AS DIVINDADES REGENTES DA CHUVA

 

chuva

A chuva é um símbolo universal de fecundidade e fertilidade, considerada doadora e sustentadora da vida animal, vegetal e humana, um verdadeiro fluido divino criador da vida. Na maioria das antigas culturas e tradições nativas o princípio feminino era representado pela água, regida pela Lua. São as “águas da vida” que cercam o feto e é o oceano primordial que representa a fonte da vida. Rios, correntes, fontes, lagos, mares são associados com a “Senhora das águas que correm”, revelando a natureza fluida e mutável da Deusa. Quando reverenciada como uma força benéfica, a água e a chuva eram associadas com um sistema complexo de rituais e magias, para controlar e direcionar sua energia, principalmente nas regiões áridas. Nas comunidades primitivas, a pessoa mais importante era o xamã encarregado dos rituais de chuva. Em todo o mundo antigo, entre etnias diversas e radicadas em lugares diferentes, eram constantes os rituais dedicados à chuva para que esta caísse sobre a terra, a fecundasse e a tornasse fértil.
Filha das nuvens e das tempestades, a chuva era também relacionada com o fogo, além da água. Na Índia, Indra é a manifestação divina do raio que dá origem à chuva e torna férteis os campos, as mulheres e os animais. As mulheres grávidas na Índia são comparadas à chuva, como nascentes auspiciosas de toda a riqueza e abundância. No Islam, são os anjos enviados por Deus que transportam as gotas de chuva, uma ideia que também existe na Índia, onde os seres sutis são transportados para a terra em gotas de chuva. Na China, a chuva é manifestação do céu que é um princípio ativo, masculino e fecundante. No Oriente, tanto na China como na Índia, considera-se que a chuva é de origem lunar e de natureza Yin, enquanto o orvalho, também lunar, é de natureza Yang. Na Grécia, a lenda da princesa de Argos Danae conta que esta, tendo sido encerrada pelo pai num local subterrâneo para evitar que tivesse filhos, foi fecundada por Zeus, que entrou no recinto transformado numa chuva de ouro que pingou de uma fenda no teto.
A conotação sexual da chuva como sémen dos deuses é também encontrada entre os índios da América Central, que consideram a chuva como “a semente do deus da trovoada”. Estes povos utilizam a mesma palavra para designar a chuva, a água e a vegetação. Entre os Astecas, o deus da chuva era também o deus dos raios e dos trovões. Os Incas acreditavam que a chuva era retirada da Via Láctea, considerada um grande rio no céu, pelo deus das trovoadas. Para muitas civilizações centradas na agricultura, a chuva é também sangue, o que justifica os muitos rituais de sacrifício de animais e mesmo de seres humanos (crianças e mulheres) que têm como objetivo a fecundação da Terra.
Para quase todos os nossos antepassados, eram os deuses que controlavam a quantidade de chuva que tínhamos, muita chuva (inundações) ou pouca chuva (seca) poderiam provocar a morte. O mais interessante era que as lágrimas eram frequentemente associadas aos deuses da chuva. Talvez isso decorreu de uma tendência das tribos ancestrais sacrificarem crianças para os deuses da chuva. Na Bolívia, em uma área chamada Tiahuanaco, existe um antigo monumento chamado “Portal do Sol”. Sobre o arco fica o Deus do céu, de cuja cabeça saem os raios do Sol. Ele carrega na mão um atirador de flechas, do qual lança raios e de seus olhos correm lágrimas que representam a chuva. Alguns pesquisadores especulam que o nome moderno Tiwanaku é relacionado ao termo aimará taypiqala, que significa “pedra no meio”, em alusão à antiga crença de que ficaria no centro do mundo. Entretanto, o nome pelo qual Tiwanaku era conhecido pelos seus habitantes se perdeu, uma vez que esse povo não deixou linguagem escrita. O mais antigo testemunho está no “Portal do Sol”, erguido em honra ao deus solar Viracocha, nome que significa “Aquele da espuma do mar” (porque, segundo as antigas lendas, o referido deus teria vindo do mar, sobre as ondas).
“Lágrimas do céu” é um tema encontrado também no sudeste dos Estados Unidos. Às vezes é chamado de “culto do Sol” e seu conjunto de emblemas, rituais e símbolos religiosos está espalhado de Flórida para Oklahoma e Wisconsin. Os emblemas incluem conchas gravadas, esculturas em pedra e em argila, jarros de cerâmica e outros itens que são decorados com rostos de cujos olhos escorrem lágrimas.
A chuva, combinada com trovões, inspirou antigos mitos e histórias. Muitas vezes, estes dois eventos foram usados como elementos para punir os “ímpios de coração”. Havia muitas maneiras de provocar a ira dos deuses, como mentira, incesto, roubo, maus-tratos dos animais, desperdício de alimentos ou o não cumprimento de um juramento. Seca, fome e destruição de lavouras eram as punições favoritas da vingança dos deuses. No Antigo Testamento, esta punição foi realizada em grande escala, Deus abriu as portas do céu para que chovesse sobre os ímpios por quarenta dias e quarenta noites.
