A ENERGIA TRANSFORMADORA DOS CHAKRAS

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O que são os chakras e para que servem.

O Sistema de Chakras tem origem nas antigas tradições da Índia.

Antigos textos da literatura iogue da Índia discorrem sobre a existência de centros de energia no interior do nosso corpo sutil. As informações contidas nesse legado histórico nomeia esses centros de energia como “chakras” – palavra que em sânscrito significa “círculo”, representando os chakras como vórtices rodopiantes de energias sutis.

Os primeiros registros escritos foram encontrados em antigas escrituras hindus, cujas datas são estimadas por volta de 600 a.C. É muito provável que esse conhecimento tenha sido transmitido oralmente, passando de geração em geração, muito tempo antes de ser registrado, embora não haja informações precisas nem uma estimativa do início dessa possível ocorrência.

Com o desenvolvimento de tecnologias de energia sutil, capazes de detectar a presença e mensurar as funções dos campos energéticos, os cientistas ocidentais começaram a validar a existência dessas estruturas, buscando compreender seus mecanismos de ação. Anteriormente, os chakras e os meridianos eram tidos como fruto da ingenuidade de pensadores orientais primitivos e ingênuos.

A energia superior é usada para benefício do corpo humano.

Os chakras são estruturas do corpo sutil envolvidas na captação e na transmutação das energias superiores, de forma que possa ser aproveitada pelo corpo humano.

Observados pelo ponto de vista fisiológico, os chakras parecem estar envolvidos com o fluxo dessas energias superiores para as estruturas celulares do corpo físico através de canais específicos de energia sutil.

Para proporcionar o aproveitamento dessa energia, os centros de energia  atuam como se fossem transformadores de energia. Desta maneira, reduzem a forma e a frequência da energia captada para adequá-las ao nível de energia imediatamente inferior. Em seguida, ela é traduzida em alterações hormonais, fisiológicas e, finalmente, celulares por todo o corpo.

Os sete chakras principais.

Existe um consenso que define sete grandes chakras principais associados ao corpo físico.

Do ponto de vista anatômico, cada grande chakra está associado a um grande plexo nervoso e a uma glândula endócrina. Os grandes chakras estão situados numa linha vertical que sobe da base da espinha até a cabeça.

O mais baixo, chamado de chakra raiz, fica perto do cóccix.

O segundo chakra, chamado de chakra sacral ou esplênico, situa-se ou logo abaixo do umbigo ou próximo ao baço. Estes dois chakras são considerados distintos em algumas escolas de pensamento esotérico.

O terceiro chakra, o chakra do plexo solar, fica situado na metade superior do abdômen, abaixo da ponta do esterno.

O quarto, conhecido como chakra do coração, pode ser encontrado na parte média do esterno, diretamente sobre o coração ou o timo.

O quinto chakra, que é o chakra da garganta, está localizado no pescoço, próximo ao pomo de Adão, ficando diretamente sobre a tireoide e a laringe.

O sexto chakra, o chakra da testa, situa-se na parte média da fronte, ligeiramente acima do cavalete do nariz.

O sétimo chakra, o chakra  está localizado no alto da cabeça.

O sistema de energia possui diversos chakras secundários.

Existe menção, em alguns textos esotéricos, quanto à existência de doze grandes chakras. Além dos sete acima mencionados, existem dois na palma das mãos, dois na sola dos pés, e um associado à medula espinhal e ao mesencéfalo.

Além dos grandes chakras principais, existem também numerosos chakras secundários associados às principais articulações do corpo, tais como os joelhos, os tornozelos, os cotovelos, etc. Estima-se que, entre todos os chakras principais e os secundários, pode haver cerca de 360 chakras atuando no corpo humano.

Cada um dos sete grandes chakras, além de suas funções no equilíbrio do organismo físico, está também associado a um certo tipo de capacidade de percepção psíquica, conferindo-lhes a função de ser uma espécie de órgão sutil de percepção.

