5 DICAS PARA ATRAIR COISAS BOAS

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Dizem que os pensamentos positivos são capazes de atrair coisas boas, porém, eles sozinhos não são capazes de fazer muita coisa, mas te motivam a tomar atitudes positivas também. É como se você estivesse em um dia inspirado: se você tem um “gás extra”, é normal querer ir mais atrás das coisas, não ter medo das oportunidades e ver tudo com muito mais otimismo. E tudo isso inevitavelmente resultará em progresso.

Há também a velha questão do “ovo e da galinha”: “é o pensamento positivo que atrai coisas boas, ou nossas ações?”. No final das contas, não interessa quem começou primeiro, o que importa é que atitudes positivas sempre resultarão em energias positivas e vice-versa. E é justamente pensando nisso, fiz uma lista prática para ajudar nesse ciclo do bem:

1. Se envolva com pessoas

Se engana quem pensa que tudo vem das coisas e que é capaz de fazer tudo sozinho. Por mais que você viva bem consigo mesmo, medite e tenha paz de espírito, os melhores resultados e sensações virão de um conjunto de coisas que inevitavelmente envolverão você se dar bem com outras pessoas. Se for pensar bem, tudo de bom que você tem envolveu a participação de terceiros: desde saber meditar – que te fez precisar de um professor – até ter um filho e poder dar continuidade à vida.

Viver bem consigo mesmo é bom, mas são as pessoas que te farão dar risadas, te ajudarão a conquistar objetivos, entre outras coisas.


2. Nunca faça um favor procurando retorno imediato

Também se engana quem pensa que se fizer um favor a alguém, o pagamento virá da pessoa que foi beneficiada. Independente de você esperar ou não por “um pagamento”, ele sempre virá da vida, em um processo natural e inevitável, lindamente deduzido pela máxima “colhemos o que plantamos”.

Sem contar que se você fizer algo já pedindo para a outra pessoa fazer “tal coisa” por você, fora tirar toda a magia da sua ação, não será mais chamado de favor, mas sim de troca de serviços. Quando é favor, é feito de coração e o seu único pagamento será a felicidade por ter sido útil e ter feito alguém feliz. É brega, eu sei, mas é lindo também.


3. Escreva

Coisas ruins que acontecem não só tendem a ocupar grande parte do nosso pensamento, como costumam ficar dias a fio na nossa cabeça. Mude o foco e experimente escrever ao final de todos os dias coisas boas que te aconteceram.

“Hoje eu fiz uma amizade nova na academia”;

“Hoje eu chorei de tanto rir com a piada de fulano de tal”;

“Hoje o almoço estava delicioso”.

Parece um exercício um tanto quanto infantil, mas é capaz de atrair consequências inigualáveis.


4. Não exteriorize os seus problemas

Não adianta todo santo dia exteriorizar tudo de ruim que aconteceu contigo às outras pessoas: fora cansar, se você se repetir demais, a maioria delas perderão o interesse em te ouvir, outras vão mudar de assunto e outras simplesmente não saberão como te dar o melhor conselho. Sendo assim, cuidado para não fazer do ato de falar sobre o ocorrido apenas mais uma forma de atrair energia negativa, não só para você, como para a outra pessoa que te ouve.

Quer que as coisas deem certo? Converse com você mesmo, com o seu interior, até chegar a uma conclusão coerente, nem que seja a de que o melhor a se fazer é ficar quieto e deixar rolar. Só não se apresse, nem se martirize pelo o que não está ao seu alcance: ficar ansioso é só uma forma de você não conseguir o que quer, não só porque bloqueia a mente, como também porque te faz fazer tudo errado na ânsia de fazer dar certo.


5. Fé

Não importa a sua religião, nem se você acredita em Deus. Ter fé é saber que tudo na sua vida tem um propósito, que tudo vai dar certo e que depende muito mais de você do que você imagina. Eu sei que às vezes é duro, a gente pensa “na próxima vai dar certo”, e não dá. Nem da próxima, nem da próxima. É pedrada atrás de pedrada na cabeça. Porém, tenha certeza de que se está já está ruim e você ainda por cima inventar de perder a força de vontade e a fé, aí sim você acabou de lascar tudo de vez.

