AS MULHERES FALAM DEMAIS – Por Mirella Faur

52

Fazendo uma retrospectiva histórica e mitológica do papel da mulher ao longo dos tempos, constatamos seu papel milenar como mediadora entre os planos divino e humano. Desde os primórdios da humanidade, coube às mulheres a responsabilidade de perceber os avisos, os sinais e as manifestações sobrenaturais e transmiti-los à comunidade. Durante os pelo menos 35 mil anos em que Deus foi mulher, as mulheres –representantes da Deusa na Terra – foram respeitadas por seu poder de conceber e nutrir a vida e por sua profunda conexão com os planos sutis e a natureza.
As mulheres eram regidas pela Lua e a ela estavam conectadas por meio de seus ciclos menstruais. Considerada uma representação da Deusa, a Lua era honrada pelas mulheres por meio de reuniões nas Cabanas Lunares ou Tendas Vermelhas, durante a fase da Lua Negra ou em sua fase menstrual, nas quais se dedicavam à introspecção, ao silêncio, à cura, à conexão com o divino ou o contato com as suas ancestrais e Matriarcas dos clãs. Esse retiro visava não somente a renovação e o fortalecimento pessoal, mas era também uma oportunidade de trabalhar em benefício da comunidade.
A percepção sutil intrínseca à natureza feminina tornava-se muito mais ampla e aguçada durante a menstruação, permitindo às mulheres atravessarem mais facilmente os véus que separam os mundos. Ao retornarem de seu isolamento, as mulheres traziam mensagens e orientações dos ancestrais, dos seres da natureza e das Deusas, sendo assim reconhecidas e honradas como porta-vozes do além.
Nas culturas matriarcais do período neolítico, a mulher continuava desempenhando sua função de intermediária entre o sagrado e o profano, fosse como sacerdotisa, profetisa ou visionária. Ao visitar lugares sagrados em Malta, Sicília, Creta e Grécia, pude comprovar in loco a existência de inúmeras câmaras oraculares, de nichos para sonhos incubatórios e de janelas especiais nas paredes dos inúmeros templos, aonde a comunidade ia para ouvir a voz da Deusa, manifestada por meio das suas sacerdotisas.
Localizado na Grécia em Delfos, o mais famoso oráculo do mundo antigo era dedicado a Python, a grande serpente sagrada, filha partenogenética da Terra, que personificava o espírito profético de Gaia. Lá, após rigorosas purificações e preparações, as sacerdotisas oraculares – chamadas pitonisas – entravam em transe e transmitiam as mensagens para todos aqueles que as procuravam. Mesmo após a usurpação do templo pelos sacerdotes de Apollo, o oráculo continuou sendo atributo das sacerdotisas, pois Python transmitia seus segredos apenas às mulheres.
Com o advento das sociedades patriarcais, as mulheres perderam seus direitos, sendo dominadas, subjugadas, perseguidas e silenciadas. No Império Romano, as mulheres ainda desempenhavam funções sacerdotais, mas foram excluídas da vida social, não tendo permissão para estudar ou para falar em público. A educação era reservada apenas às cortesãs, para que pudessem entreter os homens com sua erudição. O cristianismo, por meio de seus dogmas, proscrições e proibições, marginalizou e aniquilou definitivamente os valores femininos, excluindo as mulheres do sacerdócio, relegando-as às funções procriadoras e ao serviço do lar, da família e da comunidade.
Nos dogmas cristãos por não ter sido criada à imagem e semelhança de Deus (mas da costela de Adão, um homem), por ter comido da Árvore do Conhecimento seguindo o conselho da serpente e por ter sido castigada com a expulsão do Paraíso e para parir com dores, a mulher tornou-se a origem de todos os males infligidos à humanidade, sendo vista como a fonte do pecado, do mal e da luxúria. A consequência foi sua total desconsideração, passando a ser julgada incapaz de pensar e proibida de falar. A repressão religiosa, familiar e social colocou vendas nos olhos e mordaças na boca das mulheres, que, outrora, representavam a origem da vida e a fonte da sabedoria.
Após os horrores da Inquisição, as mulheres levaram ainda alguns séculos para emergir da escuridão, até que, no início do século passado, conseguiram recuperar o direito de falar, trabalhar e votar. O século XX pode ser considerado a retificação dos dezenove séculos de opressão e silêncio forçado, facilitando a compreensão do movimento feminista como um pêndulo oscilando entre dois extremos.
Ávidas por expressão, as mulheres foram à luta na tentativa de recuperar o tempo perdido. Hoje ninguém mais duvida de sua capacidade, seja na área social, política, econômica ou científica, seja no setor literário, artístico, terapêutico ou místico. Pagando o alto preço da jornada dupla ou tripla de trabalho, a mulher saiu do anonimato e está conquistando um lugar ao sol, competindo de igual para igual com os homens. E é neste ponto que o pêndulo perde seu equilíbrio: as mulheres, ao assumir características que não são intrínsecas à sua natureza – imitando o comportamento e apropriando-se dos valores ou do linguajar masculino – exageram sua autoafirmação e querem ser ouvidas a qualquer custo.
Talvez por isso a mulher contemporânea fale demais, esquecendo-se que somente no silêncio pode ser ouvida sua voz interior; que sua força não vem da agressividade ou da combatividade, mas sim da compreensão, da sensibilidade, da criatividade, da ponderação e da sabedoria. Por mais que o mundo exterior a solicite, pressione ou agrida, a mulher moderna precisa relembrar como se proteger e como se fortalecer, buscando dentro de si seu verdadeiro eu, ouvindo sua sabedoria inata e expressando, com convicção e competência, seu potencial de maga: saber, querer, ousar… e calar.

