossa metade… de alguém cuja alma tem muita semelhança com a nossa…

Pode estar a pensar que já conheceu muitas pessoas parecidas consigo no que se referia a forma de pensar, de agir e de ser, ou seja, pessoas que tinham a alma com características semelhantes à sua. No entanto, essas são características fáceis de se perceber. Com pouco tempo de convivência, podemos notar tais semelhanças ou diferenças; e eu disse, antes, que o caminho é óbvio, mas nem por isso, fácil.

Conhecer a própria alma não é tarefa para alguns dias ou meses. É tarefa, em princípio, para a vida toda. Estamos em constante transformação, evolução, aprendizagem e assimilação. Conhecer a própria alma exige muito mais do que uma percepção superficial.

Genericamente falando, muitas pessoas são semelhantes, mas quando conhecemos alguém e, principalmente, a nós mesmos profundamente, com interesse e amor, podemos descobrir a magia da exclusividade. Não existe ninguém igual a ninguém, nem mesmo os gêmeos, nem mesmo as almas gêmeas. Cada qual carrega em si algo de individual, de particular, de ímpar.

Na verdade, o que procuramos numa alma que seja gêmea da nossa é um nível superior de semelhanças, é alguém que, apesar de viver sua singularidade, olha na mesma direção que a sua, caminha com ritmo e intenções semelhantes às nossas.

Sendo assim, nessa procura serão necessários sensibilidade, doação de si mesmo e, acima de tudo, percepções livres de preconceitos e prejulgamentos. Talvez, a procura leve muito mais tempo do que gostaríamos. Conhecer a nossa própria alma já é trabalho que exige muita dedicação e empenho; um trabalho que, muitas vezes, nos causará angústias, decepções, dores e amadurecimento.

Quando nos comprometemos com o autoconhecimento, encaramos de frente todas as nossas características e isso inclui os defeitos, aquilo que faz parte de nós e que, na maioria das vezes, preferimos ignorar, esquecer…

Quem está realmente interessado em encontrar a sua Alma Gêmea sabe que as almas gêmeas existem porque foram, num determinado momento, divididas para que pudessem evoluir. Evolução!

Você tem se empenhado em evoluir?!? Você sabe o que significa evoluir no sentido anímico?

É uma evolução que acontece independentemente do dinheiro que temos ou daquele que gastamos, da posição social na qual estamos inseridos, do cargo que ocupamos no emprego, enfim, independente de qualquer status. A evolução da alma pode acontecer no local mais pobre e sem recursos que já tenha visto, porque o que mais temos visto nesse mundo de desigualdades sociais são almas miseráveis rodeadas de luxo e almas muitíssimo evoluídas vivendo na pobreza, sem grandes acúmulos materiais.

Mas, enfim, a escolha é de cada um. Eu posso compreender que sou um ser humano exclusivo (diferente de todos os que já existiram, existem e irão existir) na procura de uma Alma Gêmea que, embora tenha muitas características parecidas com as minhas, também é um ser humano exclusivo e tem sua individualidade que merece absoluto respeito.

E, sendo assim, posso me concentrar em mim mesma e tentar crescer e conhecer mais sobre mim a cada dia. Ou eu posso – a escolha é minha, e só minha – passar a vida inteira me comparando com outras pessoas e reclamando das oportunidades que perdi e das oportunidades que a vida não me deu e das vantagens que não me ofereceram…

Talvez seja mais fácil culpar as pessoas e o mundo pelo que não somos capazes de conquistar, mas definitivamente essa escolha não nos levará à nada e nem à lugar nenhum, muito menos à nossa Alma Gêmea; a menos que essa nossa metade esteja tão estagnada quanto nós… e aí, as únicas “preciosidades” que teremos para compartilhar são sentimentos e sensações como frustração, derrota, falta de coragem, acomodação e covardia.

Mas o que acontece, geralmente, com pessoas desse tipo, que vivem constantemente criticando o que o mundo lhes tem oferecido, sempre julgando que mereciam mais do que têm, é que, caso tenham a “sorte” de encontrar uma Alma Gêmea que poderia lhes tirar dessa espécie de paralisia, julgam-na muito pouco, acreditam que as Almas Gêmeas dos outros são melhores e mais interessantes que a sua…

Viver e Ser não é uma questão melhor ou pior, de certo ou errado… É uma questão de equilíbrio, de sensibilidade e de respeito por si mesmo e, consequentemente, pelo outro.

Ninguém pode escolher pelo outro. A escolha é pessoal e intransferível. Depende exclusivamente de cada um. Eu sugiro que faça a sua escolha imediatamente e que possa, sinceramente, estar consciente dela!

Texto retirado do livro “Alma Gêmea, você está pronta para ser encontrada?”, de Rosana Braga.

Saiba maishttps://omundodegaya.wordpress.com/misthico/

PÉROLAS DA VIDA

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“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas.”
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar.Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.

O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!