Por: José Batista de Carvalho

O caminho do Louco: O processo de Individuação e os 22 arcanos maiores do Tarot

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O Tarot é muito mais do que um jogo. Os 22 Arcanos maiores do Tarot nos contam uma história simbólica sobre o nosso próprio inconsciente, nosso próprio Processo de Individuação, isto é, nosso processo de evolução interior. Compreender os arquétipos presentes em cada carta é compreender várias partes de si mesmo e de sua jornada!

Um dos conceitos base da psicologia analítica é o conceito de arquétipo. arquétipo é um registro simbólico que existe em nosso inconsciente, sobre imagens e símbolos universais na historia da humanidade. Um exemplo: Mãe. Quando falamos a palavra “mãe” já vem milhões de idéias e informações na nossa mente, pois o nosso inconsciente tem uma ideia do que é “mãe”. A mãe é um arquétipo. Não importa se a nossa mãe não foi perfeita, nós com certeza temos um ideal, uma ideia na nossa mente do que é uma mãe perfeita. Da mesma forma existe o arquétipo do herói, do sábio, do rei, da rainha, da mulher bruxa, da mulher princesa, e de tantos outros infinitos ideais.

Jung percebeu que acessar esses arquétipos, através de contos de fada, de filmes, de imagens ou na clínica, ajudava muito o processo de autoconhecimento de uma pessoa, porque através do acesso a essa idéia, a pessoa sai do discurso racional diretamente para o inconsciente. Peça para uma pessoa que você mal conhece falar dela mesma, provavelmente ela vai ficar desconfiada, sem graça, se sentindo exposta. Agora peça para essa mesma pessoa que você mal conhece falar de um personagem de um filme ou de um conto de fada que ela mais gosta. Normalmente a pessoa fala sem problemas, e até se empolga contando detalhes daquele personagem, e assim ela está na verdade falando dela mesma.

Quando nos identificamos com uma historia ou personagem nos identificamos porque existe naquela historia elementos nossos, da nossa personalidade, da nossa vida, que muitas vezes estão inconscientes e aquela historia ou personagem em questão nos chama a atenção e nem sabemos direito porque. crianças fazem muito isso, brincam que “são” os personagens de uma historia. Se observarmos com atenção com certeza essa escolha de “quem são” diz muito sobre quem são de fato e o que sentem.

Por isso o Tarot é uma ferramenta incrível para o trabalho na clínica, os arcanos do Tarot são pura e simplesmente arquétipos, que acessam direto nosso inconsciente. E quando tiramos uma carta ainda estamos trabalhando com um outro conceito Junguiano o da sincronicidade.

Segundo Jung não existem coincidências, mas sim sincronicidades. Se dois eventos acontecem sem uma causa especifica e carregam um significado pessoal, isso é uma sincronicidade e o universo está querendo “falar com você”. Com o conceito de inconsciente coletivo, Jung nos traz a visão de que não estamos totalmente separados do universo, tudo está conectado. E a ampliação da nossa consciência depende desse mergulho dentro desse mundo não racional.

O inconsciente e o consciente existem num estado profundo de interdependência recíproca e o bem-estar de um é impossível sem o bem-estar do outro. Esta percepção talvez seja uma das mais importantes contribuições de Jung para uma nova e mais significativa compreensão da natureza da consciência: Só poderia ser renovada e ampliada, na medida em que a vida exigisse que ela fosse renovada e ampliada, pela manutenção de suas linhas não-racionais de comunicação com o inconsciente coletivo.

Por esse motivo Jung dava grande valor a todos os caminhos não-racionais ao longo dos quais o homem tentara, no passado, explorar o mistério da vida e estimular o seu conhecimento consciente do universo que se expandia à sua volta em novas áreas de ser e conhecer. Essa é a explicação do seu interesse, por exemplo, pela astrologia, e é também a explicação da significação do Tarot.

Ele reconheceu de pronto, como o fez em muitos outros jogos e tentativas primordiais de adivinhação do invisível e do futuro, que o Tarot tinha sua origem e antecipação nos padrões profundos do inconsciente coletivo, com acesso a potenciais de maior percepção à disposição desses padrões. Era outra ponte não-racional sobre o aparente divisor de águas entre o inconsciente e a consciência, que poderia ajudar a ampliar o crescente fluxo de movimento entre a escuridão e a luz.