Mirella Faur

A Sacerdotisa Gnóstica e as Iniciações

sacerdotisa

A mulher é a mais bela expressão da Divindade, seja no Cosmo e na Natureza, seja na Sociedade. Como reflexo potencial do Aspecto Materno e Feminino de Deus e do Universo, a mulher deve também expressar as 7 funções sagradas do Eterno Feminino, que são: Gerar, Gestar, Parir, Nutrir, Educar, Manter e Absorver.

A mulher é a expressão da Natureza velada através de suas FUNÇÕES SAGRADAS.

A Sacerdotisa deve ser, para o sacerdote, simultaneamente: Esposa, Irmã, Mãe, Filha e Deusa.

Para o VM Samael Aun Weor, “sem a mulher não haveria Deuses”. Mas o que é ser uma Sacerdotisa, uma Iniciada?

Para a Gnose eterna, a Sacerdotisa é aquele Ser, encarnado em corpo de mulher, que potencializa em seu interior, por meio do autoconhecimento, arquétipos sagrados que nos tornam unos com a Realidade, o Todo e a Verdade.

Dentro do ser humano, independentemente de sexo, raça, religião e condições sociais diversas, há duas forças que se combatem mutuamente desde o início dos tempos. São a ovelha e o lobo interiores.

A ovelha é aquela nossa Essência, ou Alma, a Chispa Sagrada que veio das estrelas, do centro mesmo da galáxia, do coração cósmico que nos deu vida. E o Lobo são as forças que nos mantêm aprisionados a Maya, às ilusões fascinantes, o canto das sereias que nos ata e mata.

Essas duas forças interiores são as duas sendas da vida, a Senda Horizontal, da vida profana e sem metas, o existir por existir; e a Senda Vertical, a que nos leva diretamente ao mais profundo de nossa Alma e coração.

A mulher, quando decide trabalhar sobre si mesma, eliminando seus bloqueios, traumas, fobias, condicionamentos, complexos e ilusões sensoriais, passa a trilhar por uma Senda que a levará a encarnar princípios espirituais sagrados que foram apresentados em todos os mitos, religiões e tradições iniciáticas.

Esses princípios, ou mitos sagrados, femininos são as sacerdotisas, as profetisas, as heroínas, as deusas e as supermulheres (no sentido mais espiritual do termo).

Na tradição iniciática judaico-cristã, os arquétipos tanto positivos quanto negativos que a mulher pode encarnar estão representados nas seguintes personagens:

Arquétipos Positivos: Eva, Sara, Miriam (irmã de Moisés e Aarão), Maria mãe de Jesus, Maria Madalena etc.