No mito mexicano da deusa Chalchihuitlicue, relata-se que “A Senhora da “saia de jade” foi responsável pelo Grande Dilúvio, que destruiu o mundo na última era. Vendo o desequilíbrio humano, ela decidiu salvar alguns escolhidos e construiu uma ponte (para que eles pudessem passar) do quarto mundo ao quinto. Depois enviou chuvas torrenciais para afogar todos que tinham cometido atos de maldade e violência contra seus semelhantes ou os seres da natureza. Os povos que a honravam faziam procissões para seus templos pedindo chuvas suficientes para fertilizar a terra, mas sem inundá-la. Uma reminiscência das antigas celebrações das deusas astecas da chuva foi preservada no México na comemoração da Virgem de Zapopan. Na Guatemala, a “cerimônia da chuva” era celebrada com danças de mulheres segurando moringas cheias de água, batendo tambores e sacudindo chocalhos, enquanto invocavam as chuvas purificadoras e fertilizadoras. Em uma antiga gruta da cultura olmeca perto de Cuernavaca, encontra-se esculpida na rocha uma representação da deusa da chuva, regente da fertilidade, a própria gruta tendo o formato de uma serpente. Os índios Pueblo realizam até hoje cerimônias para invocar o “Povo das Nuvens” e atrair a chuva, enquanto os Hopis fazem elaborados desenhos com areias coloridas representando nuvens e danças alegres que festejavam a chuva. Os dançarinos apaches se vestem até hoje com trajes que imitam os animais sagrados como salamandra, sapo, tartaruga, peixe e entoam canções e orações para propiciar a chuva. Os índios Chaco acreditam que a chuva é um espirito que anda montado no cavalo, enquanto outras tribos norte-americanas acreditam que ao jogar uma certa espécie de aranha na água, ou molhar a cauda do búfalo e salpicar água na terra, este fato irá atrair a chuva. Os Aimarás ainda seguem um ritual especial quando a seca é prolongada. O xamã da tribo vai até o lago Titicaca e enche várias vasilhas com água, sapos e plantas aquáticas, deixando oferendas para os espíritos do lugar de onde os tirou. Homens em balsas o acompanham tocando flautas e tambores e orando para os espíritos das montanhas. Depois, uma procissão de homens e mulheres conduzida pelo xamã sobe a montanha Ampatu e deixa as vasilhas com água e sapos em dois altares em pleno sol, orando para que o Pai e a Mãe da Montanha enviassem a chuva. Com o calor solar, a água evapora e os sapos gritam em desespero, lamento que compadece os espíritos da montanha e com pena dos sapos torrando, eles enviam a chuva refrescante.
No Japão no primeiro dia do Festival dos Mortos, milhares de pequenos barcos são preenchidos com comidas e mensagens para os parentes falecidos e os ancestrais. Pede-se aos espíritos que entrem nos barcos que são soltos na água, passando sob um símbolo xintoísta em forma de arco, representando a Grande Mãe, o Portal para entrar e sair da vida, o retorno para a Fonte divina, o “Santuário das almas errantes”. Na China homenageava-se nas fontes d’água, na época das chuvas e inundações, a deusa Xiumu Niangniang, a “Mãe das águas”, pedindo-lhe que as suas dádivas viessem na medida certa. Também na província de Hong Kong comemorava-se a deusa d’água Tien Hou, a “Rainha do Céu”, Regente do oceano e da estrela do Norte, que protegia os marinheiros e pescadores, consultando os ventos e flutuando no meio das nuvens para descobrir e salvar aqueles que corriam perigo. Sua irmã Chuan Hou, a “Deusa da alvorada” regia os rios, a pesca, os animais aquáticos e as viagens marítimas. Os hindus celebravam Ranu Mbai, a Regente da chuva, da fertilidade e da primavera, quando as mulheres estéreis a reverenciavam levando vasilhas com água de chuva para as suas estátuas, molhando-as e pedindo que fertilizasse e abençoasse seus ventres com o dom de gerar a vida. Na Austrália, os aborígenes honravam Wonambi, a “Deusa da chuva e fertilidade”, vista como uma serpente guardiã do arco-íris, enquanto na Finlândia, Rana Neida era louvada como a protetora das renas prenhes e propiciadora da sobrevivência das tribos. Na África do Sul comemorava-se o “Dia da chuva sagrada” celebrando a deusa Mbaba Mwana Waresa, Guardiã da chuva e do arco-íris. Mokosh era uma antiga deusa eslava regente da terra e da água, cujo culto sobreviveu até o século XVI na Sérvia; ela reinava sobre as águas do céu e da terra, a umidade, fertilidade, os animais aquáticos e a pesca. Era simbolizada por pedras com formato de seios e acreditava-se que ao sacudi-las, o leite delas se manifestava como chuva. Na época de seca, as pessoas iam em peregrinação para os rochedos a ela consagrados, pedindo saúde, sorte e prosperidade. No folclore russo seu nome sobreviveu como Mokushka, espíritos femininos que sobrevoavam as casas, protegendo ou assombrando as pessoas e tecendo durante a noite em teares invisíveis.
Na antiga Grécia e Roma os regentes da chuva eram Zeus ou Júpiter, cujos sacerdotes sacudiam galhos de carvalho – sua árvore sagrada – para atrair a chuva e jogavam pequenas imagens dos deuses para pedir que trouxessem a chuva. Nos países anglo-saxões, os druidas lançavam jatos de água sobre moças nuas ou sobre bonecas de pano vestidas com folhas, prática ainda existente em alguns lugares remotos da Europa. Havia procissões conduzidas pelos druidas para certas fontes sagradas ou locais mágicos, onde eles batiam na superfície da água ou jogavam água sobre pedras especiais. A igreja cristã apoderou-se destas tradições, os padres substituíram os druidas e continuaram as procissões levando imagens de santos. Mesmo cristianizadas, com o passar do tempo, estas práticas foram consideradas pagãs e proibidas. Na Rússia celebravam-se as Russalkas, espíritos femininos da água, cuja dança noturna proporcionava o crescimento e a maturação das plantas. Elas se apresentavam como lindas moças vestidas com roupagens de folhas verdes e serpentes nos cabelos, que traziam as chuvas para o campo. No final do verão elas se escondiam no fundo dos rios onde permaneciam até a primavera seguinte e recebiam oferendas de pão e sal por se acreditar que eram espíritos de virgens afogadas. Com a cristianização, as Russalkas foram sincretizadas com a Virgem Maria resultando assim a figura de Mari-Russalka, protetora das águas e dos salgueiros. Na Romênia, nos períodos de seca, as moças das aldeias se cobriam com folhas e galhos verdes e dançavam nas ruas pedindo chuva, enquanto a multidão jogava sobre elas baldes com água e recitava orações para as Paparudas, os espíritos das águas.