Simbolicamente o Arcano de numero 0, O Louco, representa cada um de nós, viajando por todo esse mundo, interno e externo, dos outros 21 arcanos. O louco representa o arquétipo do andarilho, que se joga na vida por um impulso que vem da alma, muitas vezes sem saber racionalmente ao certo pra onde essa caminhada vai o levar, apenas sente que deve ir. Quem busca o autoconhecimento, ou na linguagem Junguiana a Individuação, sabe que é exatamente essa a sensação. Mergulhamos em nós mesmos em uma jornada sem volta, num processo que sentimos que precisamos seguir. Muitas vezes somos chamados por outros de loucos, inclusive.

Em alguns baralhos o arcano “O Louco” aparece como “The Fool”, que significa o tolo, essa tolice vem no sentido de ingenuidade, pois esse arcano representa o inicio de uma jornada onde estamos muito animados e empolgados, mas ainda não sabemos o que nos espera. Porém ao fim dessa jornada o tolo se torna o sábio, e é exatamente essa transformação que o autoconhecimento nos proporciona.

O Caminho do Louco é o caminho que todos nós fazemos na vida, dentro e fora de nós. É o “sair da caverna” do Platão, descobrir que existe todo um universo lá fora e uma jornada a seguir, caminhar e descobrir suas maravilhas e terrores. Se observarmos em seqüência todos os arcanos perceberemos que eles contam uma história semelhante à jornada do herói dos contos e mitologias, e assim como na jornada do herói, cada etapa desse caminho fala também sobre nossos processos internos nos deparando com o processo de autoconhecimento no caminhar da vida. Por isso o uso do Tarot dessa forma mais terapêutica é tão eficaz, pois nos ajuda a compreender padrões de comportamento e a nos direcionar na caminhada da vida.

Então boa caminhada para todos os loucos e heróis que seguem o árduo porém recompensador caminho da busca por se “re-conhecer” e simplesmente ser quem você é.

 

Vanessa Martins é formada em Psicanálise Freudiana e Pós Graduada em Teoria e Prática Junguiana na Universidade Veiga de Almeida no Rio. Trabalha com atendimento clínico individual, adulto e infantil, tendo ministrado diversos cursos e workshops no Rio e em Campos.

A VIDA É CURTA

 

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Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.

Diz assim: A vida é curta. 
Quebre algumas regras.

Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.

Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.

Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade.
Por isso, tão necessárias.

É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.

Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.

Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.

Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.

Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.

Por que quebrar regras para se aproveitar a vida?
Quem disse que para se curtir cada momento da existência com alegria, precisamos infringir leis?

Aproveitar a vida não significa fazer o que se quer, quando e onde se queira.
Esta é a visão materialista, pobre e imediatista do existir.

Aproveitar a vida consiste em fazer o que se deve fazer, determinado pela consciência do ser espiritual, que sabe que está no mundo por uma razão muito especial.

O ser maduro, consciente, encontra no caminho do bem, da família, do amor, sua curtição, sem precisar sair por aí quebrando regras e infringindo leis.

* * *

A vida é curta ou longa.
A escolha está em quem vive.

Ela é curta para os que desperdiçam tempo na ociosidade.
Longa para os que se dedicam a uma causa nobre.

A vida é curta para os que acompanham os filhos crescerem de longe.
Longa para os que aproveitam cada instante, cada beijo de bom dia, cada beijo de boa noite.

A vida é curta para os que acham que os vícios não fazem mal.
Longa para os que desenvolvem hábitos sadios para seus dias.

A vida é curta para os que acham que a vida é uma só.
Longa para os que já descobriram que o Espírito é imortal, já existia antes desta vida e continuará existindo depois.

A vida é curta para quem não perdoa.
A mágoa mata mais cedo.
É longa para os que buscam a reconciliação, evitando a vingança destruidora.