Arquétipos Negativos: Lilith, Dalila, Salomé e Kundry (como veremos melhor em outro texto deste link A Mulher Gnóstica).

A Sacerdotisa e as Iniciações

A Iniciação é a sua própria vida. Se você quer a Iniciação, escreva-a sobre uma vara. Quem tiver entendimento que entenda, porque aqui há sabedoria. A Iniciação não se compra e nem se vende.

Fujamos das escolas que dão iniciações por correspondência. Fujamos de todos aqueles que vendem iniciações. A Iniciação é algo muito íntimo da Alma. O Eu não recebe iniciações. Aqueles que dizem, “Eu tenho tantas e tantas iniciações”, “Eu possuo tantos e tantos Graus”, são mentirosos e farsantes, porque o “Eu” não recebe Iniciações nem Graus.

Existem nove Iniciações de Mistérios Menores e cinco importantes Iniciações de Mistérios Maiores. É a Alma que recebe as Iniciações. Trata-se de algo muito íntimo, que não se anda dizendo e nem se deve contar a ninguém.

Todas as iniciações e graus que são conferidos por muitas escolas do mundo físico não têm realmente nenhum valor nos Mundos Superiores. Os Mestres da Loja Branca só reconhecem como verdadeiras as legítimas Iniciações da Alma. Isso é uma coisa completamente interna.

O discípulo pode subir as nove arcadas, pode atravessar todas as nove Iniciações de Mistérios Menores, sem haver trabalhado com o Arcano AZF (a Magia Sexual). Todavia, é impossível entrar nos Mistérios Maiores, sem a Magia Sexual (o AZF).

No Egito, todo aquele que chegava à Nona Esfera recebia inevitavelmente de lábios a ouvidos o segredo terrível do Grande Arcano (o Arcano mais poderoso, o Arcano AZF).

(fragmentos do livro: O Matrimônio Perfeito, de Samael Aun Weor.)

As Responsabilidades da Sacerdotisa Gnóstica

As Sacerdotisas, como os Sacerdotes, têm uma grande responsabilidade espiritual. Seu estado moral, de pureza e exemplo de vida refletem sobre todo o ambiente social ao seu redor, em geral, e sobre toda a comunidade gnóstica e os que dela participam, em particular, especialmente nos exemplos e na conduta.

A mulher gnóstica deve ser modelo de obediência espiritual e dedicação ao seu trabalho porque é um símbolo vivo da Mãe Divina.Como exemplo vivo da Mãe junto à comunidade, cabe também à Sacerdotisa participar ativamente da psicologia da comunidade, da consciência grupal e das naturais dificuldades iniciáticas individuais de cada irmão (questionamentos, crises emocionais, provas etc.).

As Sacerdotisas, com sua intuição, sentido de observação e na busca da função acalentadora e compreensiva de Mãe, Instrutora, Líder e Iniciada, deverão zelar veladamente pelo bem estar de todos ao seu redor.

As mulheres gnósticas são as “sacerdotisas do templo”. Portanto, além de se darem o respeito, devem igualmente fazerem-se respeitadas pela comunidade por seus conhecimentos, sabedoria, desprendimento, anelo de servir à Causa e, principalmente, seus exemplos de vida.

Para maior compreensão, a mulher gnóstica deve estudar e meditar nas seguintes obras: O Matrimônio PerfeitoPsicologia RevolucionáriaO Mistério do Áureo FlorescerTarot e Cabala(estudo dos Arcanos 2, 3, 6, 11, 14 e 19); Curso Esotérico de Cabala; Textos selecionados do VM Samael sobre a Mãe Divina e seus 5 aspectos; Textos selecionados do VM Samael sobre a mulher e as Deusas dos diversos mitos (deusas greco-latinas, astecas, nórdicas etc.).

FONTE: Gnosis On Line – http://www.gnosisonline.org

A MULHER, A LUA E SEUS CICLOS

deusa1

Na Antigüidade, o ciclo menstrual da mulher seguia as fases lunares com tanta precisão que a gestação era contada por luas. Com o passar dos tempos, a mulher foi se distanciando dessa sintonia e perdendo, assim, o contato com seu próprio ritmo e seu corpo, fato que teve como conseqüência vários desequilíbrios hormonais, emocionais e psíquicos. Para restabelecer essa sincronicidade natural, tão necessária e salutar, a mulher deve se reconectar à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá cooperar com seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando seus desequilíbrios e fortalecendo sua psique.