Na Índia monges budistas atraem a chuva vertendo água em pequenos orifícios feitos no chão dos templos; as mulheres amarram um sapo a uma peneira giratória e cantam pedindo chuva, despejando água sobre o sapo. A crença no poder da serpente trazer a chuva é revelada pelos dois grandes festivais na estação chuvosa, quando imagens de serpentes são banhadas e orações de gratidão entoadas. Para os antigos hebreus, a chuva era a benção divina como retribuição pela obediência humana às leis de Deus. No Gênesis menciona-se a “separação das águas”, o reservatório da chuva sendo o tesouro divino cujas chaves eram guardadas por Deus. As secas eram vistas como punição pelos pecados da volúpia, cobiça, avareza, maldade, mentiras, roubos e pelas práticas pagãs.
Vários animais são vistos como guardiões ou totens das divindades da chuva como sapos, serpentes e répteis. Em certos lugares, determinadas pedras eram honradas como intermediárias para pedir a chuva ao serem imploradas, molhadas ou submersas. Se a chuva fosse forte demais, elas eram colocadas perto do fogo para secarem. O comportamento de diversos animais podia indicar a chuva: gritos de pássaros, procissão de formigas, voo baixo de corvos, gansos, andorinhas, vagalumes, enquanto o agravamento de certas dores ou doenças humanas também servia como alertas.
No período neolítico a Deusa era venerada como a “Fonte de água que sustentava a vida” e que caia do céu em forma de chuva ou brotava da terra como fonte, rio ou lago. Asim como a constelação da Via Láctea representava a energia nutridora fluindo dos seios da Mãe Celeste, a Mãe Terra era cercada pela água dos mares, que, ao evaporar e cair como chuva a fertilizava e sustentava a vida de todos os seres. A água era o poder gerador, fertilizador e nutridor da Grande Mãe, que ela oferecia ou guardava. Vasilhas que continham água ou leite simbolizavam a própria Deusa, como comprovam as estatuetas das deusas da Mesopotâmia segurando o vaso da vida. O hieróglifo da deusa celeste egípcia Nut era um jarro. Inúmeros vasos moldados com seios e decorados com linhas paralelas, ondulantes, em ziguezague, espirais ou semelhantes às letras V e M (que eram os símbolos da água), encontrados na Creta e Grécia, personificam as deusas celestes, cujo leite nutridor caia dos seus seios em forma de chuva. Os jarros representavam o ventre da Deusa, de onde fluía a água doadora da vida como leite ou chuva.
O pássaro era um animal consagrado à Deusa na sua representação como “Regente do abismo profundo das águas cósmicas”, materializadas como mares, rios, fontes, lagos. Tanto os pássaros que sobrevoavam a terra, quanto os que mergulhavam na água, eram elos entre as duas dimensões que cercam o mundo humano e unem as “águas de cima e as de baixo”. A Deusa Pássaro, antiga representação da “Mãe doadora da vida” é uma imagem composta de mulher e pássaro, com corpo ovoide e pescoço comprido, cujas estatuetas existiam desde o período neolítico e o seu culto durou entre os séculos 13-5 a.C. na maior parte das civilizações, principalmente no Sul da Europa e Ásia. Nestas imagens a Deusa aparecia com formas de cisne, garça, mergulhão, pato, ganso, coruja, pomba ou como vasos com imagens de pássaros ou mulheres com máscaras de aves. Leite, água, chuva e orvalho eram atributos femininos e lunares, fertilizadores e nutridores. Na antiga Suméria, o céu era a própria Deusa, as nuvens carregadas de chuva sendo seus seios plenos de vida. Inanna era reverenciada como Rainha do céu e Regente da chuva, que, ao cair sobre a terra, fazia as sementes germinarem. Um lindo verso de um hino dedicado a Ela descreve assim as dádivas de Inanna: “Eu piso sobre as nuvens e a chuva cai, eu piso sobre a terra e as sementes se abrem e florescem”
Para muitos de nós, a chuva tornou-se um empecilho, as crianças não podem brincar lá fora, temos de levar guarda-chuva e às vezes brincamos dizendo que para fazer chover, basta lavar o carro. Para os agricultores, a seca pode significar sérias e reais dificuldades, não apenas financeiras, mas da própria sobrevivência, enquanto as inundações destroem lavouras e moradias. A maioria de nós, quando longe dos problemas e dos lugares atingidos, sente as consequências da falta ou excesso de chuva pelo noticiário da noite, ou no supermercado, pela carência de produtos ou aumento de preço dos legumes ou frutas. Nossos antepassados tinham outra visão e os seres e eventos da Mãe Natureza eram sagrados. Por isso, as tradições ancestrais devem ser lembradas e honradas, e nós como seus herdeiros, devemos ensinar aos jovens e crianças serem mais compreensivos e sensíveis aos mitos e lendas relacionadas com “as lágrimas do céu”.