A vida é curta para quem não sorri.
A depressão mata mais cedo.
É longa para quem cultiva o bom humor perante as situações difíceis da existência.

A vida é curta para os vilões.
Longa para os heróis.

A vida pode ser curta ou longa.
Cabe a você escolher.

 

Por: Ramanat Águia Dourada – Xamã Terapeuta da Alma

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ASCENSÃO PLANETÁRIA

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A Terra está passando por uma ascensão neste momento para uma vibração e uma consciência dimensional mais elevada. O que isto significa é que ela está unindo o seu corpo físico às freqüências mais elevadas da luz, de modo que ela possa participar da harmonia galáctica da luz espiritual de um modo inteiramente novo. Esta harmonia é a que permeia os planetas iluminados da luz e pela qual a Terra esteve esperando há muito, muito tempo. O corpo de energia da Terra é o principal veículo através do qual esta transformação está ocorrendo, e tanto quanto o corpo humano individual, o corpo da Terra deve se libertar de tudo o que impeça a entrada nas freqüências mais elevadas da luz, antes de se tornar completamente capaz de fazer isto.

É uma triste característica deste tempo que existam forças de oposição que estão procurando ativamente impedir a Terra de dar este passo para o próximo estágio de sua evolução e consciência. Ela esteve envolvida com a realidade tridimensional por muito tempo e as forças de oposição tentam mantê-la em seu estado mais limitado, de modo que a luz não se expanda a um nível galáctico maior. Onde houver uma expansão planetária prestes a acontecer, as forças da oposição se esforçam para limitar este processo, de modo que o equilíbrio da escuridão como uma força em relação à luz possam ser mantidas sem qualquer redução do seu poder ou influência. No caso da Terra, há uma característica particularmente importante de repressão envolvida que tem a ver com o fato de que os participantes ao nível da consciência humana são agora capazes, com o auxílio das forças da escuridão, de destruir a sua espécie e também vastas partes do planeta, se não todo o próprio planeta. A harmonia galáctica seria intensamente perturbada por tal destruição injustificada de grande parte do planeta, ainda que o planeta como um todo sobrevivesse, e assim as forças da luz que estão sempre vigilantes em relação à evolução planetária, estão aqui para garantir que ocorra o avanço para uma consciência nova e iluminada, como Deus pretende, pois há muito em jogo.

Entre as coisas em jogo está o futuro da evolução humana. Pois o novo corpo planetário abrigará aqueles que têm evoluído em consonância com o status espiritual atual da Terra, e se a Terra fosse prejudicada ou destruída, mesmo em parte, a capacidade desta transição de ocorrer em plena medida, sofreria interferência também. Por esta razão, as forças da luz têm guiado todos aqueles que mantêm a luz conscientemente em seus seres para servir de uma forma ativa como servos da luz, de modo que o atual perigo da escuridão prejudicar a evolução da expressão planetária, não possa ser bem sucedido. A integração da consciência individual na rede da consciência coletiva, enquanto isto ocorre em uma base global, tem muito a ver com a forma com que os planos das forças da escuridão serão derrotados.

A necessidade de participação ativa neste momento no processo da ascensão planetária é muito grande, razão pela qual aqueles que guiam a humanidade estão procurando em todos os sentidos, defender aqueles seres que sejam adversamente afetados pelas forças da escuridão, mesmo quando a luz dentro deles continua a se expandir. Esta tarefa de permanecer firmemente apegado aos princípios da luz e da verdade e à presença do amor de Deus, é de suma importância em termos de manter a Terra em equilíbrio da luz, de modo que nenhuma quantidade de destruição que esteja desencadeada de uma forma física possa ter o potencial de minar os propósitos de Deus e da Luz.

A atual confrontação entre a luz e a escuridão é de proporções cósmicas, o que quer dizer que não está somente ocorrendo na Terra, mas no sistema solar, na galáxia e além também. Isto se deve ao fato de que o que influencia um planeta, influencia uma esfera muito maior de vibração com o que este planeta interage, criando uma necessidade de manter a harmonia Divina em toda a galáxia e galáxias associadas, até quando há apenas um planeta em jogo, devido à confrontação com forças de oposição.

