RELACIONAMENTO KÁRMICO

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Uma relação kármica não é sua alma gêmea, não importa o quanto você queira que seja.

Todas as relações amorosas que experimentamos ao longo da vida são kármicas. A cada relação que vivenciamos, frequências de padrões de outras vidas são acordadas e sem saber por que nos sentimos atraídos por determinada pessoa como um ímã. A razão disso é que o karma envolvido com o parceiro da relação precisa ser transmutado para que possamos continuar nossa missão de nos elevarmos acima dos padrões de sofrimento e dor e encontramos a verdadeira felicidade. Caso você não esteja pronto para isso, poderá ficar atrelado em relacionamentos doentios por medo de ficar sozinho.

Algumas características de um relacionamento kármico:

• Atração muito intensa onde a mente fica obsessivamente presa na outra pessoa.
• Desistir de seus interesses para agradar a outra pessoa.
• Um vício de sexo, drogas, beber que o liga ao outro parceiro
• Restrições financeiras causadas por um parceiro com relação ao outro. .
• Abuse de todos os tipos
• Egoísmo e falta de responsabilidade de um dos parceiros deixando sempre o outro cuidar de tudo.
• Perda ou ganho de peso após a relação causada por estresse ou roubos de energia
• Controle de um dos parceiros sobre o outro
• Mentiras, traição.
• Mágoas e danos a auto- estima do outro.
• Chamando apenas para o sexo, onde após passa a ignorar o outro

Neste tipo de relacionamento amoroso, não há crescimento real em um nível interno e há muita confusão e indecisão para o exterior também. E na grande maioria das vezes as pessoas vivem infindáveis relacionamentos do mesmo padrão se não operarem a cura dos padrões kármicos a nível emocional que vem se acumulando ao longo de muitas vidas.

Enquanto a cura interior não se realizar vamos continuar a atrair o mesmo tipo de relações destrutivas, dolorosas e confusas. Enquanto estivermos repetindo os mesmos padrões atrairemos sempre os mesmos tipos de relações com o objetivo de aprender alguma coisa, mas que não estamos tendo maturidade suficiente para enfrentar nos impedindo de andar para frente.

Todo o tempo, podemos estar desejando uma vida melhor, mas quase sempre não estamos dispostos a fazer qualquer cura-interior ou ser fiel a nós mesmo, ou até mesmo saber como ou por onde começar a cura.

O importante é nos conscientizarmos que precisamos crescer e assumir a nossa verdade. Caberá somente a nós começar iniciar o processo de cura. Fortalecer a nós mesmo e nos recusarmos a viver nestes níveis mais baixos de amor que só fazem nos consumir.
Quando estivermos prontos para sair deste tipo de padrão de relacionamento poderemos viver uma relação onde os dois parceiros estejam dispostos a crescer para a frente e abraçar o amor que ambos querem para sua vida, e isso vai incluir também um crescimento emocional e espiritual onde cada um terá que lidar com os seus verdadeiros sentimentos.

Maiana Lena – Terapeuta Kármica

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O VALOR DE UMA DONA DE CASA

 

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Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.
Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.
Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
‘Será que a minha mulher passou mal?’ ele pensou.
‘Será que alguma coisa grave aconteceu?’
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
– Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta:
– Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?’
– Bem… Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!

Por: Michelle Franzoni – Autora do Blog da Mimis, artista visual e doutora em Gestão do conhecimento, atua nas áreas de qualidade de vida e bem estar. 

SEJA FELIZ

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Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:

– “Seu marido lhe faz feliz?

Ele lhe faz feliz de verdade?”

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro “NÃO”, daqueles bem redondos!

“Não, o meu marido não me faz feliz”! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

– “Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz”. E continuou:

“O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas

 

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável

Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de “experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”. Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

 

Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

 

Peça apenas ao Universo que lhe dê “serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.”

NÃO REFLITA,

APENAS MUDE !

E SEJA FELIZ !

Por: Cris Esteves

A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que um homem NÃO quer

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Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:

“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.

Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.

Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.

Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”

Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.

O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.

O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?

Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.

Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.

Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.

Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?

Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.

“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”

Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.

O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?

E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.

No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.

Por: RUTH MANUS

Via:http://blogs.estadao.com.br/

O CAMINHO DO AMOR

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Às vezes, a melhor ajuda, o melhor apoio que prestamos a quem amamos, é simplesmente ouvi-lo e dar-lhe todo o tempo que precisar… Para tanto é preciso cultivar a paciência…

A natureza nos oferece uma variedade infinita de plantas que nos fascinam e deliciam. Sabemos que seríamos ridículos se as criticássemos.