Por: Mirella Faur

O GRANDE FLASH DE LUZ ESTÁ CHEGANDO…

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A consciência humana, apesar da expansão que experimenta atualmente, ainda é tão limitada que mal compreende o que está acontecendo e o que está por vir em relação à passagem da Terra de um Mundo 3D para uma Dimensão 5D e acima. Isso também ocorre pelo fato da Terra nunca ter passado por isso antes. É natural então que a própria Ciência não tenha nenhuma referência a fim de criar argumentos plausíveis. Para ela, tudo aquilo que ainda não foi comprovado, não existe.

Mas você que está expandindo a consciência, entende muito mais deste assunto que os próprios cientistas, céticos, infelizmente fechados para admitir que somos seres espirituais em experiência humana. Os céticos, só conseguem atestar para essa verdade, no além túmulo. Após descartar o corpo de matéria, o Espírito liberta-se do véu que embaçava a sua consciência transpessoal e reconhece enfim que é um ser quântico, imortal.

Todos os Planetas cuja vibração corresponde à Terceira Dimensão, oferecem aos Espíritos que os habitam, experiências limitadas, isto é, sujeitas ao esquecimento de suas origens. A Terra, a nossa casa planetária, nos mostrou isso de forma clara. Ao menos isso, todos nós já sabemos.

Mas há sempre a possibilidade de mudanças, pois os Universos, as Galáxias, as Estrelas e os Planetas continuam o seu movimento natural e infinito. Há uma progressão que faz parte dos projetos do Criador. E a Terra, esse minúsculo grãozinho de areia, não foge às regras.

O nosso Sistema Solar, ao se mover nas bordas da Via Láctea, entrou num quadrante onde a Luz fotônica é muito intensa. A Terra, em particular, adentrou esse espaço definitivamente em 2012. Comparando, é como se a noite escura cessasse e o dia surgisse para iluminar as trevas antes reinantes.

As informações que estão além da Ciência, chegam necessariamente através de canalizações de consciências mais alargadas. Através dos canais mediúnicos que a cada dia mais se abrem em função da consciência mais expandida dos seus portadores, podem chegar de muitas maneiras, mas em geral, ou vêm através da comunicação direta com Espíritos mais elevados ou diretamente da Fonte.

Tudo segue uma ordem harmoniosa e firme em seus propósitos. A Transição Planetária não pode ser feita de um momento para outro. Isso causaria a destruição do próprio Planeta e de tudo o que há nele. Nenhum ser vivo conseguiria mudar o seu velho DNA base carbono para o seu novo GNA base cristalina. Então, a Transição prossegue dentro de um controle externo administrado por Espíritos benevolentes que aqui estão para tal fim.

Desde 2012 a intensidade da Luz proveniente do Cinturão de Fótons banha a Terra e seus habitantes. Essa Luz está num crescendo contínuo, pois ainda não é possível suportar picos mais intensos. Na média, chega ao ponto máximo que se pode resistir, por isso, ela é o motivo de tantos sintomas de desconforto sem causa aparente

Aos poucos, não somente os corpos físicos se adaptam à maior intensidade de Luz, mas a consciência também vai se alargando e, desta forma, provocando o despertar em massa. Houve algumas ondas, não muito intensas é obvio, desde 2012 até aqui. Mas agora, tudo foi preparado para a grande ONDA que está para chegar.

No último mês de novembro, após a meditação coletiva de 11-11, um GRANDE FLASH DE LUZ ADAMANTINA, desprendeu-se num pulso intenso do Sol Central Cósmico e está vindo em direção à nossa Galáxia e, por conseguinte, ao nosso Sistema Solar e chegará à Terra na Primavera do Hemisfério Norte, que será o Outono aqui para nós do Hemisfério Sul.

Teremos então em 2020, uma grande onda de despertar de consciência. Já há uma parcela expressiva da humanidade desperta, mas agora, uma segunda Onda elevará ainda mais o coletivo necessário para que a Transição ocorra de uma forma mais harmoniosa.

Para os já despertos, essa Onda será muito gratificante. Trará para a consciência muito conhecimento e lembranças que ainda não era imaginado existir. É um passo adiante na escalada evolutiva de cada um.
Para os que estão prontos para despertar, será um misto de alegria e de preocupações, pois uns compreenderão o processo mais facilmente, e outros, terão um pouco mais de dificuldades ao menos no início. Mas depois, tudo estará mais harmonioso.

Já para aqueles que não estão prontos, a maioria nem sequer compreenderá o que está acontecendo. Embora as dificuldades e o desconforto que essa Luz vai causar neles, entendem que isso é normal, pois o CAOS está cada vez mais intenso. Mesmo que alguns não suportem as vibrações mais elevadas em virtude de seus corpos e consciências mais densas, haverá certamente, também os que nem sequer perceberão as mudanças. Para estes, qualquer assunto como isto escrito aqui, será sempre uma ilusão, ou uma “viagem” como gostam de dizer.

Essas informações têm sempre o propósito de esclarecer e ajudar aqueles que têm sede de saber e avidez por conhecimento. Não há nenhuma razão para sentir medo ou preocupações desnecessárias, pois que tudo está acontecendo para a nossa libertação do Mundo de Expiações e Provas. Há todo um aparato e uma proteção amorosa por parte dos nossos Irmãos Galácticos, a fim de nos guiar e proteger de dores e desconforto desnecessários.

O coração do Universo pulsa agora muito mais forte e a cada pulsar, uma Nova Onda de Luz vai chegar à Terra, promovendo todas as mudanças necessárias a fim de que possamos todos subir mais uma oitava dimensional. Chegou enfim o Final de um Tempo Sombrio e um novo horizonte surge logo ali adiante. A Era da Luz está à um passo de nós. Bem aventurados os que herdarão a Nova Terra!
Eu sou Vital Frosi e minha missão é o esclarecimento!
Namastê!

Via: Vital Frosi

AS LINHAS LEY E OS CENTROS DE PODER DO PLANETA TERRA

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Assim como o corpo humano, que possui um sistema de sensores e relês nervosos, também a Terra os possui. Segundo os Ensinamentos Ancestrais, as antigas civilizações ergueram locais de culto para assinalar o plexo de tais pontos no corpo da Terra. A energia que flui de ponto a ponto (seu relê nervoso) é conhecido atualmente como Linhas Ley.Seu termo “Ley” é uma palavra relativamente recente criada para descrever simplesmente uma linha reta que conecta dois pontos, mas tem um significado muito mais amplo. Define-se linhas ley como o aspecto cristalino consciente do fluxo eletromagnético – linhas e correntes que cruzam o planeta em forma de rede. Linhas ley são fluxos “treinados” de energia eletromagnética e, para fins de comparação, pode-se dizer que elas atuam como o sistema nervoso de Gaia. 