Aconteça o que acontecer, tire um tempo para si: ore, acenda incenso, limpe a casa, tome banho com sal grosso. Ponha gato, cachorro, periquito, papagaio no colo – enfim, qualquer coisa que te faça se sentir melhor. Nessas horas, não existe essa de “funciona ou não funciona”. Existe o que você acredita. E se você acredita, te faz bem e consequentemente funciona.

Reze, relaxe, releve. A princípio, os fatos externos não irão mudar, porém, se você conseguir mudar o seu interior, consequentemente isso influenciará nos próximos fatos externos que acontecerão contigo.

 

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Via: Pergunte a uma Mulher

O ENFEITIÇAMENTO VERBAL A DIFERENÇA ENTRE MALDIZER E ABENÇOAR

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O enfeitiçamento pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras ou objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, intriga e maldições. Seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao “choque de retorno” de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar das palavras ou gestos desfavoráveis ao próximo.

Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original.

Evidentemente, a pessoa que fala mal de outrem só por leviandade, há de ser menos culpada espiritualmente de quem o faz por inveja, ódio ou vingança. No primeiro caso, as palavras não possuem a força molesta própria de uma deliberação malévola consciente. Porém, quem se concentra na ação deliberada de prejudicar alguém, elabora seu próprio infortúnio.

Quando o ser humano pensa, projeta em todas as direções energias benfeitoras ou malévolas, criadoras ou destrutivas, segundo a natureza de seus pensamentos e sentimentos. A palavra é, portanto, a manifestação sonora do sentimento ou pensamento gerado no plano oculto do ser. É tão sutil e influente a palavra, que certas pessoas, devido a um sentido oculto, chegam a pressentir quando alguém fala mal delas e ficam alertas contra algum perigo iminente.

Também existe profunda diferença entre o ato de maldizer e abençoar. Quando abençoamos, mobilizamos energia na forma de um combustível superior, para expressar a idéia e o sentimento sublimes de nosso espírito naquele momento. Durante o ato de abençoar, o homem revela na sua configuração humana a magnitude, mansuetude e o recolhimento do espírito preocupado em invocar forças superiores e benfeitoras em favor de alguém.

O brilho dos olhos, o gesto das mãos, a expressão do rosto e a quietude do corpo formam um conjunto de aspecto atraente, a combinar-se mansamente com o fluido amoroso que sempre acompanha a palavra benfeitora. Há indizível encanto e respeito no gesto da mãe que abençoa o filho, quando ela mobiliza sua força materna e invoca a condição divina de médium da vida, a fim de rogar ao Criador a proteção amorosa para seu filho. A bênção adoça a alma de quem a recebe e beneficia a quem a dá.

A expressão “Deus te abençoe” é vigoroso mantra que dinamiza na criatura a esperança e o júbilo espiritual. Com o magnetismo energético e hipnótico das palavras, podemos despertar energias e promover transformações miraculosas.

Por outro lado, o praguejador crispa as mãos e os olhos fuzilam despedindo faíscas de ódio; dilatam-se as narinas sob o arfar violento do amor-próprio ferido, ou entorce-se o canto dos lábios sobre os dentes cerrados. A fisionomia fica congesta e retesada, delineando o fácies animal na sua fúria destruidora. A maldição consciente é força tão diabólica, que arrasa a vítima indefesa e massacra seu próprio autor imprudente.

No entanto, a praga ou maldição proferida pela pessoa temperamental e sem controle emotivo, é impulso mais inofensivo do que a carga enfeitiçante e destruidora que se forja lenta e calculadamente no quimismo do laboratório consciente mental. E o povo então considera inofensiva a praga que sai “da boca para fora”, mas arrepia-se quando ela parte do coração.

Fonte: do livro MAGIA DE REDENÇÃO
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