Muitos que passaram pelo ciclo evolutivo humano nada sabem de tais batalhas cósmicas entre a luz e a escuridão, exceto o que eles leram nos livros. E, entretanto, toda a história da humanidade foi moldada, em grande medida, pelo triunfo da luz sobre a intencionalidade das forças de oposição de minar a progressão da evolução humana.Em relação à Terra como um planeta em particular dentro do sistema solar e da galáxia, há uma razão adicional de por que é importante que o equilíbrio da luz prevaleça sobre as forças da escuridão e isto é porque a Terra mantém um foco fundamental de poder dissolver as energias das trevas através da luz que começou a transformar a matéria física. Esta capacidade da Terra de purificar as trevas através de sua própria luz inerente é um benefício, não somente para a Terra como um planeta, mas para toda a galáxia na qual ela reside e mais além. É uma característica que é raramente encontrada nos universos habitados.

Tudo o que está em jogo na atual colisão entre as intenções das forças da luz e a intenção das forças da escuridão, tem grande influência no que as almas individuais estão experienciando na Terra neste momento. Há muita dor e sofrimento acontecendo, não somente por causa de manifestações externas das trevas, que têm a ver com a violência, assassinatos, perda da dignidade humana, distorção da verdade, privação dos direitos humanos fundamentais, etc. Todas estas são funções de como a escuridão procura ter uma influência sobre o comportamento humano e a evolução humana. Mas, além disto, a dor que está ocorrendo é a dor de sentir uma perda da esperança, de sentir que não há saída de impasses atuais e nenhum caminho a seguir. Esta dor está sendo sentida em diferentes áreas do mundo, e por muitos indivíduos simultaneamente. É a dor de um mundo que se percebe sem Deus, com um sentimento de solidão que é muito influenciado pela nuvem da escuridão que está atualmente envolvendo a Terra.

Pode-se dizer que toda a Terra, em seu coração e em seu corpo de energia, assim como na consciência de muitas almas individuais, está esperando que esta dor seja retirada – está esperando pelo novo nascimento e pelo novo despertar que possibilitará à humanidade romper situações aparentemente insolúveis que estão saindo do controle, para um novo modo de ser, uns com os outros e com a vida.

O mundo está esperando, como estão os reinos da Luz, pelo despertar de um novo impulso da Luz que tenha força suficiente para romper a atual cobertura da escuridão e permitir que todos sintam e saibam o que esteve sempre presente – a verdade da realidade, da luz e do amor de Deus. Aqueles que estão alinhados com as intenções da Luz esperam com todos os membros do corpo planetário da Terra pelo momento no tempo em que o sofrimento que está sendo causado pela ilusão da separação, desapareça da Terra, e quando o corpo planetário da Terra, bem como todos os seus habitantes se conhecerão como um, com o outro e com a fonte Divina de Luz e de amor que foi dada a cada um no nascimento.

Mensagem de Julie Redstone – http://lightomega.org.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

 

©2015 Solange Christtine Ventura
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Como está seu sentimento de Auto Aceitação?

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Muitas vezes experimentamos um sentimento de falta de auto aceitação e colocamos em risco a nossa auto estima. Não se aceitar é recusar manter uma relação saudável consigo mesmo.

Aceitar a si mesmo é estar alinhado, estar do seu próprio lado – apostar em si , confiar no seu taco, estar a seu favor, contar consigo mesmo.

Na maioria das vezes em momentos em que a vida nos lança em desafios, experimentamos uma dúvida interna sobre nossa própria capacidade. O que acontece quando não confiamos em nossa competência e não nos aceitamos?