Pode-se dizer que as linhas ley existem em diversas formas, com diferentes graus de refinamento de várias formas de energia. As linhas ley são padrões energéticos que correm tanto em cima como embaixo da Terra. Elas circunavegam a Terra numa variedade de caminhos, baseados em leis matemáticas, leis geométricas, essência vibracional, força geológica e campos eletromagnéticos e mineralógicos. Elas mudam e se movem, e têm sido utilizadas numa infinidade de modos através de éons do espaço-tempo. Nas eras de maior entendimento, épocas de maior tecnologia, elas foram percorridas como autoestradas, utilizando-se a intensificação de energias muito refinadas. Através de tal entendimento, as linhas ley tinham a capacidade de ser usadas como condutores de transferência de energia e para comunicação.

Em 1925 Alfred Watkins redescobriu o conceito de energia da rede elétrica formada por linhas que ligam pontos de energia psíquicas altamente energéticas. Acredita-se que estes centros de energia psíquica foram criados por formações naturais como picos de montanhas, fontes e lagos, bem como construções artificiais adicionados à paisagem.

Desde a Queda de Atlântida, sua utilização amplificada cessou, e perdeu-se a capacidade de sustentar este modo de uso. Como resultado, a rede refinada não está mais intacta, de modo que as linhas ley estão partidas em algumas áreas, rasgadas em outras, e as autoestradas e caminhos parecem não fazerem sentido. Elas não se conectam mais completamente através do globo.A essência básica das linhas ley decorre de uma fonte natural. Elas são correntes de Energia Telúrica. À medida que elas se refinaram, algumas foram codificadas e construídas em novos paradigmas, os quais chamam-se de quinta e sexta dimensão. Estas substituíram as antigas, mas nem todos as descobriram ainda. Pode-se dizer que o sistema de linhas ley atua como o sistema nervoso do planeta vivo,pois o planeta também possui o que pode ser chamado de Linhas Axiatonais, Meridianos e Chakras.As linhas ley são uma espécie de rotas de energia que ligam locais sagrados. É curioso ver como alguns lugares sagrados, como igrejas e monumentos, estão unidos por uma linha reta perfeita.É uma rede telúrica invisível. Onde estas linhas cruzam energia no lugar certo, há sempre um Monumento Megalítico, uma capela, uma catedral ou outro lugar sagrado.

Na verdade, o fato de se manterem assim intactas deve-se, em grande parte, ao trabalho dos Druidas que fugiram da Atlântida, antes da sua extinção, indo para mosteiros existentes na Grã-Bretanha, Europa, Egito e Og. As mais prolíficas foram as seitas da Grã-Bretanha e da França, que usavam aspectos antigravitacionais das linhas ley e som para ajudar na formação de círculos de pedras.As linhas ley sobreviveram por uma infinidade de razões; Elas foram amplificadas por círculos de pedra e pelas próprias catedrais que foram construídas no seu caminho, com base na geometria sagrada. No começo, ela não era chamada de linha ley . Era conhecida como Linha Atlas na Atlântida, e Linha Toth no Egito e em Og. Seu nome pagão foi mudado para Miguel e Maria pelas sociedades secretas de sábios para protegê-las da Igreja.Os Franco Maçons, que construíram catedrais capazes de amplificar as energias das linhas ley, utilizavam sempre a Geometria Sagrada . Quase todas as Catedrais e Monumentos Gregos foram construídos na base phi, o segmento áureo, diretamente nos nós de força ao longo das linhas ley.

As linhas ley não são constantes, muitos fatores podem causar sua mudança. Muitos fatores se somam ao seu complexo conteúdo energético, ou à falta dele. Pressão tectônica, magma, energia solar, ocorrência natural de campos eletromagnéticos postos em ação por minerais como o quartzo e até a decomposição de matéria orgânica, tudo isto cria calor e carga elétrica. Estas energias se acumulam e fluem através dos caminhos de condutividade da Terra, tanto sobre a crosta terrestre quanto ligeiramente acima ou embaixo dela. As regiões e locais da Terra, ricos em metal natural ou em teor de mineral condutivo, atraem a corrente destes fluxos eletromagnéticos. Quase todos os templos de geometria sagrada construídos pelos asiáticos, romanos, gregos, egípcios e maias têm linhas ley passando por eles. Algumas dessas estruturas foram construídas sobre as linhas ley, outras atraíram-nas para si. Muitos pontos nas linhas ley formam vórtices espirais.

OS VÓRTICES E AS LINHAS LEY

Os Vórtices  se formam por várias razões. Geralmente se entende que a causa é a intersecção de linhas ley. Eles também ocorrem em pontos de pressão tectônica, em vulcões, ao redor de montanhas íngremes e piramidais, ao redor de estruturas construídas pelo homem com base na geometria sagrada. Vórtices ocorrem naturalmente em grandes depósitos minerais, leitos basálticos, batólitos graníticos, confluência de rios, e em quedas d’água. Tudo isto projeta Plasma Subatômicos, íons carregados e campos eletromagnéticos. Esta construção natural de energia começa a girar por natureza e assim forma-se um vórtice.

A eletricidade ocorre naturalmente na Terra de diversas fontes. Água em movimento – como cachoeiras, chuva e ondas quando quebram – produzem cargas, da mesma forma que a decomposição de matéria orgânica, pressão tectônica, vulcões, aquecimento solar e ventos. A própria crosta da superfície da Terra – com seus gases condutores de eletricidade, metais, cristais minerais semicondutores, matéria orgânica molhada e eletrólitos – oferece um excelente meio de se manter e produzir correntes elétricas. A mineralogia da camada abaixo da superfície realiza esse serviço. Íons carregados são atraídos para o solo e esta concentração iônica aumenta a intensidade das correntes telúricas através do efeito eletrodo.

