VIVA COMO AS FLORES

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Mestre, queria lhe perguntar algo:
Como faço para não me aborrecer com as pessoas?
Algumas falam demais, outras são maldosas e invejosas. Algumas são indiferentes. Sinto raiva das que são mentirosas e sofro com as que caluniam.
“Viva como as flores” advertiu o mestre.
Mas como? Como é viver como as flores? perguntou a jovem.
“Repare nestas flores” continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.
“Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
Não é sábio permitir que os erros e defeitos dos outros a impeçam de ser aquilo que Deus espera de você”.
Precisamos entender que os defeitos deles são deles, e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimentos.
Exercitar a virtude é rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores. Você não precisa focar nos erros alheios, justificando assim sua insatisfação com a vida e as circunstâncias.
Tire a boa parte do adubo que chega até você!
Seja uma flor cujo aroma é agradável aos que estão ao seu redor. Exale esse aroma. Não deixe que o seu foco esteja no adubo.

Via: Raio de Sol

ACALMA MEU PASSO, SENHOR

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Acalma  meu passo, Senhor!
Desacelera as batidas do meu coração, acalmando minha mente.
Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranquilidade das montanhas.
Retira a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranquilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.
Ajuda-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.

Ensina-me a arte de tirar pequenas férias: reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir uma música preferida.

Acalma meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos,
a Tua presença constante no meu coração.

 Acalma meu passo, Senhor, para que eu possa entoar  o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo me para escutar a Tua voz.

Acalma meu passo, Senhor, para que eu possa enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida e crescer até as estrelas do meu destino maior.

Obrigado Senhor, pelo dia de hoje, pela família que me deste, meu trabalho e sobretudo pela Tua presença em minha vida.

Obrigado, Pai!
És meu refúgio permanente, único caminho que me permite encontrar a paz!

Por: Ivete Tayar

SAWABONA SHIKOBA

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Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria.

Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.

Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma.

É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.

O egoísta não tem energia própria;

Ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.

E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso.

Ao contrário, dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa Alma Gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.

Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de Ser de Cada Um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…

Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo !!!

Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de…

SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer

“EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM”.

Em resposta as pessoas dizem…

SHIKOBA que é “ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ”.

Por: Flávio Gikovate

CASAMENTO: MODO DE USAR

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Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.
Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.
Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.
Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.
Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.
Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.
Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.
Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se.
Curta mais o seu amor.

Por: Diego Engenho Novo

PÉROLAS DA VIDA

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“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas.”
Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar.Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.

O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!

04 de Outubro – Dia Mundial dos Animais e de São Francisco de Assis

No dia 04 de outubro é comemorado o dia dos animais. A homenagem surgiu para São Francisco de Assis, na data de seu falecimento, pois tinha grande apreço pelos bichos, criava algumas espécies e dava-lhes carinho e atenção, cuidando de seus ferimentos e dando-lhes alimentos e água.

É importante que os homens respeitem os animais, pois várias espécies encontram-se em extinção, podendo ser totalmente eliminadas do planeta.Isso é muito ruim, pois existe uma cadeia alimentar, onde uns animais se alimentam de outros, que pode ficar prejudicada com o desaparecimento de algumas espécies. Algumas espécies de plantas também dependem dos animais para sua reprodução e se estes estiverem extintos teremos também o fim das espécies vegetais.

Além disso, os animais têm vida e devem ser tratados com respeito. A natureza é seu habitat natural e os humanos não tem o direito de destruí-la e de afastá-los para outros locais.

Porém o problema do desrespeito aos animais não acontece somente no Brasil. Em quase todo o mundo existem espécies ameaçadas e isso ocorre tanto pela poluição da natureza como pela eliminação predatória feita pelos homens.

Na Antártida, por exemplo, temos visto a matança de focas bebês, de forma brutal, como esporte. No Brasil, a criação de enormes lagos e praias artificiais, destroem grande parte do cerrado, afastando os animais de seu habitat, além de causarem a morte de várias espécies que não conseguem correr das águas, como no Tocantins. No Japão matam baleias para a fabricação de cosméticos, sendo que também já estão em extinção. Na África elefantes são mortos para a retirada de suas presas, de marfim.

Os circos são um grande atrativo, mas aqueles que colocam animais em seus shows estão sendo duramente criticados, pois os animais ali presentes sofrem de maus tratos para aprenderem a se portar diante da platéia.

De uns anos para cá, temos visto a sociedade se unindo na luta contra a degradação da natureza e dos animais. O Greenpeace é um desses sérios grupos, que defendem a natureza, e no Brasil já criaram áreas de preservação ambiental.

É mais do que merecido que os seres humanos se conscientizem da importância dos animais para a natureza e vice-versa, que respeitem e preservem estes de forma a melhorar as condições do planeta em que vivemos.

 

Por Jussara de Barros
Pedagoga