Para compreender melhor a energia de seu ciclo menstrual, cada mulher deve criar um Diário da Lua Vermelha, anotando no calendário o início de sua menstruação, a fase da lua, suas mudanças de humor, disposição, nível energético, comportamento social e sexual, preferências, sonhos e outras observações que queira.

Para tirar conclusões sobre o padrão de sua Lua Vermelha, faça essas anotações durante pelo menos três meses, preferencialmente por seis. Após esse tempo, compare as anotações mensais e resuma-as, criando, assim, um guia pessoal de seu ciclo menstrual baseado no padrão lunar. Observe a repetição de emoções, sintonias, percepções e sonhos, fato que vai lhe permitir estar mais consciente de suas reações, podendo evitar, prever ou controlar situações desagradáveis ou desgastantes.

Do ponto de vista mágico, há dois tipos de ciclos menstruais determinados em função da fase lunar em que ocorre a menstruação. Quando a ovulação coincide com a lua cheia e a menstruação com a Lua Negra (acontece nos três dias que antecedem a lua nova, entendido como o quinto dia da lua minguante), a mulher pertence ao Ciclo da Lua Branca. Como o auge da fertilidade ocorre durante a lua cheia, esse tipo de mulher tem melhores condições energéticas para expressar suas energias criativas e nutridoras por meio da procriação.

Quando a ovulação coincide com a lua negra e a menstruação com a lua cheia, a mulher pertence ao Ciclo da Lua Vermelha. Como o auge da fertilidade ocorre durante a fase escura da lua, há um desvio das energias criativas, que são direcionadas ao desenvolvimento interior, em vez do mundo material. Diferente do tipo Lua Branca, que é considerada a boa mãe, a mulher do Ciclo Lua Vermelha é bruxa, maga ou feiticeira, que sabe usar sua energia sexual para fins mágicos e não somente procriativos.

Ambos os ciclos são expressões da energia feminina, nenhum deles sendo melhor ou mais correto que o outro. Ao longo de sua vida, a mulher vai oscilar entre os ciclos Branco e Vermelho, em função de seus objetivos, de suas emoções e ambições ou das circunstâncias ambientais e existenciais.

Além de registrar seus ritmos no Diário da Lua Vermelha, a mulher moderna pode reaprender a vivenciar a sacralidade de seu ciclo menstrual. Para isso, é necessário criar e defender um espaço e um tempo dedicado a si mesma. Sem poder seguir o exemplo das suas ancestrais, que se refugiavam nas Tendas Lunares para um tempo de contemplação e oração, a mulher moderna deve respeitar sua vulnerabilidade e sensibilidade aumentadas durante sua lua. Ela pode diminuir seu ritmo, evitando sobrecargas ao se afastar de pessoas e ambientes carregados, não se expondo ou se desgastando emocionalmente, e procurando encontrar meios naturais para diminuir o desconforto, o cansaço, a tensão ou a agitação.

Com determinação e boa vontade, mesmo no corre-corre cotidiano dos afazeres e obrigações, é possível encontrar seu tempo e espaço sagrados para cuidar de sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Meditações, banhos de luz lunar, água lunarizada, contato com seu ventre, sintonia com a deusa regente de sua lua natal ou com as deusas lunares, viagens xamânicas com batidas de tambor, visualizações dos animais de poder, uso de florais ou elixires de gemas contribuem para o restabelecimento do padrão lunar rompido e perdido ao longo dos milênios de supremacia masculina e racional.

O mundo atual – em que a maior parte das mulheres trabalha – ainda tem uma orientação masculina. Para se afastar dessa influência, a mulher moderna deve perscrutar seu interior e encontrar sua verdadeira natureza, refletindo-a em sua interação com o mundo externo.