EVIDÊNCIAS QUE COMPROVAM A EXISTÊNCIA DAS LINHAS LEY

A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as autoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

No British Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.

Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os Pitagóricos, Alquimistas e Templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”

Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos.

AS LINHAS LEY E O CORPO HUMANO

Cada linha ley, cada lugar sagrado, pode afetar e afeta o campo eletromagnético humano. Além disto, os arcos e ângulos de luz dos planetas e estrelas alimentam e influenciam as áreas de concentração de energia telúrica (que são chamados de vórtices elétricos ou externos) e, dependendo do alinhamento deles, podem realmente criar PORTAIS que atraem para dentro, ou aberturas que recebem luz-energia de fótons de luz estelar e solar, bem como das malhas de rede planetárias e de dimensões mais elevadas.

Se aceitarmos o postulado de que certos pontos de energia mais elevada existem neste planeta, e que eles realmente têm uma matriz cristalizada que projeta um padrão geométrico específico, então também podemos entender que estas fontes vivas de energia se comunicam através de oscilações harmônicas de energia. Por exemplo, se tivermos um diapasão na clave de Dó e tocarmos uma nota Dó num piano, a vibração musical desse piano também vai criar uma vibração nesse diapasão, por causa da lei que os cientistas chamam de oscilação harmônica. As oscilações harmônicas entre pontos de força da Terra e das dimensões mais elevadas também estão “afinadas” assim, de modo a ressoar aos harmônicos compatíveis.

Assim como o corpo humano tem sistemas sensoriais e órgãos que mantêm a saúde do corpo físico, o mesmo acontece com as linhas ley. As linhas ley mantêm a saúde da Terra física. Acima dos órgãos do corpo, têm linhas de meridianos que seccionam o corpo e, ao fazerem isto, contribuem para o bem-estar do ser, que então transmite essa energia em diferentes formas, alimentando os órgãos, alimentando os sentidos e a consciência. Da mesma forma que o corpo humano passa por mudanças, assim também a Terra se diversifica e muda. O sistema de linhas ley muda e se adapta em características. Com a anunciada Ascensão Planetária já em curso, e a chegada da “formatura” da Terra, não só o sistema de sensitividade da Terra, mas também o do ser humano vão se ajustar.Acima do sistema de meridianos do corpo humano, está o que chamamos de linhas axiotonais. As linhas axiotonais são linhas distintas que conectam o corpo emocional, o corpo mental, o corpo causal, etc… ao corpo ascendido. E assim acontece com a Terra.

A TERRA /GAIA E AS LINHAS LEY

A Terra também tem linhas axiotonais definidas por qualidades espirituais e celestiais, mais uma vez, baseadas na matemática sagrada. Estas tocam certas áreas das linhas ley – tocam mas não se apoiam sobre elas, mas interseccionam. Especialmente nos lugares em que as linhas ley estão rasgadas, partidas e desconectadas, as linhas axiotonais agem como pontes, pontes de uma dimensão para outra, para vencer abismos no conhecimento, para vencer abismos na história, para vencer os vazios da energia que se esgotou ou se desfez.

Quando visita-se uma conjunção de energia ley, ou um local sagrado, ou um complexo de vórtices, absorve-se sua mensagem única, sua geometria única. Cada um carrega em seu campo a energia de cada lugar sagrado, de cada ponto de força e de cada ponto da grade em cada continente que visitou. E têm a capacidade de conectar essas energias a si mesmos e uns aos outros. Aqueles chamados Guardiões da Terra, que foram levados a visitar tais lugares, podem se visualizar conectando-os com a Grade 144, e desta forma ajudar a conectá-los com a grade em evolução. E, neste processo, conectam e ativam a si mesmos.

O segmento de linha ley foi impregnado de luz divina e atraído a pontos de força e a pontos de alinhamento cósmico há cerca de 18.000 anos atrás. Como mencionado antes, a Linha Ley era chamada originalmente de Cinto de Atlas, antes de lhe ser dado um nome judaico-cristão. Mas a fonte de energia é a mesma. Quantas Catedrais Cristãs, construídas com pura geometria sagrada exatamente sobre os vetores e pontos de alinhamento cósmico desta corrente transcendental, teriam sido construídas desta forma, se essa linha ley fosse considerada pagã? Com certeza a igreja controladora teria proibido isto. E agora, apesar do seu controle, existem templos incríveis nos locais perfeitos para amplificar as energias de dimensões superiores, energias que não são presas a nenhum dogma religioso, a não ser ao puro Amor celestial.A oscilação harmônica, permite que tais harmônicos mineralógicos sejam a fonte da conexão vibracional entre esses lugares. Esses harmônicos ocorrem não só na mineralogia, mas também por meio da geometria e do quociente de luz.

CONCLUSÃO

É estranho e fascinante cientistas comprovarem algo que há muito tempo é dito e desacreditado. Existe uma sutil ligação entre esses portais dimensionais e as Linhas de Ley, essas que por sua vez, já são alvo dos místicos há muito tempo. São considerado por eles como Centros de poder ou magia e são encontrados tanto na Terra quanto no corpo humano. Nos Ensinamentos Wiccanos, a própria Terra é uma criatura viva e consciente. Em outras palavras, é habitada por um SER ESPIRITUAL, do mesmo modo que nossos corpos são habitados por uma ALMA/ESPÍRITO. A Terra se alimenta da radiação de outros corpos planetários ao seu redor.Sua natureza física é como a natureza física das criaturas que nela vivem. Está sujeita a doenças, envelhecimento e declínio. Hoje, os rios, córregos e oceanos (sistema sanguíneo) estão cheios de toxinas criadas pelos seres humanos (do mesmo modo como vírus e bactérias criam toxinas em nossos próprios corpos). A Terra está muito adoentada e pede para ser curada.De acordo com os Ensinamentos Wiccanos, a Terra possui CHAKRAS, exatamente como o corpo humano. Segue-se uma lista desses centros, como compiladas pelos Ocultistas Ocidentais:

1. A colina sagrada de Arunachala, no sul da Índia.
2. A região trans-himalaia do Deserto de Gobi.
3. Cairo, Egito.
4. Glastonbury, na Inglaterra.
5. Antigo local da Suméria, no Baixo Eufrates.
6. Monte Shasta, na Califórnia.
7. Uma montanha a cerca de 100 milhas do litoral do Peru, na região dos Andes, imediatamente oposta a Arunachala.