A sensação de rejeição é comum na maioria das pessoas nos dias de hoje. Enquanto uma pessoa experimenta esse sentimento num nível superficial outra pode experimentá-lo num nível tão profundo que paralisa seu processo auto evolutivo. Quando isso acontece a pessoa deixa de crescer com as oportunidades da vida. E se esse sentimento de rejeição não é resolvido, nenhum tratamento surgirá efeito, nenhum novo aprendizado será adequadamente integrado, nenhum avanço significativo acontecerá. Muitas vezes anos de terapia não trazem resultados efetivos enquanto a pessoa não aprende uma forma de se auto aceitar.

Quando aceitamos e experimentamos plenamente os sentimentos negativos, conseguimos nos livrar deles permitindo que eles se expressem. Assim, quando eles se tornam visíveis para nós eles desocupam o centro do palco nos permitindo experimentar um sentimento de liberdade e alívio.

Se estou tendo pensamentos perturbadores. Ok, eu aceito que estou tendo esses pensamentos. Aceito a plena realidade de minha experiência, sem resistir a ela.

Se sinto dor, raiva ou medo, é isso que estou sentindo. Eu posso dizer pra mim mesma: “Tudo bem sentir isso”. Aceitar o que eu sinto, sem tentar explicar. Aceito a realidade da minha experiência.

Se estou desencorajada diante das situações da vida, posso reconhecer isso e após aceitar esse desencorajamento posso me perguntar: O que eu quero no lugar disso? Eu posso criar um estimulo interno que me leve a buscar uma ajuda e o primeiro passo pode ser algo tão simples como pegar o telefone e ligar para um amigo ou um especialista do comportamento humano. Nas profundezas dessa dor posso refletir e me perguntar o que eu estou criando para minha vida agora? O que eu realmente quero? Eu posso assumir responsabilidade sobre este sentimento negativo e utilizar essa mesma força que criou a dor para criar algo mais congruente com a minha natureza, com o meu Eu Superior.

Provavelmente perguntas assim poderão favorecer um contato maior com o seu verdadeiro Ser e se permitir ser mais leve e congruente consigo mesmo. Dependendo do que nós pensamos, falamos ou acreditamos, nós somos suporte para nós mesmos ou somos nossos maiores adversários. Tudo tem uma conseqüência que interfere no nosso comportamento diante de nós mesmos e da vida.

Uma vez ouvi uma metáfora de um velho amigo que me encorajou acreditar em mim e mudar meu ponto de vista naquele momento. Ele comentava “ As vezes, nós seres humanos nos comportamos na vida como verdadeiros mendigos, sentados num tesouro, pedindo esmolas” Muitas vezes ignoramos esse tesouro interno, que na Programação Neurolinguistica (PNL) chamamos de recursos internos. Um dos pressupostos da PNL é: “Nós temos todos os recursos que precisamos para fazer qualquer mudança na nossa vida e para ser feliz”. Muitas vezes nos sentimos incapazes disso. Distorcer a nossa imagem pra nós mesmos é negar a nossa força interna e as conseqüências disso afetam diretamente nossas atitudes na vida.

Lembre-se do intervalo que existe entre o estímulo e a resposta. Você pode assumir um compromisso consigo mesmo e exercer sua liberdade de escolha.Qual a imagem que você tem de você mesmo? Como você se define? O que aconteceria se no lugar de se criticar, se anular, você passasse a escolher valorizar a si mesmo, tratar-se com respeito, acreditar no seu direito de ser feliz?

Eu posso me permitir ouvir a voz da força da vida em mim. É essa a força mais nobre que poderá me apoiar para fazer uma mudança positiva.

Será que a natureza; a sabedoria divina existente em nós não seria bastante sábia para que possamos confiar mais Nela e relaxar?

 

Sobre a Autora: Luiza Lopes é educadora, consultora de empresas e especialista em Programação Neurolinguística.

Referencia: Indesp – Instituto de Desenvolvimento Pessoal

DEZ MANDAMENTOS PARA O TRABALHO ESPIRITUAL

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  1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.

ANTÍDOTO: EQUILÍBRIO.

 

  1. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.

ANTÍDOTO: EQÜANIMIDADE.

 

  1. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicólogica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.

ANTÍDOTOS: DISCERNIMENTO E MODERAÇÃO.