Não as repreendemos por acharmos que já deveriam ter dado um novo broto ou uma nova folha.

Nem as comparamos com outras plantas do mesmo jardim que estejam mais vicejantes.

Deixamos que façam o que lhes seja natural, crescer e florescer no seu próprio ritmo.

Parece lógico que ofereçamos a quem amamos, a mesma consideração; sobretudo por não podermos saber exatamente sobre as lutas e dificuldades por que estão passando e enfrentando.

Mesmo com a melhor das intenções, nossa impaciência para que “cresçam” e que “sejam sensíveis” dá a entender que se trate de assuntos simples. A premissa é de que possam e devem mudar à nossa ordem.

Já salvei algumas das minhas mais belas plantas, porque aprendi, há muito tempo, que se eu quiser que medrem, tenho simplesmente de me limitar a deixá-las viver, de acordo com sua própria natureza.

Inúmeras vezes deixei de lado algumas, depois de esperar pacientemente que respondessem ao meu cuidado diligente, para depois, um dia, descobrir que só quando elas, e não eu, estavam prontas, abriam-se perante meus olhos.

Apenas esperavam a hora que lhes fosse mais propícia.
Às vezes a melhor ajuda, o melhor apoio que prestamos a quem amamos é simplesmente esperar, em silêncio, com paciência, com esperança, com compreensão, e deixar que o tempo simplesmente faça a sua parte

(Leo Buscaglia)

SUCESSO NO AMOR – COMO CONSEGUIR?

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Para conquistarmos o sucesso no amor, precisamos assumir responsabilidade por nossa emancipação afetiva.
As pessoas fracassadas têm justificativa para tudo, as bem-sucedidas não costumam perder tempo com os lamentos, elas valorizam iniciativas e aprendem com seus equívocos.

Tudo na vida tem seu preço, mudar é trabalhoso e amplia o leque de possibilidades de sucesso. Não fazer nada implica em repetir padrões de relacionamentos problemáticos e isso tem um custo emocionalmente muito caro.

Identificar nossas crenças negativas e comportamentos destrutivos é essencial para o sucesso amoroso. Trabalhar nossos erros, ansiedades e ilusões.

O que são decepções amorosas?

Decepções amorosas são oportunidades de Aprendizado de vida. Quando aquela sensação de vazio se instala em nosso peito, após um fracasso amoroso, significa que é o momento de ouvir nossa consciência, nossa voz interior. Fugir se enfiando em baladas, ou tentar arrumar um “novo amor” para esquecer o outro sem refletir, será um caminho rápido para novas decepções. Tomar remédios antidepressivos, ou seja, tomar “felicidade em pílulas” pode aplacar a dor temporariamente, mas não é a solução do problema.

É difícil, porém necessário, vivenciar o momento desagradável, tendo coragem e consideração por si, refletindo e aprendendo com os fatos ocorridos.

Hora de parar! Departamento Amoroso fechado para Balanço!

O autoconhecimento nos guia na identificação de problemas, além de viabilizar soluções. Para usar nosso discernimento, precisamos olhar o conflito de fora, como se estivéssemos assistindo a um filme. 

Algumas questões podem nos ajudar a sair do automático, assim conhecendo melhor a nós mesmos:
– Você sabe como funciona o seu sistema de crenças? 

Alimenta alguma crença destrutiva com relação ao amor? Do tipo: eu não tenho sorte no amor, ou ainda, não encontrei o príncipe encantado, mas ele esta a caminho?

– Como é o seu temperamento? Sabe compreender as diferenças com leveza?
– Você é mimado, manipulador, ansioso, possessivo?
– Qual é o seu nível de expectativas em relação ao Amor?

Se o seu nível de expectativa em relação ao amor for excessivo, você estará vivendo uma ilusão; desta forma, vai fatalmente encontrar a decepção.

– Como está sua autoestima? Você está satisfeito consigo?
– Você aceita e respeita seus limites com carinho?
– Você identifica e valoriza suas habilidades, seus dons?
– Você apoia a si mesmo nas horas difíceis? Você se dá Amor?
– Você sabe Amar sem perder sua individualidade, sua essência?

Refletir sobre essas importantes questões irá ajudar a construção de uma realização amorosa plena e duradoura.

Com responsabilidade e discernimento, invista em si mesmo, torne-se apto para amar e ser amado.

 

Por: Gisela Luiza Campiglia