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A “Luz é Invencível” traz mais esse assunto que nos faz pensar o quanto temos de amar nosso Planeta,cuidar dele e o quanto todo esse sistema interfere em nossas vidas,tanto na parte física quanto na mental e na espiritual.O despertar da Terra para uma nova fase de lucidez de seus habitantes, proporcionará o resgate destas forças, que fizeram parte dos povos antigos e que agora voltam em toda a sua plenitude.Esperemos com este texto, ter levado mais um pouco de conhecimento e despertar á todos.

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“A verdade tem um meio de evoluir nos corações de todos que buscam, apesar das limitações do patriarcado ou de qualquer outro dogma restritivo. Todos somos a família do Homem.”(desconhecido,porém, inteligente)

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Bibliografia para consulta

1-O Xamanismo e as linhas misteriosas
Paul Devereux
2-Eletromagnetismo
John A.Buck
3-Stonehenge
Bernard Cornwell
4-The Stonehenge Legacy
Sam Christer
5-Megalith
Aylmer Von Fleisher
6-Stonehenge Phrofesy
Ken Salyers
7-The Stonehenge Gate
Jack Willamson
8-La Geometria Oculta de La Vida
Karen L. French
9-O Gótico das Catedrais
Stella Teles Vital Brazil
10-As Catedrais
Patrick Demouy
11-Pilares da Terra
Ken Follet
12-Geobiologia
Antonio Rodrigues
13-O Mistério das Catedrais
Fulcanelli
14-Catedral de Chartres
Sonja Klug
15-O Nascimento da Franco-Maçonaria
Alain Bauer
16-Esoterismo e magia no mundo Ocidental
Jay Kinney
17-Gaia-A cura para um Planeta doente
James Lovelock
18-Gaia-alerta final
James Lovelock
19-Um novo olhar sobre a vida na Terra
James Lovelock
20-Gaia Ciência
Friedrich Nietzsche
21-Os escolhidos de Gaia
Marcela Mariz
22-Gaia conections
Alan S. Miller
23-Arquitetura e Geometria Sagrada pelo Mundo
Leonard Ribordy
24-Planeta Terra em Transição
Izoldino Resende

Nota: Biblioteca Virtual

Divulgação: @omundodegaya

OS QUATRO ELEMENTOS: SIGNIFICADOS FÍSICOS E RELAÇÕES EMOCIONAIS

4 elementos

A influência que a natureza exerce sobre todos nós e sobre as energias que circundam o mundo é clara; fato ainda reforçado quando observamos que muitas entidades cósmicas e espirituais também estão intimamente ligadas às energias naturais específicas, como no caso dos quatro elementos. É comum os encontrarmos servindo como ferramentas poderosas para a canalização de energias espirituais, agregando ainda a isso suas próprias energias elementais.

 

Os quatro elementos


A representação mais icônica das forças naturais talvez sejam os quatro elementos principais, como Ar, Fogo, Água e Terra. Eles são tão marcantes e essenciais às diferentes formulações mágicas que se encontram amplamente difundidos pela cultura geral, mesmo que de forma superficial.

Ar


Este é o símbolo natural das ideias, do poder mental, da comunicação, mudanças, a sabedoria e acima de tudo, da liberdade. Em geral mais seco, expansivo e até mesmo masculino, o ar é destaque em meios acadêmicos ao buscar sempre pela sabedoria e a consciência. Essa busca pelo esclarecimento incessante o torna o guardião do Leste, que nada mais é que a direção da luz, sendo representado pelo amarelo do sol e do céu na aurora.

Fogo


Dentre os quatro elementos, esse símbolo do poder ígneo está ligado ao poder impulsivo da paixão, da força de vontade, da conquista e sexualidade. É sempre representado como uma força destruidora e energética, mas que traz limpeza e renovação por onde passa, demostrando a fagulha divina que está presente em todo ser vivo. A magia relacionada ao fogo pode ser considerada por muitos como perigosa, mais isso é apenas o reflexo da surpresa que normalmente se tem ao lidar com tal força voraz que se manifesta de forma rápida, espetacular e avassaladora, com resultados que vão muito além do que geralmente se espera.

Água


O elemento aquático é talvez o mais feminino da natureza, possuindo uma ligação muito íntima com o poder da intuição, do subconsciente, da cura, do amor e das formas fluentes. A água representa a mutação e a fluência constante dos aspectos da vida que nunca permanecem no mesmo lugar, mostrando que nada é eterno ou imutável, por mais que se deseje. É também um símbolo de germinação e absorção, associada à capacidade de adaptabilidade do ser humano e de magias de gelo, neve, neblina, entre outras.

Terra


O elemento telúrico é o maior símbolo natural da estabilidade, da firmeza, fertilidade, criação e harmonia. Ele é a nossa maior ligação com o plano físico e a dimensão consciente, sendo o reino mais abundante e sinônimo de riqueza e prosperidade; é sobre esse reino dos quatro elementos que todos os demais se apoiam, atuando como um forte alicerce. Esse elemento é emocionalmente ligado à teimosia, a estabilidade, confiança e ao cuidado com o corpo. Desse modo, é magicamente mais utilizado na construção de objetos, na busca por conquistas materiais, no progresso, no sucesso de carreira e na força física.

22 DE ABRIL – DIA DA TERRA

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Vamos conservar nosso planeta! 

O dia Mundial da Terra é comemorado no dia 22 de abril.

A data surgiu nos Estados Unidos na década de 70 quando o senador Gaylord Nelson organizou o primeiro protesto nacional contra a poluição.

Mas foi só a partir da década de 90 que a data se internacionalizou, ou seja, outros países também passaram a celebrar a data.

Aproveite esta época para fazer alguma coisa boa para o planeta mãe Terra, como plantar uma muda, convocar os amigos para ajudar a coletar o lixo da praça ou parque que você frequenta, colocar lixeiras perto dos rios para evitar lixo nos córregos
e muito mais pode ser feito.

O importante é passar a mensagem da importância de cuidar do nosso planeta, afinal esta é a nossa casa.

Por coincidência hoje também celebramos o descobrimento do Brasil, quando os portugueses desembarcaram em terra tiveram o primeiro contato com os índios. Os portugueses estranharam muitos dos hábitos indígenas como o fato de andarem nus! Já que o calor do clima tropical é intenso as peças utilizadas funcionavam mais como adornos, o que contrastou muito com as roupas pesadas dos europeus devido ao clima mais frio e ameno.

Apesar do choque entre culturas, os índios ensinaram muito aos europeus. Os índios viviam e vivem em harmonia com a natureza, respeitam a mata, valorizam os bichos e são profundo conhecedores da flora onde vivem, inclusive utilizam como medicamentos diversos tipos de plantas.

Que tal aprendermos um pouco mais sobre os índios brasileiros tenho certeza que encontraremos dicas de como cuidar melhor da nossa Mãe Terra!

Curiosidades sobre a Terra:

– Tem em torno de 4,5 bilhões de anos
– Tem 510,3 milhões de km2 de área total
– Aproximadamente 97% da superfície da Terra é composta por água
– O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal – China com aproximadamente 8.800 metros
– A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões

ORAÇÃO PELA LIBERTAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS

INDIOZINHO ABRAÇANDO A ARVORE

Parem de podar as minhas folhas e tirar minha enxada

Basta de afogar as minhas crenças e torar minha raíz.

Cessem de arrancar os meus pulmões e sufocar minha razão

Chega de matar minhas cantigas e calar minha voz.

Não se seca a raíz de quem tem sementes

Espalhadas pela terra pra brotar.

Não se apaga dos avós – rica memória

Veia ancestral: rituais para se lembrar

Não se aparam largas asas

Que o céu é liberdade

E a fé é encontrá-la.

Rogai por nós, meu pai-Xamã

Pra que o espírito ruim da mata

Não provoque a fraqueza, a miséria e a morte.

Rogai por nós – terra nossa mãe

Pra que essas roupas rotas

E esses homens maus

Se acabem ao toque dos maracás.

Afastai-nos das desgraça, da cachaça e da discórdia,

Ajudai a unidade entre as nações.

Alumiai homens, mulheres e crianças,

Apagai entre os fortes a inveja e a ingratidão.

Dai-nos luz, fé, a vida nas pajelanças,

Evitai, Ó Tupã, a violência e a matança.

Num lugar sagrado junto ao igarapé.

Nas noites de lua cheia, ó MARÇAL, chamai

Os espíritos das rochas para dançarmos o Toré.

Trazei-nos nas festas da mandioca e pajés

Uma resistência de vida

Após bebermos nossa chicha com fé.

Rogai por nós, aves-dos-céus

Pra que venham onças, caititus, siriemas e capivaras

Cingir rios Jurema, São Francisco ou Paraná.

Cingir até os mares do Atlântico

Porque pacíficos somos, no entanto.

Mostrai nossa caminho feito boto

Alumiai pro futuro nossa estrela

Ajudai a tocar as flautas mágicas

Pra vos cantar uma cantiga de oferenda

Ou dançar num ritual Iamaká.

Rogai por nós, ave-Xamã

No Nordeste, no Sul toda manhã.

No Amazonas, agreste ou no coração da cunhã.

Rogai por nós, araras, pintados ou tatus,

Vinde em nosso encontro

Meu Deus, NHENDIRU !

Fazei feliz nossa mintã

Que de barrigas índias vão renascer.

Dai-nos cada dia de esperança

Porque só pedimos terra e paz

Pra nossas pobres – essas ricas crianças.

Nhendiru: Deus

Mintã: criança

Eliane Potiguara

ORAÇÃO DO LAVRADOR

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Abençoa oh! Terra querida

as mãos que lhe deposita os grãos

Louva oh! Terra bendita

a alma que lhe fecunda o ventre

Suporta oh! Terra querida

o corte que lhe faz o broto

Acolhe oh! Terra bendita

o rasgo que lhe faz a raiz

Ampara oh! Terra querida

o tronco que lhe pede sustento

Regozija oh! Terra bendita

com as flores que lhe enfeitam o chão

Amadurece oh! Terra querida

o fruto da gesta do pão

Exalta oh! Terra bendita

os pés que lhe colhe os frutos

Repousa oh! Terra querida

da gestação e da nossa vida

Abençoa oh! Terra bendita

a alma que sacia a tua lida

Louva oh! Terra querida

o lavrador na oração de cada manhã:

Abençoada e louvada seja

sagrada terra do sertão

Peço licença entoando essa canção

prá humildemente lhe depositar essa semente

O pão nosso de cada dia

é o bendito fruto do vosso ventre

Perdoa oh! Terra nós pecadores

por nos deixarmos cair em tentação

Perdoa-nos oh! Mãe Terra

por lhe trairmos nas depredações

Acolhe em teu ventre a insensatez humana

perdoa-nos e faça florir nossos áridos corações

Abençoada e louvada seja

a sagrada terra do sertão

Abençoada e louvada seja

abençoada e louvada seja, amém.

Gilberto de Castro Rodrigues