Texto de Mirella Faur 

A ERA DA ENERGIA FEMININA – A ERA DE AQUÁRIO

1601235_774878269222315_3381197774444274944_n

Com o Raio Sincronizador emanado do Centro da Galáxia, às 14h17min (horário de Brasília), do dia 21 de dezembro de 2012, que atingiu o planeta Terra sete minutos depois (tempo que levou para chegar a este Sistema Solar), começou definitivamente a Era da Energia Feminina – a Era de Aquário.

Com este Impulso Cósmico começou uma nova disposição mental e vibratória predispondo a humanidade a um novo pensar e agir, para que possa readquirir sentimentos outrora possuídos, quando foram distorcidos por falsos valores e por conceitos impostos, que desde então estavam inseridos no proceder dos seres humanos – e, muitos deles associados à sua sexualidade.

Estes Sentimentos de uma época mais remota expressos como uma Energia Pura e que começam agora ser resgatados, as Amazonas Matriciais já os tinham em outro período da historia da humanidade. O seu campo vibratório especial não tinha energeticamente nenhuma mistura, porque ele não misturava com o campo vibratório de outras pessoas. Elas conseguiam neutralizar qualquer energia em desarmonia que por acaso tentasse aderir no campo eletromagnético de seu corpo (aura).

A presença neste planeta das Amazonas Matriciais em outra época sempre foi do conhecimento de alguns (“iniciados”). Entretanto, para o publico em geral esta presença é tida como uma lenda na forma de mulheres guerreiras. Estas Sumo-Sacerdotisas viveram em comunidades sem a presença de homens, que só eram aceitos quando demonstravam capacidade mental e vibracional associada à paranormalidade (“sacerdotes”), mas mesmo assim suas presenças eram aceitas apenas durante o tempo necessário para gerar filhos, que eram criados por elas se fossem do sexo feminino.

Durante muito tempo a lenda das Amazonas já povoava o imaginário dos gregos e dos romanos, sendo citada no poema épico Eneida de Virgilio e também na Ilíada de Homero. Ela está também presente em todos os continentes, com exceção da Oceania. E, todas as mulheres citadas na Bíblia são da linhagem das Amazonas Matriciais, que contribuíram para a presença física de Cristo na Terra. Atualmente as mulheres que herdaram a genética das amazonas são as caucasianas, mas, no Brasil existem também tanto mulheres com a sua descendência na vibração de “sacerdotisas” quanto os homens com a sua descendência na vibração de “sacerdotes” – pessoas diferenciadas geneticamente pela sua sensibilidade, criatividade e  habilidades paranormais.

O motivo verdadeiro da presença das Amazonas no planeta Terra não esteve relacionado “à arte de guerrear”, mas o de trazer Harmonia à humanidade através da estabilização da Freqüência Schumman, com o auxilio das vibrações sonoras que produziam através de suas cordas vocais. Emitiam um som melódico que ressoava como vibrações celestiais, para que sincronizassem as moléculas da água no formato tetraédrico e influenciassem com esta vibração todos os corpos vivos (vegetais, animais e seres humanos), que são constituídos em grande parte de água. Portanto, elas tiveram uma missão muito especial, que só elas poderiam realizar, ajudando harmonizar a maneira de pensar e de agir das pessoas daquela época, quando já as preparava vibratoriamente para a vinda de Jesus Cristo. Portanto, elas vieram em função da paz e não em função da guerra, como diz a lenda.

As Amazonas Matriciais eram “Sumo-Sacerdotisas” com diversos dons extrasensoriais, que as permitiam manipular com facilidade as Leis Universais para a terceira dimensão. Elas traziam também em seu olhar o poder da magia, que através desta sua força extraordinária também as possibilitava apenas mentalmente serem compreendidas, sem se expressarem oralmente.

A energia que elas irradiavam era de muita pureza, porque não tinham bloqueios emocionais ou de julgamento em relação ao que faziam. Logo após o ato sexual que tinham com os “sacerdotes” apenas por necessidade de procriação, elas neutralizavam através do seu campo energético a energia do homem (inserido no “sacerdote”), conservando-se com a sua pureza vibratória inicial, como se não o tivesse feito e sem o sentido de pecado como muitas vezes a sexualidade ainda é vista hoje.