 

  1. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autosuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.

ANTÍDOTO: DESCONFIAR DE SI MESMO.

 

  1. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.

ANTÍDOTO: EQÜIDADE.

 

  1. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de autoconhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao “livre-arbítrio de cada um”.

ANTÍDOTO: CONFIANÇA NA EXISTÊNCIA.

 

  1. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o “fluir” ou o “fechar os olhos e saltar” — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.

ANTÍDOTO: RESPONSABILIDADE SERENA.

 

  1. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.

ANTÍDOTO: TOLERÂNCIA E RELAXAMENTO.

 

  1. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.

ANTÍDOTO: CONCENTRAÇÃO.

 

  1. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.

ANTÍDOTO: RETIDÃO E INTEGRIDADE.

 

Equilíbrio, eqüanimidade, discernimento e moderação, eqüidade, tolerância e relaxamento, confiança na existência, responsabilidade serena, desconfiança de si mesmo, concentração, retidão e integridade são a grande proteção daquele que se aventura pelo mundo espiritual e esotérico.

Por outro lado, quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser nesse campo que estará sempre num bom caminho.

 

 

NOTA:  Não conhecemos o autor deste texto – se alguém souber com segurança favor nos avisar para que possamos dar os devidos créditos.

 

Os 6 Passos da Consolidação Espiritual

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Hoje viemos a lhes falar sobre um assunto pouco explorado: a Consolidação Espiritual, que é o seu pleno reconhecimento enquanto essência, em sua capacidade de se observar.

Quando se consolida, o ser se desapega de tudo que possui. Ele se vê enquanto um ser pleno em uma vestimenta física, porém, plenamente confiante e “desamarrado” do ego. A consciência se torna plena num ambiente terrestre.

Não foram muitos que obtiveram esse grau de elevação. Foram os Mestres. Mas vamos falar de alguns efeitos dessa consolidação:

1- Há um pleno desapego à absolutamente tudo que é material.

O ser compreende que tudo que possui é energia em várias formas e está consciente econfiante desse fluxo energético em sua vida.

2- O ser abdica de tudo que sabe, inclusive dos conceitos espirituais.

Tudo é fluido e está em modificação. Nada é certo ou estável em sua vida e isso já não mais o aflige. Suas opiniões se modificam de acordo com a energia que o circunda. Tudo está, nada é.

3- Já não há mais fortes vínculos familiares, de amizade, ou de qualquer forma.

Porque ele se vê em unidade e, nesse ponto, passa a ver todos como membros de sua grande família humana. Não há um mais especial que outro.

4- Sua opinião é inabalável, mas sem apego.

Ela é inabalável no sentido que é influenciado unicamente pelo seu momento interior e não mais por pressões externas.

5- É reconhecido um fluxo da vida, onde tudo vai e volta, num fluir constante e natural.

Ele passa a se atentar às Luas, às estações do ano, aos fenômenos planetários do Sistema Solar, às energias que o circunda, porque ele sabe que tudo isso influencia sua vida.

6- O mais importante: faz de sua prática constante o contato interior, o contato com sua essência que se torna sua única verdade.

O Ser se consolida espiritualmente à eternidade da vida, em alegria e devoção. É um caminho longo, que exige, muitas vezes, duras provas pessoais de expurgo e limpeza interior. Mas lhes garanto que, ao atingir esse estágio, terão a maior sensação de liberdade que já sentiram em toda sua vida. O Amor toma o Ser, que sente a paz interior profunda, e entra em contato com toda sua sabedoria.

Então, aceitem seus enfrentamentos. São duros, eu bem sei, mas imaginem uma estrada com buracos, curvas íngremes subidas e ladeiras, mas que, ao final, terão a paisagem mais linda que consigam imaginar. Ao final dessa estrada a paisagem será algo inesquecível.

Eu sou Saint Germain, Meus Nobres, fiquem em paz e sintam meu Amor.

Canal: Thiago Strapasson – 02/06/2016

Fonte: http://www.coracaoavatar.blog.br

Revisão de texto: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita