O CAMINHO DA GUERREIRA

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Aumenta cada vez mais no atual caminho da espiritualidade feminina a necessidade do fortalecimento do poder pessoal, para remover as marcas sofridas dos séculos de opressão, anulação e subjugação pelas estruturas e valores patriarcais, que impuseram regras de comportamento e crenças através de força, intimidação e agressão.

Nas antigas sociedades matrifocais prevaleciam valores de solidariedade e parceria entre homens e mulheres, visando a sustentação, defesa e florescimento das comunidades. A mudança para as culturas e estruturas patriarcais levou à substituição da Deusa Mãe – criadora e nutridora da vida – pelo Deus Pai, longínquo e punitivo; a ordem religiosa e social tornou-se androcrática e hierárquica e a mulher foi relegada ao papel de vilã, vitima ou escrava, sendo considerada como desprovida de alma e de direitos, por não ter sido criada à imagem do Deus masculino.

Para legitimar o poder patriarcal adotou-se o axioma de que Deus era unicamente masculino, portanto, apenas os homens eram Seus reflexos e somente eles poderiam se comunicar com o divino. Esse dogma oprimiu a alma feminina nos últimos três milênios e destruiu a autoconfiança nos seus direitos e valores, permitindo assim a violência e opressão nos níveis físico, emocional, mental e espiritual. Como consequência resultou um mundo com predominância de valores e ações masculinas, a egrégora desse poder aparecendo disfarçada nos valores culturais, sociais, familiares, espirituais e científicos.

Até hoje em certas tradições místicas e práticas mágicas persiste o conceito patriarcal da liderança espiritual masculina, negando o direito e a capacidade da mulher em dirigir rituais, fazer iniciações, ter visões e revelações ou receber mensagens espirituais fide dignas. A razão oculta da permanência desta supremacia patriarcal continua sendo o medo milenar e atávico dos homens em relação ao poder inato das mulheres no nível mágico e oracular. Esses dons sempre pertenceram a elas, mas lhes foram negados e ao exercê-los, elas sofreram punições ou mortes, por isso o desafio atual das mulheres no caminho da Deusa é superar seus medos, sair do ostracismo e assumir seu poder.

As mulheres contemporâneas precisam de uma tradição isenta de valores e conceitos masculinos, em que não se sintam controladas, podadas ou oprimidas, mas que também não ative nelas a rivalidade e arrogância, conscientes ou não. A autoestima feminina será reconquistada quando a mulher se sentir livre do controle patriarcal, tendo direito para usar suas habilidades psíquicas e criativas, sem se preocupar com a aprovação, aceitação ou rejeição masculina. Todavia, ela deverá evitar os padrões comportamentais nela incutidos pelo patriarcado com a milenar tática de “dividir para conquistar”, competindo com suas irmãs ou perpetuando os jogos de poder. As mulheres atuais devem se unir em uma mesma busca espiritual, conscientes de que o “empoderamento” de uma irmã não ameaça as outras, pelo contrário, contribui para fortalecer a todas.

Quando uma mulher contemporânea decide não mais se deixar dominar, enquadrar ou controlar por idéias, limitações ou crenças patriarcais, ela poderá sentir medo em assumir a responsabilidade pelas mudanças necessárias e as inerentes conseqüências na sua vida. A fé, a devoção e a entrega das suas decisões, opções e ações para uma imagem divina feminina lhe irão permitir a necessária ajuda e proteção, por perceber-se como sagrada e merecedora da liberdade alcançada ao assumir as rédeas da sua vida. Amparada pela conexão com os arquétipos divinos femininos, ela se tornará uma guerreira a serviço da Deusa, de si mesma e de suas irmãs.

O caminho da sacralidade feminina conduz a uma reavaliação de valores, conceitos, atitudes e objetivos, levando ao resgate do poder pessoal, intrínseco e ancestral, que permitirá definir com segurança os objetivos e escolhas. No entanto, o “empoderamento” feminino não significa imitar ou assumir modos, atitudes e comportamentos masculinos, pois a mulher não almeja tornar-se um homem, nem tomar o lugar dele.

O seu propósito é resgatar o poder feminino inato, que lhe permitirá expressar a vasta gama dos seus dons e possibilidades, escolhendo o papel que quer cumprir na sociedade, em família ou no caminho espiritual como “Filha da Deusa”. Como tal ela é forte, mas compassiva, determinada, porém flexível, guerreira mas companheira das suas irmãs de caminhada; ela saberá quando investir ou ceder, usar a espada ou o manto de penas, a armadura ou as asas de cisne. Ao descobrir sua verdadeira identidade, a mulher consciente da sua sacralidade agirá de forma segura, responsável e firme, defendendo seus interesses e limites, mas sem agredir, desrespeitar ou competir com suas irmãs, pois em cada uma ela reconhecerá um reflexo da Deusa. Juntas e de mãos dadas elas irão percorrer, irmanadas, o caminho espiritual que conduz as filhas terrenas ao abraço acolhedor e protetor da Grande Mãe.

Para favorecer e ampliar o crescimento multifacetado da mulher atual, torna-se imperioso que ao restabelecer sua conexão com a Deusa, ela conheça e aplique os conceitos das cinco áreas tradicionais da ancestral sabedoria feminina, ou seja: o caminho da mestra, da curadora, da visionária, da sacerdotisa e da guerreira, que abrangem os aspectos físicos, emocionais, psíquicos, mentais e espirituais femininos.

Ao longo da dominação milenar patriarcal foram permitidos e aprovados os aspectos de mãe e mestra, o ensino sendo a profissão designada pro excelência para a mulher e sua missão existencial, a condição de mãe. Para entrar no campo da cura a mulher está batalhando até hoje, apesar de que as mulheres sempre foram as curandeiras, parteiras e herbalistas. A história de diversas culturas atesta também que as visionárias eram sempre mulheres, que guiavam as decisões dos chefes de tribos, os conselhos das comunidades, as opções de guerra ou paz, prevendo o desfecho das batalhas e as calamidades naturais, que transmitiam as mensagens das divindades e dos espíritos ancestrais. Porém, o patriarcado reprimiu e depois proibiu a atividade visionária das mulheres e negou sua inata capacidade de conexão com o plano divino.

Da mesma forma, foi condenada e cerceada a atuação da mulher como guerreira, mesmo conhecendo sua inata e feroz capacidade defensora dos seus filhos, bem como sua astuta atuação mediadora nas negociações de paz. O aspecto mais combatido e perseguido foi o sacerdotal, por temer sua associação com os poderes mágicos da Lua, dos ciclos, dos espíritos e das energias naturais. As religiões patriarcais como a hebraica, muçulmana e cristã destruíram a tradição sacerdotal feminina, sendo que a Inquisição criou a odiosa “caça às bruxas”, perseguindo e aniquilando as mulheres devido ao seu reconhecido e temido poder sagrado e mágico. Almejava-se também a negação dos direitos ancestrais das mulheres, que lhes permitiam possuir bens, escolher parceiros, ter a opção de gerar ou não, nomear filhos, transmitir conhecimentos, desenvolver e praticar seus dons espirituais e criativos, reverenciar e celebrar as Deusas e a Mãe Natureza.

Na ativação dos cinco caminhos da ancestral sabedoria feminina, a mulher atual assimila facilmente os conceitos de ensino, cura e percepção sutil, mas enfrenta maiores desafios e oposições (internos e externos) para assumir sua capacidade sacerdotal e mágica, devido ao contexto e ambiente religioso, familiar e social em que vive. Porém, o aspecto mais difícil e desafiador para aceitar e exercer é o da guerreira, devido à associação cultural e histórica da luta com violência e agressão. No entanto, a energia de combate e defesa é um dom intrínseco e um direito natural da mulher para se defender de abusos, ameaças, dominação, opressão, injustiças e violências contra si e seus filhos.

O reconhecimento do direito sagrado de assumir o poder da guerreira é o primeiro passo para que a mulher contemporânea alcance seu “empoderamento” e se reconecte com todos os aspectos e faces da Deusa. A Deusa não se apresenta apenas com a sua face de luz, bondade, e compaixão, pois Ela também é a Senhora das batalhas, a Rainha do mundo subterrâneo e a Ceifadora da vida, das fases, dos ciclos e dos relacionamentos naturais e humanos.

O desafio da mulher que quer reaprender como despertar e direcionar seu poder de guerreira consta em falar e agir sem se tornar agressiva, rude, impositiva, desleal ou injusta, reproduzindo traços indesejáveis do comportamento masculino. O “patriarcado interior” é um resquício negativo e nocivo que a mulher deve detectar e eliminar do seu subconsciente e da sua conduta diária, seja em que situação ou nível se manifeste.

Nem sempre o real arquétipo mítico das Valquírias é bem compreendido e assimilado, sua avaliação costumeira permanecendo na interpretação tradicional como auxiliares armadas do deus Odin e condutoras aladas das almas dos guerreiros mortos em combate. Todavia o seu simbolismo é muito mais complexo e amplo, pois a sua verdadeira natureza é de sacerdotisas da deusa Freyja na sua manifestação de Valfreyja, a Senhora do amor, da guerra e da magia.

Conhecidas sob diversos nomes – Waelceaig, Waelcyrge, Valkyrje ou Alaisiagae – elas eram “realizadoras dos desejos humanos” (como Oskemeyjar), “mulheres vitoriosas” (Sige wif), “portadoras dos escudos” (Shield Women) ou apenas as Idisi, as magas ancestrais que enfeitiçavam ou desfaziam maldições e amarras (materiais e mentais), faziam encantamentos (para mudar o tempo, proporcionar vitórias e proteger as mulheres) ou apareciam em sonhos ou visões transmitindo mensagens e alertando sobre perigos iminentes.

Uma mulher que precisa ativar ou reforçar seu poder pessoal desenvolvendo a determinação, assertividade, resiliência, espírito combativo e destemor, irá encontrar na conexão com sua “Valquíria interior” um poderoso auxílio para seu crescimento mágico e espiritual. Para descobrir e ativar a “Valquíria interior” é necessário criar e projetar uma aura de confiança, segurança, altivez e invulnerabilidade, prestando atenção às sutis invasões do seu espaço, às provocações ou falta de respeito em relação à sua pessoa ou atuação, seja humana, sacerdotal ou mágica, atos estes provenientes de homens ou mulheres, que, se forem permitidos ou aceitos passivamente, enfraquecem a essência verdadeira do ser. Muitas vezes as próprias mulheres não aceitam a postura e as ações de uma irmã quando ela revela o seu “empoderamento”, julgando-a agressiva ou hostil, quando ela se posiciona e defende seus ideais, sonhos ou valores, em qualquer um dos caminhos que ela esteja trilhando.

Invocar o auxilio e a força das Valquírias requer também a coragem de mudar, pois Elas são deusas de transformação e renovação. Elas ensinam que a mudança e a morte fazem parte das nossas vidas e que comportamentos, valores, atitudes e objetivos ultrapassados ou prejudiciais (a si ou aos outros) devem “morrer”, seguindo o ciclo dinâmico e o pulsar da vida. Precisamos nos abrir e permitir o processo de desapego, sem impedi-lo ou desviá-lo pelos medos, remorsos, mágoas ou dúvidas, colaborando voluntariamente com a mudança para que ela seja suave e não repentina, nem traumática.

Usando o poder da Valquíria para assumir o controle da sua vida, defender seus direitos e limites, fortalecer e expressar seu magnetismo pessoal irá permitir à mulher moderna novos meios e formas de afirmação e realização, resgatando seu ancestral e sagrado poder de guerreira, para o seu bem e em benefício do Todo

 

Por: Mirella Faur

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A ERA DA ENERGIA FEMININA – A ERA DE AQUÁRIO

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Com o Raio Sincronizador emanado do Centro da Galáxia, às 14h17min (horário de Brasília), do dia 21 de dezembro de 2012, que atingiu o planeta Terra sete minutos depois (tempo que levou para chegar a este Sistema Solar), começou definitivamente a Era da Energia Feminina – a Era de Aquário.

Com este Impulso Cósmico começou uma nova disposição mental e vibratória predispondo a humanidade a um novo pensar e agir, para que possa readquirir sentimentos outrora possuídos, quando foram distorcidos por falsos valores e por conceitos impostos, que desde então estavam inseridos no proceder dos seres humanos – e, muitos deles associados à sua sexualidade.

Estes Sentimentos de uma época mais remota expressos como uma Energia Pura e que começam agora ser resgatados, as Amazonas Matriciais já os tinham em outro período da historia da humanidade. O seu campo vibratório especial não tinha energeticamente nenhuma mistura, porque ele não misturava com o campo vibratório de outras pessoas. Elas conseguiam neutralizar qualquer energia em desarmonia que por acaso tentasse aderir no campo eletromagnético de seu corpo (aura).

A presença neste planeta das Amazonas Matriciais em outra época sempre foi do conhecimento de alguns (“iniciados”). Entretanto, para o publico em geral esta presença é tida como uma lenda na forma de mulheres guerreiras. Estas Sumo-Sacerdotisas viveram em comunidades sem a presença de homens, que só eram aceitos quando demonstravam capacidade mental e vibracional associada à paranormalidade (“sacerdotes”), mas mesmo assim suas presenças eram aceitas apenas durante o tempo necessário para gerar filhos, que eram criados por elas se fossem do sexo feminino.

Durante muito tempo a lenda das Amazonas já povoava o imaginário dos gregos e dos romanos, sendo citada no poema épico Eneida de Virgilio e também na Ilíada de Homero. Ela está também presente em todos os continentes, com exceção da Oceania. E, todas as mulheres citadas na Bíblia são da linhagem das Amazonas Matriciais, que contribuíram para a presença física de Cristo na Terra. Atualmente as mulheres que herdaram a genética das amazonas são as caucasianas, mas, no Brasil existem também tanto mulheres com a sua descendência na vibração de “sacerdotisas” quanto os homens com a sua descendência na vibração de “sacerdotes” – pessoas diferenciadas geneticamente pela sua sensibilidade, criatividade e  habilidades paranormais.

O motivo verdadeiro da presença das Amazonas no planeta Terra não esteve relacionado “à arte de guerrear”, mas o de trazer Harmonia à humanidade através da estabilização da Freqüência Schumman, com o auxilio das vibrações sonoras que produziam através de suas cordas vocais. Emitiam um som melódico que ressoava como vibrações celestiais, para que sincronizassem as moléculas da água no formato tetraédrico e influenciassem com esta vibração todos os corpos vivos (vegetais, animais e seres humanos), que são constituídos em grande parte de água. Portanto, elas tiveram uma missão muito especial, que só elas poderiam realizar, ajudando harmonizar a maneira de pensar e de agir das pessoas daquela época, quando já as preparava vibratoriamente para a vinda de Jesus Cristo. Portanto, elas vieram em função da paz e não em função da guerra, como diz a lenda.

As Amazonas Matriciais eram “Sumo-Sacerdotisas” com diversos dons extrasensoriais, que as permitiam manipular com facilidade as Leis Universais para a terceira dimensão. Elas traziam também em seu olhar o poder da magia, que através desta sua força extraordinária também as possibilitava apenas mentalmente serem compreendidas, sem se expressarem oralmente.

A energia que elas irradiavam era de muita pureza, porque não tinham bloqueios emocionais ou de julgamento em relação ao que faziam. Logo após o ato sexual que tinham com os “sacerdotes” apenas por necessidade de procriação, elas neutralizavam através do seu campo energético a energia do homem (inserido no “sacerdote”), conservando-se com a sua pureza vibratória inicial, como se não o tivesse feito e sem o sentido de pecado como muitas vezes a sexualidade ainda é vista hoje.

As Amazonas Matriciais tiveram a missão de reciclar a energia sexual, que naquele tempo como hoje era muito má utilizada, para uma vibração mais pura através de vibrações sonoras provenientes de suas cordas vocais na forma de canções e de “mantras” ultra-sônicos. A entonação por elas criada vibrando na freqüência semelhante à da harpa, gerava uma sincronia com tudo e com todos.

Estas Matriciais pertencem a uma raça de um mundo em uma galáxia em espiral, que está distante da Terra 2,2 milhões de anos-luz. É uma galáxia que em um ciclo de 144 mil anos tem uma aparência como estivesse esticada, para depois em mais 144 mil anos ter a aparência de uma espiral ou de uma cobra enrolada. A energia da kundalini é representada na forma de uma serpente enrolada por este motivo.

A 13ª. Constelação (Ophiuchus, Ofiúco – Caçador de Serpentes) tem como signo do zodíaco a cobra. Ela está relacionada à “13ª Tribo” ou às Amazonas, que superaram todas as outras doze tribos pelo seu alto grau de evolução e iluminação.

Entretanto, os indícios mais autênticos desta “13ª. Tribo” foram apagados ou removidos propositalmente com o sentido de eliminar tanto os ensinamentos destes seres quanto a prova de suas presenças!… Por quê?… Porque removeram da face da Terra qualquer lembrança mais precisa do poder mágico destas Sumo-Sacerdotisas, que eram seres iluminados com o poder alquímico da transformação e que irradiavam através do seu olhar, do seu sorriso e da sua voz grande magnetismo e magia?…

As atividades vibracionais (do Projeto Portal) estão voltadas para este Novo Ciclo, portanto estão também em sintonia vibracional com a Freqüência das Amazonas. E estas atividades resumindo agora tudo o que já foi feito em relação à energia da kundalini – à energia sexual já transformada em Freqüências Multivibracionais, elas finalizam nesta freqüência as demais atividades que ali já foram feitas anteriormente.

Estas “sacerdotisas e os sacerdotes” de hoje descendentes das Amazonas Matriciais possuem qualidades extrassensoriais ativas. Possuem também informações conseguidas através das linhas de reencarnação. Com informações e treinamentos, despertam-se para a percepção de altas freqüências vibratórias, que são posteriormente convertidas em Energia Taquiônica (Energia do Pensamento), acelerando o seu padrão evolutivo.

Estas mulheres e homens pesquisadores do Projeto Portal que possuem a genética destas Matriciais e que agora ainda interagindo com seus parceiros de outras realidades estão mais informados, já sabem transformar a Energia da Kundalini – energia sexual, em Energia Vibracional. Sabem também que esta Energia já transformada em Freqüências Multivibracionais, só acontece através da Energia Taquiônica, que já é a soma de todas as formas de energia (sexual e emocional) por eles geradas em sintonia com o Cosmo. Sabem ainda que agora podem se expressar de fato na Vibração do Amor Universal, que não é mais apenas aquele amor limitado por sensações humanas pregado por religiosos, filósofos e poetas. Sabem que esta Vibração é mais ampla, permitindo-os que equilibrem totalmente as três linhas básicas do destino pré-programado de suas Três Linhas da Vida.

O Novo Ciclo que agora se inicia com a Era de Aquário, identificando-se com a presença mais consistente da Energia Feminina, ele é também o momento que se inicia “O Retorno”, para que principalmente as mulheres (as “sacerdotisas modernas”) possam a partir de agora direcionar com muito mais sensibilidade, mas também comandar com a firmeza de “guerreiras” a humanidade, para que ela volte aos verdadeiros valores e objetivos do Cristo Cósmico, em obediência ao Quinto Princípio Universal – em obediência ao movimento de retorno entre dois pólos que sempre se manifesta nos planos físico, mental e espiritual.

Chegou o momento para que com a liderança destas mulheres (auxiliadas pelos homens) usem de fato sua Vontade, para que possam finalmente em um grau de Equilíbrio e Firmeza Mentais, não mais deixarem a humanidade mover à direita e à esquerda pelo pendulo mental das condições e das emoções coletivas, que sempre a jogaram para lá e para cá em varias ocasiões de sua historia. Estas “sacerdotisas” modernas já possuem capacidade de mudar a vibração de tudo através do seu direcionamento mental, quando já são vistas cada vez mais em todas as atividades humanas comandando-as. Elas podem!… E podem muito mais!… Já tem condições de se tornarem “senhoras de todas as Leis”, por agirem em sintonia com elas, por agirem com mais acuidade de acordo com os Princípios que as regem.

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Neste Novo Tempo com a sensibilidade feminina mais presente e que é mais própria da mulher, serão desmitificados certos paradigmas e dogmas que pontuam doutrinas religiosas e mesmo esotéricas (herméticas). Serão paulatinamente derrubadas teorias que versam sobre liturgias, cerimoniais e a criação da raça humana, para que se reescreva a história da humanidade, já extirpada de versões que ainda nos dias de hoje correm como verdades imutáveis.

Neste reinicio para a humanidade com a Era de Aquário se mostrando cada vez mais, a presença da mulher de maneira gradativa e silenciosa começa conquistar com a sua versatilidade espaços de trabalho praticamente em todas as atividades humanas, usufruindo do seu poder – do poder mais criativo de seus trinta e sete canais mentais, que o homem apenas os possui em numero de dezoito.

A mulher possuindo mais do dobro de canais mentais que o homem, ela é mais intuitiva e mais criativa do que ele. É mais capacitada para se inserir nesta nova etapa do conhecimento e de realizações humanos, fazendo-se mais presente, quando não é mais necessária a força bruta masculina anexadora de novos espaços físicos, como acontecia comumente como conquistas territoriais na era anterior, na Era de Peixes – hoje a força bruta é utilizada empregando-se a tecnologia das maquinas, que podem facilmente ser comandadas tanto por homens quanto por mulheres.

Na Era de Aquário com novas descobertas tecnológicas e de transformações profundas no comportamento humano, “vícios” milenares serão a partir de agora mais firmemente removidos, mas talvez aqueles mais difíceis de serem removido estejam na forma de informações acumuladas como aparente cultura, que para ser removidas vai exigir uma esforçada “faxina mental” – principalmente àquelas fundamentadas em culturas religiosas.

A verdadeira transmutação é uma Arte Mental. A palavra transmutar significa mudar de uma natureza (substancia) em outra e da mesma forma. Então, a Transmutação Mental é a arte de transformar e de mudar os estados, as formas e as condições mentais em outras – é a Arte da Química Mental.

O “universo humano” é criação mental de uma mente finita (humana), enquanto o Universo d’O Todo é criação de uma Mente Infinita (Deus). Ambos são semelhantes em natureza, mas infinitamente diferentes em grau.

A Mente Infinita d’O Todo é a matriz dos Universos. O Universo como a humanidade o conhece não é substancial e nem duradouro – é uma coisa de tempo, espaço e mobilidade. A Verdade Absoluta pode ser definida como sendo as Coisas como a Mente de Deus as conhece, ao passo que a verdade relativa está relacionada às coisas como a mais elevada razão da mulher e do homem as compreendem.

Sabedores dos Princípios Universais as “sacerdotisas” e os “sacerdotes” de hoje (no Projeto Portal) valendo-se, sobretudo, da Primeira Lei Universal, que estabelece ser o Universo Mental em sua natureza, aceleram a sua freqüência mental e “chamam” as “Naves” (GNA, Gemus e outras de freqüências diferentes) para que se mostrem fisicamente como se aparecessem “do nada” e depois se sumissem “no nada” e, quando então, deduzem que é através da Infinita Mente Vivente (Deus), que mentes finitas (humanas) podem mesmo em realidades diferentes se comunicar e interagir.

Neste Novo Ciclo de especial abertura mental o ser humano precisa sair de uma realidade estática e obscurantista que já faz tempo nele foi incutida pelo GO (Governo Oculto) e começar a vivenciar outra realidade mais dinâmica – mais vibrante e eterna. Vida é conhecer, é vivenciar o eterno conhecimento e, sobretudo, é cada um se conhecer cada vez mais, buscando no mais profundo de seu ser o Cristo interno.

Aquela ou aquele que busca o Cristo Cósmico deve ter a alma transbordando de aventura, certo de que se jogou destemido no mundo do nada das coisas materiais, mas tendo a certeza de que neste mundo visível como ponto mais baixo, encontrará o ponto mais alto alem mesmo do Universo físico, ao ser conduzido através de seu Cristo interno pelos mundos mental-invisíveis, pelos mundos multidimensionais.

O “novo ser” desta Nova Era que realmente esta em busca de si mesmo, ele deve “ser mental”, mas ao mesmo tempo deve também “ser espiritual” dentro de uma “alquimia” necessária para que se descubra em relação à realidade em sua volta, tanto aquela que ele vê, quanto àquela que ele normalmente não vê, “experimentando-se como “o observador” alem mesmo dos processos quânticos de “entrelaçamento”.

A Física Quântica desmitificou a dicotomia matéria-onda. O Universo em constante vibração é composto de ondas. Nele o pensamento esparge ondas que se propagam na veiculação da energia empregada. O direcionamento do pensamento submetido à Vontade de forma concentrada realiza “milagres”, pela interação ondulatória do pensamento na estrutura ondulatória da própria matéria.

As “novas” mulheres e os “novos” homens deste Novo Tempo ao se concentrarem já são capazes de utilizarem da força de sua Vontade para dominarem Leis Universais como Co-Criadores, para então manipularem Freqüências Multivibracionais no mundo da matéria, materializando-a ou transformando-a.

O Universo pode ser dividido em três grandes classes conhecidas de fenômenos, que como Três Grandes Planos são denominados: Grande Plano Físico, Grande Plano Mental e Grande Plano Espiritual. Estes três Planos penetram uns nos outros, assim esta divisão que não é solida e nem exata pode ser colocada entre os mais elevados fenômenos do Plano Físico e o mais inferior do Plano Mental. A vida antes de emergir em um nível de complexidade da matéria, já existia potencialmente nela. A mente que também emerge com certo nível de complexidade da vida com o auxilio do cérebro,  também já existia potencialmente nela. O “mundo Terra” já existia na Infinita Mente Vivente, projetado para que através dos elementos fogo, água, terra e ar servissem ao reino mineral, vegetal e animal coexistindo em equilíbrio.

As “sacerdotisas e os sacerdotes” de hoje estão em busca do Verdadeiro Conhecimento perdido no tempo, muitos deles associados distorcidamente a lendas e mitos.   Com informações que agora estão recuperando procuram tornar as “Senhoras” e os “Senhores” que dominam Leis Universais, porque é através delas que podem ser também os donos de suas próprias leis em seu “mundo interior”.

Buscar informações para adquirir novos conhecimentos é “vibrar” em outro nível de consciência e almejar também, ir alem do “laboratório” de experiências espaço-tempo.

Estas buscadoras e estes buscadores de si mesmos que procuram se conhecer através do Real Conhecimento, eles estão em permanente o estado de auto-referência, olhando para si mesmos conscientes de seu Eu Verdadeiro.

Elas e eles que buscam desenvolver a sua Potencialidade de Co-criadores estão em intenso processo de criatividade interior para melhor perceber o “Mecanismo” da Causalidade Descendente – a Consciência Cósmica ou Deus fazendo presente em sua vida de “observadores”.

A Nova Ciência traduzida pelos conceitos da Física Quântica exige das sacerdotisas e dos sacerdotes de hoje que pesquisam neste novo campo, um estado de percepção (intuição) mais apurado que os permite também mais interiorizados, “se ligarem” mais à Consciência Cósmica – o Ser Quântico que é o Verdadeiro Portador da Criatividade.

Tudo no Universo é Energia. Os seres humanos são partículas conscientes no Universo. Partículas divinas constituídas de memória e vibrando através de Freqüências de Onda. Mas, aqueles que ficam flutuando entre a atração e a repulsão (quase sempre perdidos em seu mundo interior), o seu direcionamento a nível eletromagnético através de seu campo energético utilizando-se de seus olhos ou de sua fala, ele acaba por interferir em seu padrão evolutivo. Portanto, é necessário que todos os caminhantes destes novos tempos (mulheres e homens) abram para novos conhecimentos, abram a mente para uma maior compreensão em relação às Energias, mas não só aquelas de campos eletromagnéticos.

Por: Antônio Carlos Tanure

Via: pegasus.portal.com.br