As Amazonas Matriciais tiveram a missão de reciclar a energia sexual, que naquele tempo como hoje era muito má utilizada, para uma vibração mais pura através de vibrações sonoras provenientes de suas cordas vocais na forma de canções e de “mantras” ultra-sônicos. A entonação por elas criada vibrando na freqüência semelhante à da harpa, gerava uma sincronia com tudo e com todos.

Estas Matriciais pertencem a uma raça de um mundo em uma galáxia em espiral, que está distante da Terra 2,2 milhões de anos-luz. É uma galáxia que em um ciclo de 144 mil anos tem uma aparência como estivesse esticada, para depois em mais 144 mil anos ter a aparência de uma espiral ou de uma cobra enrolada. A energia da kundalini é representada na forma de uma serpente enrolada por este motivo.

A 13ª. Constelação (Ophiuchus, Ofiúco – Caçador de Serpentes) tem como signo do zodíaco a cobra. Ela está relacionada à “13ª Tribo” ou às Amazonas, que superaram todas as outras doze tribos pelo seu alto grau de evolução e iluminação.

Entretanto, os indícios mais autênticos desta “13ª. Tribo” foram apagados ou removidos propositalmente com o sentido de eliminar tanto os ensinamentos destes seres quanto a prova de suas presenças!… Por quê?… Porque removeram da face da Terra qualquer lembrança mais precisa do poder mágico destas Sumo-Sacerdotisas, que eram seres iluminados com o poder alquímico da transformação e que irradiavam através do seu olhar, do seu sorriso e da sua voz grande magnetismo e magia?…

As atividades vibracionais (do Projeto Portal) estão voltadas para este Novo Ciclo, portanto estão também em sintonia vibracional com a Freqüência das Amazonas. E estas atividades resumindo agora tudo o que já foi feito em relação à energia da kundalini – à energia sexual já transformada em Freqüências Multivibracionais, elas finalizam nesta freqüência as demais atividades que ali já foram feitas anteriormente.

Estas “sacerdotisas e os sacerdotes” de hoje descendentes das Amazonas Matriciais possuem qualidades extrassensoriais ativas. Possuem também informações conseguidas através das linhas de reencarnação. Com informações e treinamentos, despertam-se para a percepção de altas freqüências vibratórias, que são posteriormente convertidas em Energia Taquiônica (Energia do Pensamento), acelerando o seu padrão evolutivo.

Estas mulheres e homens pesquisadores do Projeto Portal que possuem a genética destas Matriciais e que agora ainda interagindo com seus parceiros de outras realidades estão mais informados, já sabem transformar a Energia da Kundalini – energia sexual, em Energia Vibracional. Sabem também que esta Energia já transformada em Freqüências Multivibracionais, só acontece através da Energia Taquiônica, que já é a soma de todas as formas de energia (sexual e emocional) por eles geradas em sintonia com o Cosmo. Sabem ainda que agora podem se expressar de fato na Vibração do Amor Universal, que não é mais apenas aquele amor limitado por sensações humanas pregado por religiosos, filósofos e poetas. Sabem que esta Vibração é mais ampla, permitindo-os que equilibrem totalmente as três linhas básicas do destino pré-programado de suas Três Linhas da Vida.

O Novo Ciclo que agora se inicia com a Era de Aquário, identificando-se com a presença mais consistente da Energia Feminina, ele é também o momento que se inicia “O Retorno”, para que principalmente as mulheres (as “sacerdotisas modernas”) possam a partir de agora direcionar com muito mais sensibilidade, mas também comandar com a firmeza de “guerreiras” a humanidade, para que ela volte aos verdadeiros valores e objetivos do Cristo Cósmico, em obediência ao Quinto Princípio Universal – em obediência ao movimento de retorno entre dois pólos que sempre se manifesta nos planos físico, mental e espiritual.

Chegou o momento para que com a liderança destas mulheres (auxiliadas pelos homens) usem de fato sua Vontade, para que possam finalmente em um grau de Equilíbrio e Firmeza Mentais, não mais deixarem a humanidade mover à direita e à esquerda pelo pendulo mental das condições e das emoções coletivas, que sempre a jogaram para lá e para cá em varias ocasiões de sua historia. Estas “sacerdotisas” modernas já possuem capacidade de mudar a vibração de tudo através do seu direcionamento mental, quando já são vistas cada vez mais em todas as atividades humanas comandando-as. Elas podem!… E podem muito mais!… Já tem condições de se tornarem “senhoras de todas as Leis”, por agirem em sintonia com elas, por agirem com mais acuidade de acordo com os Princípios que as regem.

__________________________

Neste Novo Tempo com a sensibilidade feminina mais presente e que é mais própria da mulher, serão desmitificados certos paradigmas e dogmas que pontuam doutrinas religiosas e mesmo esotéricas (herméticas). Serão paulatinamente derrubadas teorias que versam sobre liturgias, cerimoniais e a criação da raça humana, para que se reescreva a história da humanidade, já extirpada de versões que ainda nos dias de hoje correm como verdades imutáveis.

Neste reinicio para a humanidade com a Era de Aquário se mostrando cada vez mais, a presença da mulher de maneira gradativa e silenciosa começa conquistar com a sua versatilidade espaços de trabalho praticamente em todas as atividades humanas, usufruindo do seu poder – do poder mais criativo de seus trinta e sete canais mentais, que o homem apenas os possui em numero de dezoito.

A mulher possuindo mais do dobro de canais mentais que o homem, ela é mais intuitiva e mais criativa do que ele. É mais capacitada para se inserir nesta nova etapa do conhecimento e de realizações humanos, fazendo-se mais presente, quando não é mais necessária a força bruta masculina anexadora de novos espaços físicos, como acontecia comumente como conquistas territoriais na era anterior, na Era de Peixes – hoje a força bruta é utilizada empregando-se a tecnologia das maquinas, que podem facilmente ser comandadas tanto por homens quanto por mulheres.

Na Era de Aquário com novas descobertas tecnológicas e de transformações profundas no comportamento humano, “vícios” milenares serão a partir de agora mais firmemente removidos, mas talvez aqueles mais difíceis de serem removido estejam na forma de informações acumuladas como aparente cultura, que para ser removidas vai exigir uma esforçada “faxina mental” – principalmente àquelas fundamentadas em culturas religiosas.

A verdadeira transmutação é uma Arte Mental. A palavra transmutar significa mudar de uma natureza (substancia) em outra e da mesma forma. Então, a Transmutação Mental é a arte de transformar e de mudar os estados, as formas e as condições mentais em outras – é a Arte da Química Mental.

O “universo humano” é criação mental de uma mente finita (humana), enquanto o Universo d’O Todo é criação de uma Mente Infinita (Deus). Ambos são semelhantes em natureza, mas infinitamente diferentes em grau.

A Mente Infinita d’O Todo é a matriz dos Universos. O Universo como a humanidade o conhece não é substancial e nem duradouro – é uma coisa de tempo, espaço e mobilidade. A Verdade Absoluta pode ser definida como sendo as Coisas como a Mente de Deus as conhece, ao passo que a verdade relativa está relacionada às coisas como a mais elevada razão da mulher e do homem as compreendem.

Sabedores dos Princípios Universais as “sacerdotisas” e os “sacerdotes” de hoje (no Projeto Portal) valendo-se, sobretudo, da Primeira Lei Universal, que estabelece ser o Universo Mental em sua natureza, aceleram a sua freqüência mental e “chamam” as “Naves” (GNA, Gemus e outras de freqüências diferentes) para que se mostrem fisicamente como se aparecessem “do nada” e depois se sumissem “no nada” e, quando então, deduzem que é através da Infinita Mente Vivente (Deus), que mentes finitas (humanas) podem mesmo em realidades diferentes se comunicar e interagir.

Neste Novo Ciclo de especial abertura mental o ser humano precisa sair de uma realidade estática e obscurantista que já faz tempo nele foi incutida pelo GO (Governo Oculto) e começar a vivenciar outra realidade mais dinâmica – mais vibrante e eterna. Vida é conhecer, é vivenciar o eterno conhecimento e, sobretudo, é cada um se conhecer cada vez mais, buscando no mais profundo de seu ser o Cristo interno.

Aquela ou aquele que busca o Cristo Cósmico deve ter a alma transbordando de aventura, certo de que se jogou destemido no mundo do nada das coisas materiais, mas tendo a certeza de que neste mundo visível como ponto mais baixo, encontrará o ponto mais alto alem mesmo do Universo físico, ao ser conduzido através de seu Cristo interno pelos mundos mental-invisíveis, pelos mundos multidimensionais.

O “novo ser” desta Nova Era que realmente esta em busca de si mesmo, ele deve “ser mental”, mas ao mesmo tempo deve também “ser espiritual” dentro de uma “alquimia” necessária para que se descubra em relação à realidade em sua volta, tanto aquela que ele vê, quanto àquela que ele normalmente não vê, “experimentando-se como “o observador” alem mesmo dos processos quânticos de “entrelaçamento”.

A Física Quântica desmitificou a dicotomia matéria-onda. O Universo em constante vibração é composto de ondas. Nele o pensamento esparge ondas que se propagam na veiculação da energia empregada. O direcionamento do pensamento submetido à Vontade de forma concentrada realiza “milagres”, pela interação ondulatória do pensamento na estrutura ondulatória da própria matéria.

As “novas” mulheres e os “novos” homens deste Novo Tempo ao se concentrarem já são capazes de utilizarem da força de sua Vontade para dominarem Leis Universais como Co-Criadores, para então manipularem Freqüências Multivibracionais no mundo da matéria, materializando-a ou transformando-a.

O Universo pode ser dividido em três grandes classes conhecidas de fenômenos, que como Três Grandes Planos são denominados: Grande Plano Físico, Grande Plano Mental e Grande Plano Espiritual. Estes três Planos penetram uns nos outros, assim esta divisão que não é solida e nem exata pode ser colocada entre os mais elevados fenômenos do Plano Físico e o mais inferior do Plano Mental. A vida antes de emergir em um nível de complexidade da matéria, já existia potencialmente nela. A mente que também emerge com certo nível de complexidade da vida com o auxilio do cérebro,  também já existia potencialmente nela. O “mundo Terra” já existia na Infinita Mente Vivente, projetado para que através dos elementos fogo, água, terra e ar servissem ao reino mineral, vegetal e animal coexistindo em equilíbrio.

As “sacerdotisas e os sacerdotes” de hoje estão em busca do Verdadeiro Conhecimento perdido no tempo, muitos deles associados distorcidamente a lendas e mitos.   Com informações que agora estão recuperando procuram tornar as “Senhoras” e os “Senhores” que dominam Leis Universais, porque é através delas que podem ser também os donos de suas próprias leis em seu “mundo interior”.

Buscar informações para adquirir novos conhecimentos é “vibrar” em outro nível de consciência e almejar também, ir alem do “laboratório” de experiências espaço-tempo.

Estas buscadoras e estes buscadores de si mesmos que procuram se conhecer através do Real Conhecimento, eles estão em permanente o estado de auto-referência, olhando para si mesmos conscientes de seu Eu Verdadeiro.

Elas e eles que buscam desenvolver a sua Potencialidade de Co-criadores estão em intenso processo de criatividade interior para melhor perceber o “Mecanismo” da Causalidade Descendente – a Consciência Cósmica ou Deus fazendo presente em sua vida de “observadores”.

A Nova Ciência traduzida pelos conceitos da Física Quântica exige das sacerdotisas e dos sacerdotes de hoje que pesquisam neste novo campo, um estado de percepção (intuição) mais apurado que os permite também mais interiorizados, “se ligarem” mais à Consciência Cósmica – o Ser Quântico que é o Verdadeiro Portador da Criatividade.

Tudo no Universo é Energia. Os seres humanos são partículas conscientes no Universo. Partículas divinas constituídas de memória e vibrando através de Freqüências de Onda. Mas, aqueles que ficam flutuando entre a atração e a repulsão (quase sempre perdidos em seu mundo interior), o seu direcionamento a nível eletromagnético através de seu campo energético utilizando-se de seus olhos ou de sua fala, ele acaba por interferir em seu padrão evolutivo. Portanto, é necessário que todos os caminhantes destes novos tempos (mulheres e homens) abram para novos conhecimentos, abram a mente para uma maior compreensão em relação às Energias, mas não só aquelas de campos eletromagnéticos.

Por: Antônio Carlos Tanure

Via: pegasus.portal.com.br